Estratégia Cloud para a Administração Pública em Portugal

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WEBMORNING – ESTRATÉGIA CLOUD PARA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EM PORTUGAL André de Aragão Azevedo, secretário de Estado para a Transição Digital “Vivemos o momento da maior importância no processo de transição digital da nossa AP, porque corresponde de facto a um objetivo há muito desejado, que era o da clarificação do posicionamento do Estado em matéria de utilização de serviços cloud” “O diploma e toda a documentação que agora se seguirá cumpre um duplo objetivo: definir os termos claros em que a AP poderá recorrer a serviços cloud, eliminando dúvidas e dissipando alguns fantasmas, e tornar nítidos os termos exatos em que essa adoção poderá e deverá ocorrer” “Temos que capacitar o Estado com recursos humanos que saibam o que é a cloud, quais são as preocupações a ter em linha de conta e a capacidade de potenciar a sua utilização. Assim como capacidade de monitorizar e avaliar o impacto da implementação e um modelo de governance robusto, que permita apoiar a AP a tirar partido de tudo isto” Teresa Girbal, vice-Presidente, eSPap - Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública “Os principais obstáculos à adoção da cloud na AP centram-se nos custos, nos riscos de violação da segurança, na incerteza na localização dos dados e no desconhecimento. À medida que vamos tendo mais conhecimento sobre o tema e há uma boa adoção, os principais obstáculos vão sendo ultrapassados e muitos transformam-se em benefícios” “Acredito que se desde que iniciámos o trabalho até tivemos um aumento superior a 20% na taxa de adoção cloud, claramente que teremos um maior crescimento e mais seguro. Estou confiante que esta estratégia é imprescindível para o bom funcionamento da AP” “Cada vez mais se exige um maior foco no cidadão, uma maior rapidez e maior segurança em todos os sistemas que apresentamos”

5 Com a aceleração da digitalização, a meta é incorporar tecnologias diruptivas e emergentes no setor público. Para democratizar o acesso e até promover tecnologias de ponta lização da tecnologia para alavancar o modelo de negócio e o reforço da cibersegurança e da privacidade. Acresce a promoção de novas tecnologias já disponíveis no mercado e a democratização do acesso. Agora, é preciso “dar um salto de maturidade nas soluções, e passarmos a workloads mais avançados, que permitam incorporar tecnologias verdadeiramente disruptivas e emergentes também no setor público”, diz o governante, que garante que a estratégia para a cloud permite uma “visão muito mais estratégica, com condições de clarificar, dar orientações e recomendações. O foco tem de ser o serviço público e não a gestão da infraestrutura física”. “A implementação efetiva da estratégia cloud da AP faz parte de um plano maior de transição digital do Estado e de todo o país. Em nome de um Portugal mais inovador e digital, que não deixe ninguém para trás e sobretudo que não deixe a nossa AP para trás”, conclui. Teresa Girbal, do CTIC/ eSPap - Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, fez uma apresentação da estratégia em mais detalhe e dos passos que estão a ser tomados para a sua operacionalização. Como a alteração das normas e os procedimentos de contratação, que têm de salvaguardar o interesse público, a capacitação das pessoas, os mecanismos de monitorização e de avaliação do impacto e o modelo de governance, que terá que ser robusto, para apoiar a AP.

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