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Directório Global das TIC | Empresas e Profissionais | 2019/2020

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64 PUBLIREPORTAGEM A

64 PUBLIREPORTAGEM A transformação digital já começou – as tendências digitais Manuel Maria Correia General Manager, DXC Technology Portugal Nesta era do Iluminismo da Informação, as empresas entenderão melhor os seus ecossistemas de informação e saberão o que fazer para tomar decisões mais rápidas e melhores, baseadas em dados. Depois de termos vindo a falar há alguns anos a esta parte de Transformação Digital, tem sido em 2019 que as empresas começaram a acelerar o seu processo de transformação. À medida que vão tomando decisões e implementando as suas estratégias digitais para operar com mais eficiência, são criados novos mercados e as experiências proporcionadas aos seus clientes são redesenhadas, o que proporciona uma melhoria dos resultados do negócio. Ao abraçar o potencial de novas soluções tecnológicas, as empresas devem examinar as tendências da transformação digital de forma a adaptarem o seu caminho. A DXC tem trabalhado em todo o mundo com diversos clientes nos mais variados projectos de Transformação e de seguida enumeram-se as tendências que consideramos no momento mais relevantes. A ADOÇÃO DA NOVA GERAÇÃO DE PLATAFORMAS DE IOT À medida que as empresas mapeiam o seu mundo físico para um mundo digital rico em inteligência, as “coisas” inteligentes tornar-se-ão uma força motriz. As empresas começam a implementar plataformas de próxima geração que conseguem analisar grandes quantidades de dados vindos da Internet-of-things (IoT) e a usar Artificial Intelligence (IA) e Machine Learning (ML) para encontrar novas correlações entre dados anteriormente considerados independentes. Sem estas plataformas, os humanos seriam incapazes de fazer correlações hiperdimensionais; existem demasiados fatores para que o cérebro humano possa correlacionar. Por exemplo, atualmente a medicina de precisão integra dados de novas fontes (como monitores cardíacos conectados à rede Wi-Fi) com dados de fontes tradicionais (como informação sanguínea ou informações dietéticas), pelo que a possibilidade de trabalhar com estes múltiplos inputs de dados e as suas correlações, permitirá diagnósticos e planos de tratamento muito mais precisos.

DIRETÓRIO DAS TIC 65 Referência: Com o objetivo de melhorar a qualidade do atendimento clínico utilizando analítica avançada, a Dinamarca parecia ser a candidata perfeita para um grande projeto de Big Data, uma vez que contava com mais de 40 anos de recolha de informação clínica dos seus 7 milhões de cidadãos. A DISRUPÇÃO DA CLOUD Com a incorporação de tecnologia em tudo e em todo o lado, estima-se que até 2025 o número de dados rondará os 163 zettabytes, fazendo com que as empresas tenham de gerir as suas aplicações e os seus dados de forma diferente. A indústria de TI continua a construir o que chamamos de “Matrix”, uma infraestrutura de TI inteligente e abrangente que vai além da cloud e que inclui edge computing, plataformas IoT, machine learning, realidade aumentada / realidade virtual, blockchain e muito mais. No entanto, aquela que é considerada como a última tendência digital é o facto de as empresas estarem a construir novas formas de alavancar a “Matrix”, nomeadamente através de aplicações descentralizadas (DApps). As DApps têm um potencial de disrupção do modelo cloud porque transferem o poder de um pequeno número de players centrais para um universo com um elevado número de players. Assim como, a “data gravity” está também a tornar-se um princípio de desenho para novos sistemas multilatency. Referência: A Dinamarca parecia ser a candidata perfeita para um grande projeto de Big Data com o objetivo de melhorar a qualidade do atendimento clínico utilizando analítica avançada uma vez que contava com mais de 40 anos de recolha de informação clínica dos seus 7 milhões de cidadãos. Face a este desafio, a DXC desenvolveu um novo sistema que agrega estes dados, tornando-os abertos e disponíveis para as entidades apropriadas, e forneceu uma plataforma que incentivou a análise de dados e a criação de novas aplicações baseadas nesses dados. Com o passar do tempo têm sido feitos vários desenvolvimentos e criadas várias aplicações, tendo como exemplo aplicações que agregam os dados sobre o número de admissões evitáveis e os custos associados, dividindo esses dados por diagnósticos, municípios, regiões e cidadãos, ou para rastrear a administração de antibióticos por região, município, idade e sexo para uso em comparações e benchmarking em todo o país. A DXC ocupa um papel fundamental como agente transformador, disposto a partilhar esse conhecimento com os seus clientes e parceiros e absorvendo as boas práticas que vai experienciando no mercado. AS EMPRESAS ENTRARAM NA ERA DO ILUMINISMO DA INFORMAÇÃO Tendo em consideração os enormes volumes de dados e a sua alta dimensionalidade, as empresas precisam reagir cada vez mais rápido, especialmente porque o seu valor perde- -se ao longo do tempo. O valor pode ser maior no momento em que os dados são criados, mas muito mais baixo apenas alguns segundos ou minutos depois. Assim, alavancar a informação tornar-se-á uma competência chave! Nesta era do Iluminismo da Informação, as empresas entenderão melhor os seus ecossistemas de informação e saberão o que fazer para tomar decisões mais rápidas e melhores, baseadas em dados. As ferramentas ML revelar-se-ão fundamentais para os sistemas de aprendizagem e farão com que os tempos de resposta tenham de ser acelerados. As empresas irão perceber que por vezes é melhor agir com base numa forte probabilidade de estar certo (por exemplo, 70%) do que esperar por ser perfeito (100%).

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