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Intelligent Workflows

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Webmorning APDC - Intelligent Workflows

WEBMORNING - INTELLIGENT

WEBMORNING - INTELLIGENT WORFLOWS mais dados, pelo menos 80% não são estruturados, alerta João Fernandes. Quando chegam às organizações, não sendo passíveis de serem tratados automaticamente, não podem servir de input ao processo de negócio. “Cada vez mais, o tempo de resposta das empresas está dependente da sua transformação e dos dados estruturados. Através de um conjunto de tecnologias, conseguimos devolver à organização dados estruturados, que podem ser diretamente entregues aos processos de negócio de forma rápida e fiável. Com 100% de qualidade e com a mais-valia de otimizar os custos. Temos a capacidade de adota workflows inteligentes numa escala muto grande, com a aplicação de conceitos que já têm impacto na nossa vida”, garante. DO POTENCIAL À REALIDADE Face à realidade atual e perante o potencial que traz a adoção de workflows inteligentes, o responsável do SAS refere que a empresa tem vindo a ajudar os clientes a avançar com a fase inicial, de transformar informação em dados úteis e decisões que gerem valor. Sendo que a confiança é a chave de todo o processo. “Temos de garantir que estamos a aportar valor às organizações e aos seus clientes. As empresas têm que olhar para este ciclo de vida de forma integrada. É fundamental dar às organizações a capacidade de utilizar dados de forma transparente. Quando estas olham para a fase seguinte, de usar a IA e a analítica para aplicar aos dados, têm que olhar para as experiências e ver o que está a acontecer em todas as áreas. A standartização de processos e modelos tem que ser feita de forma responsável e ética”, acrescenta. E se a mudança da organização é um tema muito amplo, tem que ser feita de forma gradual, destaca João Fernandes. “Temos sentido que muitos destes projetos são iniciados por resposta ao mercado e não por iniciativa da organização. As empresas são quase forçadas pela economia ou pelos clientes a lançarem-se no processo, e não por razões estratégicas. O que não quer dizer que esta jornada não se transforma em estratégica. O que é preciso é dar o primeiro passo e ver os benefícios”. Luís Ganhão concorda, acrescentando que se trata de uma jornada, em que primeiro é preciso que os clientes percebam que o objetivo “é criar organizações com poder para a melhoria de processos. As grandes empresas nacionais estão neste caminho”. Também Guilherme Dias e Paulo Rodrigues Silva sentem esta realidade. “As grandes mudanças nas organizações são sempre motivadas por fatores exógenos. Fazendo pequenos passos de transformação. O que temos visto é que vamos fazendo pequenos projetos que depois se vão alargado à organização, porque se vêm os benefícios”, diz o primeiro. “A minha experiência, sobretudo em Portugal, é de que algumas organizações já estão a operar uma mudança significativa nos workflows inteligentes, porque procuramos soluções para dar resposta a problemas concretos”, acrescenta o segundo. Que considera este momento uma “oportunidade excelente para colocar as organizações a pensar o seu futuro e no que vai mudar. É uma mudança extraordinária. Aquelas que têm a capacidade de não pedir uma solução chave na mão, mas sim saber como é que os concorrentes estão a fazer e ter uma cultura de experimentação e de teste, ficam muito mais ativas na

procura de respostas. Trata-se de uma cadeia complexa, onde todas as empresas têm os seus workflows, mas que tem que ser muito eficiente. Por isso, o próximo passo é pensar nos workflows no ecossistema e aqui entram novas tecnologias para permitir pensar num processo colaborativo. Há exemplos a nascer em todo o mundo”, conclui.• 9

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