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Programa 18º Congresso das Comunicações - As TIC e as Alterações Climáticas

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Congresso APDC 2008

Um novo ciclo O papel

Um novo ciclo O papel das TIC nas alterações climáticas, tema de fundo da edição deste ano do Congresso das Comunicações, a par das Redes de Nova Geração (RNG), foram eleitos como os temas prioritários das actividades da APDC. A nova Direcção, liderada por Diogo Vasconcelos (tomou posse a 28 de Maio), está focalizada na definição de um novo ciclo de vida para a Associação, fazendo com que ela se torne indispensável para todos os actores do universo das TIC e que seja obrigatório ouvir a sua voz nos grandes momentos em que se discute e se constrói a Sociedade do Conhecimento em Portugal. Seguindo o trabalho feito ao longo de mais de duas décadas, a nova Direcção propõe-se aumentar ainda mais a notoriedade da Associação, através do lançamento e dinamização de importantes temas para o desenvolvimento do País. De onde se destacam as alterações climáticas e as RNG, pela sua importância decisiva o desenvolvimento e competitividade do sector das TIC, do País e da Europa. O papel das TIC nas alterações climáticas é um assunto que está no topo da agenda política e mobiliza cidadãos, empresas e decisores políticos em todo o mundo, com destaque para a Europa. Onde foi definida uma política ambiciosa neste domínio, o que passará pela promoção de uma utilização massiva das TIC para melhorar a eficiência energética e reduzir as emissões de gases com efeitos de estufa em todos os sectores da economia. Numa altura em que as TIC enfrentam novos e grandes desafios que decorrem da evolução acelerada das tecnologias, do ambiente regulatório, das condições de mercado e da difícil conjuntura económica e financeira actual, há que mobilizar o sector para a nova agenda de oportunidades que poderão surgir na área da sustentabilidade ambiental. Esse é exactamente o grande objectivo do Congresso das Comunicações’08, até porque não restam dúvidas de que o sector pode dar um contributo determinante para reduzir as emissões de carbono e aumentar a eficiência energética. Imperioso para o futuro de Portugal é também assegurar que o país seja dotado de infra-estruturas de comunicação preparadas para o século XXI, de forma a poder competir num contexto global. Aliás, o próprio Executivo já elegeu esta como uma área estratégia de actuação e está a ser definido o respectivo quadro regulatório, seguindo as orientações e metas da Comissão Europeia, que solicitou a todos os Estados Membros a elaboração de planos de acção para a nova geração de banda larga. A APDC está também a promover um debate intenso em torno dos projectos e investimentos nas RNG ao nível nacional. Do plano de actividades da Associação constam ainda vários outros temas que marcam a agenda do sector. Destaque para a Revisão 2006 e o Novo Quadro Regulamentar e a regulação das Comunicações, dos Media e Concorrência, assim como o futuro da televisão em Portugal, com as novas plataformas - TDT, IPTV e a Mobile TV - e o dividendo digital. A liberalização do sector postal é outra prioridade, tal como os novos serviços e novos modelos de negócio, o futuro da Internet e os impactos da Web 2.0. Pretende-se ainda analisar o peso do sector das TIC na economia portuguesa e as políticas para reforçar a sua competitividade internacional, o seu papel numa sociedade em rápido envelhecimento e as políticas públicas e o papel do Estado na área das TIC. A segurança, ePrivacy e os desafios das tecnologias de localização (como o RFID, GPS, geolocalização móvel) também são temas eleitos. Para além dos temas que vão marcar o debate na APDC, estão previstas várias outras actividades a destacar. Um dos objectivos é o networking entre os associados, já que um dos aspectos distintivos da Associação é o facto de integrar simultaneamente associados colectivos e associados individuais. Há por isso que reforçar o efeito de rede entre associados, aproveitando nomeadamente o potencial das tecnologias da Web 2.0. A nova Direcção propõe-se ainda promover formação de grande qualidade, sempre numa lógica de apoiar os quadros do sector no seu esforço de aprendizagem permanente, através da a associação a entidades de reconhecido prestigio, nacionais ou internacionais, e a criação de formatos inovadores. E, na sequência do trabalho já desenvolvidos nos últimos dois Congressos, será dada atenção à promoção do empreendedorismo tecnológico. Neste novo ciclo da APDC, pressupõe-se um trabalho em rede com todos os stakeholders, com o Governo, com os Reguladores e, sobretudo, com todos os associados, empresas e associados individuais, disponíveis para colaborar num projecto que se pretende mobilizador.

DIRECÇÃO APDC Diogo Vasconcelos Eleito Presidente da APDC em Maio de 2008. Diogo Vasconcelos é, desde Fevereiro de 2007, Distinguished Fellow da Cisco, baseado em Londres. Foi Consultor Conselheiro para a Sociedade do Conhecimento da Presidência da Republica e Mandatário Digital da Candidatura do Prof. Cavaco Silva. Foi ainda Presidente da UMIC, a Agência para a Sociedade de Conhecimento. Representou Portugal no e-Europe Steering Group, no Conselho de Ministros da UE em diversos Grupos de Trabalho da OCDE. Foi também administrador da Agência de Inovação. Diogo Vasconcelos é formado em Direito pela Universidade Católica, pósgraduado em Direito das Comunicações pela Universidade de Coimbra, e Gestão e Ciência Política pela Universidade Católica. É membro não-executivo do Conselho Administrativo da Universidade Católica do Porto. Em 2006, recebeu do então Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio, o título de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique. Carlos Miguel Marques Correia Vice-presidente da APDC. Carlos Correia é Director de Regulação e Relações com Operadores da Vodafone Portugal. Na Vodafone, foi Sénior Manager da Vodafone SEMEA-Milão. Licenciado em Engenharia Electrotécnica e Computadores pelo IST e possui um MBA pela UNL. Marta Maria Dias Quintas Neves Vice-Presidente da APDC. Marta Neves é Directora de Regulação da PT Comunicações. Foi directora do Departamento Jurídico da PT Multimédia SGPS, Adjunta do Ministro da Economia, Adjunta do Secretário de Estado Adjunto da Economia, Directora do Departamento Jurídico da PT Multimédia, Directora do Departamento Jurídico da Lusomundo SGPS, Directora do Departamento Jurídico da Lusomundo Audiovisuais, Consultora Jurídica no Departamento Jurídico da Lusomundo Audiovisuais e Advogada no escritório Fernando de Souza de Brito. Pedro Ramalho Carlos Vice-Presidente da APDC. Pedro Ramalho Carlos é membro da Comissão Executiva da Sonaecom, sendo actualmente responsável pelas Unidades de Negócio Corporate e Wholesale e pelas áreas de Inovação, Serviço ao Cliente e Operações. Na Sonaecom desde 1999, ocupou já diversos cargos de gestão, tendo até ao início de 2008 sido responsável por todo o negócio das duas marcas de telecomunicações fixas: Novis e Clix. Foi um dos fundadores e até 1999 presidente do Conselho de Administração da IP Global, S.A., um Internet Service Provider pioneiro em Portugal. Em 1991 iniciou o Centro de Comunicações e Ambientes Empresariais do INESC. Foi também consultor do Eurescom nas áreas de gestão de redes de telecomunicações e tecnologia e serviços Internet. Entre 1984 e 1990 foi bolseiro e investigador do INESC nas áreas de domótica, redes de comunicação, open systems e tecnologia TCP/IP. É licenciado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores pelo Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa, onde também fez o mestrado. É membro da Internet Society. Foi presidente do Conselho Fiscal da APDC.

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