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Directório Global das TIC | Empresas e Profissionais | 2019/2020

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16 OPINIÃO cinco

16 OPINIÃO cinco níveis. Devido às sinergias entre as várias áreas, é importante que os líderes adotem uma abordagem estruturada, orientada por uma estratégia clara que lhes permita subir a escada da maturidade ao nível da transformação digital, para garantirem que iniciativas e investimentos feitos, asseguram o máximo valor e produzem resultados consistentes para funcionários, clientes e parceiros de todo o ecossistema. o ecossistema das tecnologias e dos negócios continua a passar por grandes mudanças e as organizações terão de se conseguir transformar ainda mais depressa... É igualmente importante perceber que o ecossistema das tecnologias e dos negócios continua a passar por grandes mudanças e as organizações terão de se conseguir transformar ainda mais depressa no sentido de conseguirem, pelo menos, manter-se no mesmo nível, quando mais passar para níveis de desenvolvimento superiores. Este documento serve ainda como guia para que os executivos de negócio e tecnologia consigam abraçar as cinco dimensões chave associadas às capacidades digitais e que são necessárias para um bem-sucedido processo de transformação digital. A Cultura do futuro: Liderança em escala Em matéria de transformação digital, a Liderança exigiu sempre um maior e mais abrangente entendimento do ecossistema empresarial global – desde as mudanças nos paradigmas de mercado às alterações nas necessidades dos clientes até à evolução de uma dinâmica da força de trabalho e mesmo os objetivos dos próprios parceiros. E, ainda que manter este tipo de perspetiva tenha sido muito o papel dos líderes executivos e mais seniores, é cada vez mais evidente que o sucesso da transformação digital não passa por uma iniciativa top-down. O sucesso da empresa digital não surge relacionado com a dimensão do orçamento associado à transformação digital, à estratégia e visão seguida ou, até mesmo à dimensão da inovação. O estudo da IDC demonstra de forma cabal que a liderança na transformação digital depende de algo muito mais importante (e mais escalável) : da capacidade de uma organização adotar uma cultura em que o conceito de transformação é um princípio básico – e o domínio de cada pessoa dentro da organização. Além disso, as jornadas de transformação digital mais bem-sucedidas estão ligadas a uma estratégia de transformação digital global dentro das empresas com elevados níveis de alinhamento interno, o que acaba por criar um novo conjunto de necessidades a serem respondidas por parte dos líderes digitais. Os líderes digitais que promovam um forte alinhamento de metas entre as unidades de negócios atingem níveis mais altos de colaboração, transparência e partilha de conhecimento por parte dos seus funcionários e parceiros, o que resulta num maior envolvimento com a marca, melhor defesa e mais forte desempenho dos negócios; estes são elementos críticos e que impactam fortemente as principais métricas de sucesso ao nível da transformação digital. Clientes do Futuro: Criar empatia A capacidade de entender as necessidades, motivos, comportamentos e emoções associadas a cada cliente e à sua interação e responder com empatia tendo por base esse conhecimento do cliente. Para ter sucesso no relacionamento com os clientes do futuro, será necessário que as organizações consigam assegurar esse grau de empatia, sempre pensada à escala das necessidades. O cliente do futuro representa uma mudança fundamental na maneira como as organizações vêm o processo e a natureza do envolvimento com estes clientes, reconhecendo o aspeto único de cada um deles e a natureza elástica do relacionamento entre a organização e o cliente. A estrutura específica deste relacionamento depende de mudanças no cliente, das tecnologias às quais recorrem para interagir com as organizações, das tecnologias que as organizações usam para responder e da visão que a organização adota face a cada cliente.

DIRETÓRIO DAS TIC 17 Inteligência do Futuro: Conhecimento em escala Trata-se da capacidade de conseguir garantir aumentos substanciais no valor económico e social de produtos e serviços, integrando continuamente a inteligência coletiva contextual (CCI) das redes de machine-learning (ML) no trabalho, operações e experiências. O futuro da inteligência visa conectar pessoas e computadores para que, na empresa do futuro, a inteligência coletiva contextual seja transversal a operações, trabalho e experiência. A CCI ajuda a promover a inovação em produtos e serviços, incutindo inteligência e permitindo obter aumentos substanciais em termos de valor económico e social. As futuras empresas inteligentes desenvolvem e socializam o CCI em redes de homem-máquina e trazem inteligência analítica, criativa, emocional e normativa para a tomada de decisões, realização de trabalhos baseados no conhecimento, e automação inteligente de processos. A criação de valor depende de redes de aprendizagem homem-máquina, que operam à escala, com metas e o imediatismo necessários para a inovação de produtos, serviços e negócios ser conseguida. Estas redes vão evoluir à medida que a IA / ML automatize progressivamente tarefas, atividades, processos e sistemas. Os avanços na CCI dependem de normas de confiança, colaboração, transparência, sensibilidade social, investigação baseada em evidências e direitos de decisão alocados. A empresa do futuro assimila fatos ruidosos e confusos do universo digital e entende-se a si mesma e ao ecossistema por meio de gêmeos digitais inteligentes. O CCI depende da simbiose da IA ​/ ML e do enriquecimento dos dados conforme a gestão dos códigos. Operações do Futuro: Resiliência em escala O futuro das operações evoluiu, deixando de ser impulsionado por uma cultura de excelência operacional para passar a operações resilientes num mundo complexo. A resiliência ocorre ao permitir-se a rápida tomada de decisões que se conectam diretamente aos processos e ativos. As operações transformadas trabalham por via de um núcleo comum de estratégias e informações que são entregues ao nível da organização operacional para execução recorrendo a um modelo de governança e tomada de decisão em loop fechado. A natureza de ciclo fechado de todos os processos significa que as informações chegam da borda, enquanto os processos na borda têm inteligência e resiliência para se tratar a si próprios e automatizar processos de trabalho tradicionalmente manuais. A operação resiliente foi o que transformou a necessidade da operação de atender à crescente complexidade da procura dos clientes. Uma operação resiliente impulsiona a inovação e faz com que esta derive de todas as partes do seu ecossistema, desde a procura do cliente a uma cadeia de valor sustentável. Trabalho do Futuro: Modelo de Trabalho em escala A IDC define o trabalho do futuro como uma mudança fundamental no conceito de trabalho, que transforma os comportamentos e as capacidades dos trabalhadores, bem como a cultura organizacional; suporta um ambiente de trabalho dinâmico, sem limites de hora ao longo do dia ou de espaço físico; capacita equipas e uma força de trabalho diversificada; e promove a colaboração homem-máquina. A IDC adota uma abordagem holística e integrada relativamente ao trabalho do futuro, abrangendo três pilares inter-relacionados e interconectados: cultura do trabalho, espaço de trabalho e força de trabalho. A cultura do trabalho futuro diz respeito às crenças e valores distintos de uma organização, às práticas de gestão de talentos e à eficácia com que se alcança e mantém uma força de trabalho altamente motivada. O espaço de trabalho futuro é um ambiente de trabalho flexível e altamente conectado, no qual os trabalhadores desfrutam de mobilidade, colaboração e acesso aos recursos necessários para contribuir e inovar, de maneira eficaz e segura, com rapidez e facilidade. A força de trabalho futura diz respeito à aplicação de tecnologias inteligentes para renovar a forma como as tarefas de trabalho são executadas. Essas tecnologias melhoram e automatizam o trabalho, criando novas oportunidades para a criação de valor dentro da organização.

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