Programa 20º Congresso das Comunicações - RESTART

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Programa Congresso APDC 2010

RESTART

RESTART 20º Congresso das Comunicações IMPULSIONAR O “RESTART” Portugal atravessa um momento crucial. Depois de anos de grande complexidade económica e social, é tempo de ‘repensar, refazer e recomeçar’. É tempo de fazer ‘restart’ nas ideias, nos comportamentos, nas acções e nos valores. Para o País possa entrar num nova fase de crescimento sustentado, aproveitando a crise como uma oportunidade para inovar de forma radical, na economia e na sociedade. É neste contexto que a APDC se assume como catalizadora de redes colaboração, porque acredita que para se aproveitarem as oportunidades é vital gerar capital social, partilhar experiências, pensar estrategicamente e gerar processos de colaboração. As TIC são um facilitador de novas soluções inovadoras em todas as áreas da Economia e da Sociedade. Esta é a proposta da APDC – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações: olhar para o presente como um tempo de possibilidade, de recomeço, onde cada um tenha a liberdade para apresentar novas ideias, novos projectos, novas soluções, novas atitudes. É um ‘back to basics’ , porque só assim será possível dar-se um impulso decisivo para que Portugal seja um país moderno, baseado no conhecimento, na aposta nas competências dos portugueses, na competitividade das empresas e numa visão global. Foi neste contexto que decorreu o “Ciclo APDC: Para uma Administração Pública do Século XXI”. Tratouse de uma reflexão profunda sobre a Administração Pública que temos hoje e sobre os desafios que se colocam para a próxima década. Porque se cortar nos desperdícios é fundamental, isso não basta. Fazer mais com menos implica inovar radicalmente, através da introdução de novos modelos de negócio, novas formas de fazer, abertura da cadeia de valor. O crescimento

IMPULSIONAR O “RESTARTdas necessidades sociais, em conjunto com as restrições orçamentais, exigem novos modelos de serviço público. E essa foi a grande conclusão do Ciclo. Da Educação aos Serviços Públicos, da Saúde à Energia, das Compras Públicas à Gestão das Pessoas, a iniciativa mobilizou mais de dois mil participantes dos sectores público e privado. Os exemplos nacionais e internacionais apresentados mostram que a crise pode e deve ser uma oportunidade. A inovação, para ter sucesso, tem de ser um trabalho diário de cada colaborador da AP, pelo que o desafio é estimular uma cultura e uma atitude que a incentive. Tem de ser ainda uma forma de abrir os serviços públicos aos cidadãos, os quais deverão ser vistos como uma nova e aumentada cadeia de valor. As várias iniciativas de “open government data” dos governos norteamericano e inglês desencadearam um debate sobre quais as categorias de dados que fariam mais sentido publicar de forma aberta e em formato facilmente acessível. O papel emergente das redes sociais abre novas oportunidades para a prestação de serviços e a transformação de processos que permitirão aumentar a qualidade e o impacto de um maior envolvimento com os cidadãos e as comunidades. A iniciativa culmina no 20º Congresso das Comunicações, onde se pretende assinalar o início de uma nova era. Na Europa, o arranque da Agenda Digital - no âmbito da estratégia UE2020 para o crescimento inteligente, sustentável e inclusivo - assumese como um ambicioso plano de acção para a economia digital. O objectivo é promover o crescimento económico e trazer os benefícios da era digital a toda a Sociedade. Em Portugal, a rápida aceleração tecnológica e a introdução das redes de alta velocidade estão a provocar profundas transformações na economia e na sociedade. E já foi anunciada pelo Governo a Agenda Digital 2015, também com uma ambiciosa agenda de projectos assentes nas TIC. Tanto nos sectores público como privado, precisamos de inovação mais do que nunca. Outras partes do Mundo já demonstraram que até a mais profunda crise se pode transformar numa oportunidade. Todas as grandes recessões do passado foram seguidas por mudanças radicais na estrutura industrial, com o surgimento e crescimento de novas indústrias muitas vezes suportadas em novas infra-estruturas. A crise é uma oportunidade para abrir novos caminhos para o desenvolvimento económico. Um período em que os rumos da economia podem ser alterados e onde as ideias inovadoras, até agora travadas pelas estruturas económicas dominantes, podem desenvolver-se. Este é pois um tempo de fazer “RESTART” nas ideias, nos comportamentos, nas acções e nos valores. Ao assumir o tema “RESTART” como tema do seu 20º Congresso das Comunicações, a APDC quer evidenciar que a crise tem de ser um tempo de criatividade económica e social. Porque não devemos ter receio de arriscar, de acolher novos modelos, novos actores. Porque precisamos de encorajar mudanças estruturais e lançar ideias refrescantes, experimentar novas abordagens e incubar novas soluções. Como tal, e pela primeira vez em vinte Congressos das Comunicações, será a própria APDC a assumir a Presidência do Congresso. Vamos debater propostas concretas para o desenvolvimento da sociedade portuguesa. Seja parte desta dinâmica. Participe no “RESTART”! www.apdc.pt

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