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Directório Global das TIC | Empresas e Profissionais | 2015/2016

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10 | Opinião diretório

10 | Opinião diretório global das tic | 11 ROBOTICS CONTINUOUS INDUSTRY TRANSFORMATION CLOUD VIRTUAL REALITY LAN / INTERNET 3D PRINTING SOCIAL BUSINESS 3 RD PLATFORM MAINFRAME na atribuição dos recursos aos projetos de transformação digital com base nas tecnologias de 3ª Plataforma de TI. O primeiro desafio que se coloca é o de definir e atuar sobre aquilo que as organizações necessitam para alinhar os objetivos de negócio com os investimentos em tecnologia. Posteriormente, o endereçar os requisitos tecnológicos, de recursos humanos e de processos são críticos para capitalizar o investimento nas tecnologias de 3ª Plataforma de TI. Após o rápido desenvolvimento da 3ª Plataforma de TI, a IDC antecipa o aparecimento de uma nova vaga de tecnologias — Internet of Things, tecnologias virtuais/ 2 ND PLATFORM 1 ST PLATFORM INTERNET OF THINGS MOBILITY CLIENT / SERVER TERMINAL COGNITIVE SYSTEMS BIG DATA NEXT-GEN SECURITY 3ª Plataforma Tecnológica e os Aceleradores de Inovação. Fonte: IDC, 2015 realidade aumentada, impressão 3D, wearables, robótica e sistemas cognitivos —, desenvolvidas no topo da 3ª Plataforma de TI, e que a IDC designa como Aceleradores da Inovação, que vão permitir ampliar as capacidades das tecnologias de informação e que vão ser responsáveis pela criação de oportunidades de transformação digital nas organizações de todos os setores. Esta nova geração de tecnologias, desenvolvida no topo da 3ª Plataforma de TI, vai ter um impacto diferenciado no interior das organizações a nível mundial. Assim, de todas as tecnologias referidas anteriormente, a Internet of Things é aquela que se encontra num estado de maturidade mais avançada, assim como aquela que poderá ter um impacto mais transversal nas organizações. A IDC prevê que nos próximos 12 meses esta tecnologia venha a ser de utilização corrente nas organizações a nível mundial. Apesar de ser uma tecnologia disponível há mais de 20 anos, a impressão 3D começa a adquirir as condições para se tornar uma tecnologia de uso comum nos próximos 12-24 meses. Para tal, irá contribuir a entrada da Hewlett-Packard neste mercado (2016), assim como a expiração de algumas das patentes relacionadas com estas tecnologias. No entanto, e apesar do crescimento da procura destes equipamentos a nível mundial, ainda permanecem alguns obstáculos — complexidade e disponibilidade de alguns produtos, questões de segurança e de proteção da propriedade industrial, etc. Acessibilidade, fiabilidade, serviço e disponibilidade de materiais são alguns dos pontos a ultrapassar para que estas tecnologias venham a ter um impacto real nas organizações. A proliferação da oferta de equipamentos wearables, fenómeno que começa a ser evidente nos lançamentos mediáticos dos últimos 12 meses (Apple, Google, Sony, etc.), deverá iniciar a sua penetração nas organizações no prazo de 24 meses e o seu impacto será sentido a nível dos departamentos ou das áreas de negócio. Contudo, e apesar do sucesso de alguns dos equipamentos, permanecem alguns obstáculos a serem ultrapassado para que estas tecnologias tenham uma utilização generalizada nas organizações a nível mundial - normalização do tipo de equipamentos e das API, questões de segurança e privacidade, implementação de redes 4G/5G, desenvolvimento de um ecossistema, entre alguns outros. A IDC acredita que é necessário uma diminuição de preços e um aumento da fiabilidade e da duração das baterias para que estas tecnologias se transformem numa alternativa no interior das organizações. Esta nova geração de tecnologias, desenvolvida no topo da 3ª Plataforma de TI, vai ter um impacto diferenciado no interior das organizações a nível mundiaL. A IDC acredita que as organizações que iniciem imediatamente o processo de adoção destas novas tecnologias vão adquirir vantagens competitivas em 2020. As restantes tecnologias — sistemas cognitivos, robótica e realidade aumentada/virtual — deverão vir a tornar-se dominantes num prazo mais alargado (mais de 24 meses). Os sistemas cognitivos serão aqueles que poderão vir a ter um impacto mais transversal nas organizações e na previsão da IDC e vão começar a ter uma utilização generalizada num prazo de 24 meses. Robótica e realidade aumentada/virtual vão ter um impacto mais localizado nas organizações a nível mundial — a nível departamental ou de unidades de negócio e deverão ter uma utilização generalizada num prazo idêntico ao dos sistemas cognitivos. Independentemente do impacto de cada uma das tecnologias referenciadas anteriormente, a IDC acredita que as organizações que iniciem imediatamente o processo de adoção destas novas tecnologias vão adquirir vantagens competitivas em 2020. À semelhança do que acontece com as tecnologias da 3ª plataforma, importa salientar que o valor acrescentado da utilização destas novas tecnologias reside na IMPACTO ORGANIZACIONAL CORPORATIVO MÚLTIPLOS DEPARTAMENTOS OU ÁREAS DE NEGÓCIO UM DEPARTAMENTO OU ÁREA DE NEGÓCIO Impressão 3D Nota: A dimensão da bolha indica a complexidade/custo intersecção das diferentes tecnologias e na sua aplicação à resolução das necessidades das organizações. Para mais informações sobre a evolução da 3ª Plataforma de TI em Portugal, assim como do impacto dos Aceleradores de Inovação no processo de Transformação Digital das organizações, poderá consultar o portal, desenvolvido com o apoio da NOS, Portugal Tech Insights 2020 (www.idc.pt/ TechInsights2020.html). Mais concretamente, o Portugal Tech Insights 2020 tem como objectivos: • identificar as principais tendências tecnológicas até 2020; • analisar como as organizações portuguesas podem ganhar vantagem competitiva neste novo contexto económico e tecnológico; • apoiar as organizações portuguesas na transformação digital. loT Wearables 0-12 12-24 24+ TEMPO (MESES) PARA SER DOMINANTE Sistemas Cognitivos Robótica Realidade aumentada/ virtual Gabriel Coimbra Country Manager da IDC Portugal Com mais de 15 anos de experiência no mercado de TIC, Gabriel Coimbra é responsável pelas operações da IDC em Portugal, a empresa líder mundial na área de “market intelligence”, serviços de consultoria e organização de eventos para os mercados das Tecnologias de Informação, Telecomunicações e Electrónica de Consumo. Para além das atividades de gestão, Gabriel Coimbra está directamente envolvido na concepção e coordenação dos vários estudos, eventos e soluções Go-to-Market que a IDC desenvolve em Portugal. Para além da concepção, coordenação e controlo de qualidade do research, contribui em diversos projectos de consultoria da IDC em Portugal. A sua opinião é regularmente citada na imprensa especializada e económica, como é o caso do Semanário Expresso, Diário Económico, Revista Exame, Jornal de Negócios entre outras. Gabriel Coimbra realiza também sistematicamente diversas apresentações nos principais eventos sobre Tecnologias de Informação e Telecomunicações em Portugal, Angola, Moçambique, Brasil e Espanha. Gabriel Coimbra é licenciado em Estatística e Gestão da Informação pelo ISEGI - Universidade Nova de Lisboa (UNL) e pós-graduado em Gestão Avançada pela Universidade Católica Portuguesa (UCP).

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