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JANTAR RESERVADO - MÁRIO CAMPOLARGO

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JANTAR

JANTAR RESERVADO - MÁRIO CAMPOLARGO Fazedores do futuro digital Só há políticas públicas eficazes quando governo, sociedade e atores económicos se mobilizam para endereçar os problemas. Por isso, reforçar a colaboração é uma prioridade para que a execução dos fundos estruturais torne Portugal num país verdadeiramente digital. HOJE, OS PROBLEMAS com que nos defrontamos assumem uma complexidade cada vez maior. Pelo que para se poderem definir e implementar políticas públicas eficazes é necessário que todos os stakeholders se mobilizem. O reforço da colaboração com as empresas TIC é também um ponto essencial, para que as medidas inscritas no PRR e no Plano de Ação para a Transição Digital tenham um verdadeiro impacto na economia e na sociedade. A mensagem é o Secretário de Estado da Digitalização e da Modernização Administrativa, Mário Campolarg, num jantar reservado realizado pela APDC. “É fundamental que o Estado consiga garantir um ambiente de negócios competitivo em Portugal. Para isso, é necessário eliminar um conjunto de custos de contexto que têm a ver com a forma como a Administração Pública funciona”, afirmou o Presidente da APDC no início do encontro. Para Rogério Carapuça, o país tem vindo a distinguir-se na Europa no âmbito do governo eletrónico, mas é preciso fazer mais. “É um processo continuado, de muitos anos. É fácil a inércia instalar-se, mas nunca se deverá deixar esmorecer”, defende, adiantado que o processo envolve “pequenas reformas, que vão fazendo um Estado mais eficiente e com uma máquina da AP mais amiga do cidadão. A forma certa de medir a eficiência do Estado, do ponto de vista da sua simplicidade e digitalização, não é saber quantos serviços estão online, mas sim saber quanto tempo se demora a resolver um problema do cidadão”. Por isso, “estamos todos muito esperançados, porque temos um Secretário de Estado com muita experiência nesta área, numa AP muito mais complexa do que a portuguesa, que é a europeia. A chegada de Mário Campolargo representa um sinal de continuidade deste esforço que tem, de facto, modernizado o país, mas que é necessário continuar e fazer cada vez mais e melhor”. Neste encontro, reservado aos Presidentes dos Patrocinadores Anuais da APDC e membros da

3 Neste encontro reservado, que decorreu a 25 de maio, Mário Campolargo salientou que tendo em conta os problemas atuais, muito mais diversos e complexos, é pela mobilização da sociedade civil e dos atores económicos e sociais que se conseguem levar as políticas à prática Direção, que decorreu num formato informal, visando o reforço da colaboração e o estreitamento de relações com as empresas TIC, Mário Campolargo começou por destacar a relevância da Associação no panorama nacional, uma vez que agrega um conjunto de empresas essenciais para o futuro da transformação digital do país. REMOVER OBSTÁCULOS E CUSTOS DE CONTEXTO Considerando que juntar as áreas da digitalização e da modernização administrativa numa única Secretaria de Estado “tem uma força muito importante”, sendo “dois lados de uma moeda extremamente importantes para desenvolver uma economia”, destacou a necessidade de remover obstáculos e custos de contexto, assim como da implementação do trabalho da transição digital, iniciada pelo anterior Governo, que terá agora de ser aprofundado. Já a modernização da AP é “um desafio sobremaneira importante, onde a tecnologia tem um papel relevante. Mas o que é mais importante é simplificar e racionalizar processos e concentrar nos cidadãos e nas empresas”. Fundamental agora, nas palavras do governante,

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