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Directório Global das TIC | Empresas e Profissionais | 2015/2016

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16 | Opinião diretório

16 | Opinião diretório global das tic | 17 SETOR TIC E MEDIA: UM DOS MOTORES DA ECONOMIA PORTUGUESA Rogério Carapuça Presidente da APDC Em Portugal, voltaram a registar-se em 2015 transformações significativas no setor das Tecnologias de Informação, Comunicação e Media. Continuámos a assistir à transformação do contexto competitivo no setor e essa transformação ocorre de forma cada vez mais rápida. Todos os intervenientes do ecossistema estão a posicionar-se, desafiando as tradicionais fronteiras entre negócios. Aprofundam-se as tendências que se vêm identificando nos últimos anos e as novas tecnologias vão fazendo o seu caminho no mercado. A cloud, a internet das coisas e a computação cognitiva são alguns exemplos. Esta é uma realidade não apenas nacional mas europeia e mundial num setor que assume, cada vez mais, uma importância verdadeiramente estratégica num mundo cada vez mais globalizado e conectado. Enquanto indutoras de modernidade e de competitividade e, por essa via, de dinamização e de crescimento económico e de desenvolvimento e progresso social, as TIC e Media estão no centro de todas as estratégias: das pessoas, das empresas e organizações e dos países. Na Europa, a Comissão liderada por Jean-Claude Junker elegeu o nosso setor como estratégico para o futuro europeu. Tem em marcha um plano para criar um “Digital Single Market”, a partir dos 28 mercados existentes. São três os objetivos fundamentais: reforçar o acesso aos serviços digitais, criar um mercado único com sã concorrência para impulsionar o crescimento das redes e serviços digitais e maximizar o potencial de crescimento da economia digital. Através dele, Bruxelas espera trazer mais 415 mil milhões de euros por ano à economia europeia e potenciar a criação de centenas de milhares de novos empregos. As consultas públicas decorrem até final do ano e a Comissão Europeia pretende avançar em 2016 com decisões concretas sobre como implementar as 16 iniciativas previstas, que terão um grande impacto nas TIC e Media. A extinção do roaming no espaço europeu, a partir de junho de 2017, é um dos exemplos. Tal como o novo quadro regulamentar para as comunicações eletrónicas, que terá que dar resposta a um ecossistema completamente novo, onde surgem players cada vez mais disruptivos, que prometem acelerar ainda mais as mudanças. RESPONDER AOS DESAFIOS E POTENCIAR AS OPORTUNIDADES Essas mudanças são bem visíveis no mercado nacional. A par das consolidações, da inovação nas ofertas e da crescente convergência entre as comunicações, tecnologias de informação e os media, assiste-se também à entrada e ao reforço de atividade destes novos players. Com a concorrência cada vez mais intensa, os operadores de comunicações continuam a disputar o mercado com pacotes de serviços cada vez mais integrados e competitivos e com novas soluções inovadoras. Ao mesmo tempo que continuam a investir nas respetivas infraestruturas fixas e móveis, para reforçar cobertura e qualidade, mantendo o país na liderança dos rankings europeus nas redes. No setor postal, o desenvolvimento dos negócios suportados pelo digital continuam a impactar o negócio, levando os players a inovar e a diversificar atividades. Nos media, aposta-se cada vez mais no digital, num negócio cada vez mais disputado à escala global, e em conteúdos diferenciadores e com valor. Os desafios do setor são grandes, mas os seus protagonistas têm evidenciado uma grande capacidade de resposta à mudança. Potenciando todas as oportunidades para As TIC e Media estão no centro de todas as estratégias: das pessoas, das empresas e organizações e dos países.

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