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COMUNICAÇÕES 244 - Missão: refundar a rede SIRESP

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edit orial Eduardo Fitas eduardo.fitas@accenture.com Muito mais que “bom trabalho” Chegámos ao fim de um ano de má memória, numa sequência de anos de má memória. Por uma razão ou outra - muitas delas sem que se pudesse fazer nada para as evitar - a má memória está a ser o padrão dos últimos tempos, no momento de fazer o balanço do ano. Mas continuará a ser verdade dizer que fizemos o possível para que o impacto dos acontecimentos fosse minimizado ou que nos preparámos para uma recuperação rápida? Os dados do INE deste dezembro mostram que o PIB per capita nacional, expresso em paridade de poder de compra (PPC), desceu de 76,1% da média europeia em 2020, para 75,1% em 2021. Ocupamos agora a 16ª posição entre os 19 da zona euro, apenas à frente da Letónia, Eslováquia e Grécia. Desde o alargamento da UE, a partir de 2005, que o país tem vindo a perder posições em relação aos seus congéneres europeus. É verdade que os países mais dependentes do turismo foram os que mais sofreram com a COVID-19, estando Portugal nesse grupo. Mas este é também um alerta para aumentar a resiliência da economia, que não deve ter uma dependência a este nível de uma única atividade. Não há dúvidas sobre a nossa evolução enquanto economia e sociedade. A qualidade de vida é claramente melhor, assim como o nível de desenvolvimento, quando comparado com o que tínhamos no início do milénio. Mas não nos devemos conformar com o que conseguimos e sim assumir o desafio do que podemos ambicionar. Recentemente, depois de rever o “Whiplash”, fiquei a pensar no quanto a frase do professor Terence Fletcher - “There are no two words in the English language more harmful than ‘good job’” - se aplica tão frequentemente às nossas decisões. Com a renegociação do PRR a iniciar-se em janeiro e as perspetivas de que a inflação abrande de forma significativa na 2ª metade de 2023, com a esperada descida das taxas de juro e a manutenção dos níveis de emprego, não podemos ambicionar a algo mais do que fazer apenas um “bom trabalho”? 2023 não vai ser um ano fácil. A incerteza estará presente num ano que será cheio de desafios, mas com claras perspetivas de melhoria. Mas não devemos esperar pela oportunidade perfeita para fazer as mudanças de que necessitamos, porque ela nunca vai chegar. Nesta última edição de 2022, partilhamos muitos exemplos de experiências e de planos de transformação, seja no setor público, seja no privado. Vamos garantir que no próximo ano multiplicamos exponencialmente este número e fazemos muito mais que um “bom trabalho”? Fica o desafio, com os votos de um excelente 2023!• 3

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