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Intelligent Workflows

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Webmorning APDC - Intelligent Workflows

WEBMORNING - INTELLIGENT

WEBMORNING - INTELLIGENT WORFLOWS João Fernandes CEO, DocDigitizer “Cabe-nos ajudar a criar awareness sobre os workflows inteligentes, porque é essencial para a competitividade da economia. Apesar de serem muito tecnológicos, estes temas têm impactos muito práticos nas empresas” “Houve uma primeira vaga, em que se pensava em substituir os humanos. Mas, cada vez mais se está a evoluir para um modelo misto, onde o humano fica com as tarefas mais complexas, que requerem conhecimento de negócio. Já as máquinas são muito boas a tratar do standard” “Temos sentido que muitos dos projetos são iniciados para responder ao mercado e não por iniciativa da empresa. São quase forçadas pela economia e pelos clientes a mudarem. O que não quer dizer que esta jornada não se transforme em estratégica. O que é preciso é dar o primeiro passo, ver os benefícios e começar a criar uma estratégia” Luís Ganhão Vice President Solution Engineering, Global Center of Excellence, Celonis “Não sabemos que o processo está a ocorrer de uma forma errada e só o vamos perceber no final do processo, com a perda de clientes. Quem nos dá a resposta que queremos mais rapidamente é quem fica com o cliente. O desafio, mesmo para as PME, é pensar que há muitas coisas que acham que estão a correr bem e afinal não estão” “O process mining, juntando big data, IA e automação, permite saber como é que os processos de negócio foram executados no passado e agora. E opinar sobre as ações que devem ser tomadas para obter o resultado certo no tempo correto” “Os grandes projetos começam sempre com uma necessidade num determinado departamento. Isto é uma jornada. Tentamos sempre que os clientes percebam que o objetivo é criar organizações com poder para a melhoria de processos.”

7 possível, garantindo a entrega de valor imediato ao cliente. O que só é possível com a capacidade de usar as novas tecnologias para trazer valor acrescentado”. No entanto, os temas ligados aos intelligent workflows ainda são “encarados muitas vezes como futuristas”, avança João Fernandes, CEO da DocDigitizer, startup tecnológica portuguesa que disponibiliza uma ferramenta baseada em IA que permite a automatização de processos documentais, sem qualquer intervenção humana, alimentando os workflows das organizações. Cabe por isso aos fornecedores “ajudar a criar awareness”, porque sendo temas muito tecnológicos têm impactos práticos nas empresas e na economia. Para este responsável, depois de uma fase em que se pensou que as máquinas iriam substituir os humanos, cada vez mais se está a evoluir para modelo misto, em que o humano fica com as tarefas mais complexas, que requerem conhecimento de negócio e raciocínio. Já as máquinas “são muito boas a tratar do standard. As pessoas não devem ter medo e encarar isto como uma nova oportunidade”. Luís Ganhão, Vice President Solution Engineering do Global Center of Excellence da Celonis, acrescenta que “tudo começa como um desafio. Muitos dos nossos clientes não sabem o que não sabem. Não sabem que os processos não correm como gostariam ou à velocidade que querem ou com o resultado que querem. É algo muito comum. Só se percebe que está a correr de uma forma errada no final, com a perda de clientes. Quem nos dá a resposta que queremos mais rapidamente é quem fica com o cliente”, pelo que há que “pensar que há muitas coisas que achamos que estão a ocorrer da forma como gostaríamos e afinal não estão”. Para o responsável da Celonis, que se centra no process mining, estamos “num momento da história muito importante, porque juntámos big data, IA e automação” em termos de process mining. Permite medir constantemente e em real time “como é que os processos de negócio estão a ser executados”, trazendo valor acrescentado à organização, já que se “percebe a situação e reage-se de forma inteligente”. Paulo Rodrigues Silva destaca que todas as tecnologias das empresas presentes neste evento são muito complementares. “A maior parte dos clientes, que quer começar uma nova jornada, pede sempre para olharmos para os seus processos. O que requer perceber como é que estão desenhados e às vezes há surpresas. Esta é uma fase muito importante, em que as ferramentas de process mining são um desbloqueador. Num segundo passo, temos de perceber qual é a tecnologia que deve ser aplicada para cada caso específico, porque há muitos tipos de automações”, destaca. Para o responsável da IBM, “ainda vivemos numa sociedade que, estando a caminhar para o digital, ainda é uma representação do mundo físico. Ainda precisamos de muita informação que dá muito trabalho recolher. A IA pode ajudar neste momento, de forma muito rápida, para extrair informação e perceber qual é útil e quais são os dados que são necessários”. Destaca ainda a necessidade de se saber qual a qualidade dos dados, assim como a sua segurança e fiabilidade, porque “são a receita neste mundo de workflows inteligentes”. Outro problema é que, apesar de haver muito

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