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COMUNICAÇÕES 244 - Missão: refundar a rede SIRESP

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À CONVERSA - Paulo Viegas Nunes está a refundar a rede SIRESP | EM DESTAQUE – Saiba tudo sobre o EVOLVE, o grande evento de transformação digital | NEGÓCIOS – Um ano depois, veja os impactos do spinoff da IBM e da criação da Kyndryl | MANAGEMENT - Construir uma cultura de empresa ajustada aos novos tempos é o desafio das lideranças | PORTUGAL DIGITAL – Conheça as ambições do Portugal Tech Hub | APDC NEWS – Veja os mais recentes eventos da Associação | ITECH - Bruno Mota é o entrevistado | 5 PERGUNTAS – a Paolo Favaro, líder da Vantage Towers |

a abrir sound bites :-b

a abrir sound bites :-b “O nomadismo digital veio abrir fronteiras e permitir uma troca de culturas que está a existir em toda a Europa e, se quisermos, no mundo. Mas vamos ver durante quanto tempo é que isto vai durar, porque no fim do dia os nómadas têm de criar uma raiz. Todos temos de criar raízes nalgum sítio. A grande pergunta é saber onde é que isso vai acontecer” Pedro Pina, Expresso, 09/12/2022 “Não se espera um novo ano fácil. Momentos de disrupção originam problemas graves. Mas as mudanças de paradigma vão, também, criar oportunidades para quem estiver bem equipado em competências digitais e for capaz de reagir rapidamente” Sérgio Magno, Exame Informática, 01/12/2022 “Precisamos de uma nova ‘Revolução Industrial’, baseada no conhecimento e na inovação. (…) A chamada Economia Digital, sobretudo em frentes altamente inovadoras, como a robótica, a Inteligência Artificial e a chamada Internet das Coisas, terá também um contributo a dar neste campo” Maria da Graça Carvalho, DN, 16/11/2022 “Num quadro carregado de ameaças, torna-se ainda mais premente - sobretudo para economias frágeis, como a nossa - que a execução dos fundos europeus seja acelerada. Será a única forma de dar gás ao investimento público (…) e com isso segurar o emprego e empurrar a atividade económica para a frente!” Joana Petiz, Dinheiro Vivo, 12/11/2022 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL visto COMO obrigaÇÃO cara Apesar da maioria dos quadros superiores ter consciência da urgência da ação climática, em concreto nada ou pouco foi feito. Faltam estratégias, dados e conhecimento sobre o retorno do investimento no desenvolvimento sustentável nos negócios, sendo o tema ainda olhado como obrigação dispendiosa. Acresce a falta de coordenação na implementação. A conclusão é do Research Institute da Capgemini, no estudo “A World in Balance - Why sustainability ambition is not translating to action”, que mostra que apenas 21% dos executivos de nível C considera que a informação sobre o retorno do investimento em medidas ambientais é clara, sendo os business cases de implementação das medidas de sustentabilidade subestimados ou mal compreendidos. O fosso entre ações de curto prazo e ambições de longo prazo foi detetado junto de um universo de 2004 quadros superiores de 668 grandes grupos empresariais (com um volume de receitas anuais superior a mil milhões de dólares) nos principais setores de atividade em 12 países. Menos de metade (49%) tem uma lista de prioridades para os próximos três anos e pouco mais de um terço (37%) diz que a sua empresa está a repensar o modelo a adotar.• ORGANIZAÇÕES EM RISCO DE FALHAR OBJETIVOS NET ZERO Se as organizações não duplicarem a taxa de redução de emissões de carbono até 2030, a maioria não conseguirá cumprir os objetivos estabelecidos pelo Net Zero 2050. Apesar de mais de um terço (34%) das maiores empresas do mundo estarem já comprometidas, a maioria (93%) não alcançará os objetivos definidos. A conclusão é do estudo “Accelerating Global Companies toward Net Zero by 2050”, da Accenture. O trabalho, com base numa análise dos compromissos de redução de emissões e dos dados das 2000 maiores organizações mundiais, conclui que o aumento da inflação dos preços da energia e da insegurança no fornecimento está a tornar os compromissos inatingíveis. Assim, a aceleração para o net zero exigirá capacidades de carbon intelligence, que permitam às organizações controlar, melhorar e impulsionar a criação de valor, incorporando a “inteligência carbónica” e ESG nos seus negócios core e nas cadeias de valor. Tal inclui a integração de dados de carbono, energia e outros dados de sustentabilidade. É que, neste momento, apenas 7% das empresas estão no caminho certo para atingir os seus objetivos net zero.• O tema do desenvolvimento sustentável ainda é encarado pela maioria dos quadros superiores como obrigação Apesar de mais de um terço das maiores empresas estarem já comprometidas, a maioria não alcançará metas 8

SUCESSO DO 5G VS EFICIÊNCIA ENERGÉtica Planear de forma diferente, com uma evolução sustentada da rede; modernizar a infraestrutura para reduzir o consumo total de energia e operar de modo distinto, aproveitando a inteligência artificial/machine learning (IA/ML) e a automatizar para maximizar o desempenho do tráfego – são as três premissas identificadas pelo “Breaking the Energy Curve 2022”. Este estudo da Ericsson aconselha os prestadores de serviços de comunicações sobre como se podem tornar mais eficientes em termos energéticos, sustentáveis e rentáveis, à medida que o 5G ganha mercado numa escala global e para atingirem os seus objetivos empresariais e metas de sustentabilidade. Só desta forma – conclui este trabalho – conseguem desafiar a abordagem tradicional da indústria, garantindo sustentabilidade e redução do consumo da rede. Recomenda-se aos operadores que tenham uma visão holística da evolução, expansão e funcionamento da rede, para quebrar a trajetória ascendente do consumo de energia das redes móveis. Esta abordagem ajudará também a enfrentar o desafio do crescimento exponencial do tráfego de dados.• Para diminuir o consumo de energia das redes móveis é preciso planeá-las e modernizá-las NuMEROS 3 BILIÕES Pela primeira vez, o top 100 das maiores marcas do mundo ultrapassou os 3 biliões de dólares. Sendo que o top 10 representa 53% desse valor. Os números são do 23º relatório das “Melhores Marcas Globais”, da Interbrand. Mostram que pelo 10º ano consecutivo, a Apple é a marca mais valiosa do mundo. A Microsoft surge na 2ª posição, destronando a gigante de e-commerce Amazon, sendo uma das marcas que mais valorizou num ano. A Google manteve- -se em 4º lugar, seguida da Samsung. Estrearam-se no ranking a Airbnb, Red Bull e Xiaomi. 996 MIL MILHÕES É o valor estimado, em dólares, para o mercado do metaverso até 2030. As estimativas da GlobalData dizem que apresentará um aumento anual de 39,8%, graças aos investimentos das tecnológicas nesta nova dimensão da internet, à necessidade de se conseguir ter uma melhor interação entre os clientes, ganhar reconhecimento de marca e garantir expansão ou novas fontes de receitas. Em 2021, o metaverso alcançou os 22,79 mil milhões de dólares só na indústria digital. 550 MIL MILHÕES Foi o valor em dólares perdido na Wall Street pelas grandes tecnológicas - Alphabet, Amazon, Apple, Meta e Microsoft - na sequência da apresentação dos respetivos resultados do 3º trimestre, que desapontaram o mercado. A estimativa foi feita pelo Financial Times, que destacou as justificações dadas pelas big tech: abrandamento da economia global, inflação e subida de preços e incerteza sobre o comportamento dos consumidores. Só a Meta perdeu 22% do seu valor, o equivalente a 80 mil milhões de dólares. Já a Microsoft perdeu 174 mil milhões de dólares de valor de mercado.• 9

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