Talkommunications - The Future of 5G in the World: Lessons Learned

  • Wwwapdcpt
  • Criar
  • Tecnologia
  • Redes
  • Ecossistema
  • Assim
  • Operadores
  • Novas
  • Empresas
  • Tecnologias
  • Mercado

TALKOMMUNICATIONS - THE

TALKOMMUNICATIONS - THE FUTURE OF 5G IN THE WORLD: LESSONS LEARNED Inovar é a prioridade com a nova geração Portugal e a Europa em geral estão claramente a perder a corrida ao 5G. Há que inverter rapidamente esta tendência, com estratégias bem definidas e ambiciosas. Garantir ecossistemas fortes, cooperação e coopetição é essencial para o futuro. NÃO RESTAM dúvidas de que o 5G vai acelerar claramente a transformação de todas as áreas, sendo mesmo considerado uma tecnologia disruptiva e com grande poder de inovação. Para já, e enquanto não são lançadas mais redes comerciais, há uma crescente implementação de redes privadas 5G, que estão a ganhar espaço nas prioridades de todos os negócios, porque são confiáveis, de alta velocidade, baixa latência e alta densidade. No final de 2020 havia já muitas redes deste tipo implementadas um pouco por todo o lado, impulsionadas por políticas de regulação nesse sentido. Esta foi uma das conclusões da mais recente edição do estudo “Deloitte’s Study of Advanced Wireless Adoption”, que este ano, pela primeira vez, incluiu o mercado português. Pedro Sanguinho, Senior Manager da Deloitte, apresentou este trabalho no arranque da Talkcommunications sobre “The Future of 5G In The World: Lessons learned”, destacando que foram tidas em consideração várias dimensões de empresas e diferentes papéis. Segundo o orador, ficou claro que as organizações portuguesas planeiam avançar com uma transformação da sua rede nos próximos 3 anos, para serem mais inovadoras e garantirem a sua sustentabilidade. Por isso, consideram de importância estratégica as tecnologias wireless de nova geração, como o 5G, de forma a garantir o sucesso dos seus negócios. Velocidade, latência e eficiência energética são as características consideradas mais importantes pelas organizações para alcançar os seus objetivos de conetividade avançada. Assim como a segurança, resiliência e custos da tecnologia. A maior parte das empresas acredita que o 5G e o wi-fi 6 serão as tecnologias wireless mais críticas dentro de três anos, sendo que as soluções em concreto dependerão da respetiva implementação, mas consideram que serão tecnologias que vão coexistir. Mas os entrevistados também admitem que há desafios a enfrentar na adoção de tecnologias avançadas de conetividade. Como a segurança, a pouca maturidade das tecnologias, o retorno do investimento, as dificuldades de implementação, a falta de disponibilidade de espetro, os pesados investimentos já realizados em tecnologias de rede, a falta de capacidade financeira

3 Explorar o 5G está cada vez mais no topo das prioridades das empresas e os use cases já em marcha comprovam o sucesso desta tecnologia, que vai potenciar outras, como a IA ou a automação, trazendo novas oportunidades. Não só para novas soluções como para endereçar novos modelos de negócio para fazer upgrades ou a dificuldade em identificar os use cases certos. “Explorar o 5G está cada vez mais no topo das prioridades das empresas, que querem endereçar as novas tecnologias. E vêm o 5G como uma forma de desenvolver outras tecnologias, como a IA ou a automação, que vão trazer novas oportunidades. Não só para novas soluções como para endereçar novos modelos de negócio. Têm é que perceber como as podem instalar e como obter o devido retorno financeiro”, concluiu Pedro Sanguinho. EUROPA NA CAUDA DO DESENVOLVIMENTO Mas se as prioridades estão a mudar nas empresas, que querem acelerar a adoção de novas tecnologias avançadas, a realidade mostra que a Europa continua bastante atrás de países como os Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul, no que se refere ao 5G e ao contrário do que aconteceu com o 4G. Dados avançados por Alessandro Gropelli, Director of Strategy and Communications da ETNO - European Telecommunications Network Operators’ Association, relativos a um estudo deste ano da Analysys Mason mostram que no 3º trimestre de 2020, a Coreia do Sul tinha já uma cobertura de 93% da população, seguida dos EUA com 76% e do Japão com 34,3%. A UE tinha apenas 24,4% de cobertura de 5G. Na perspetiva da ETNO, existem vários obstáculos que explicam esta situação. A começar

REVISTA COMUNICAÇÕES

UPDATE

© APDC. Todos os direitos reservados. Contactos - Tel: 213 129 670 | Email: geral@apdc.pt