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COMUNICAÇÕES 243 - Digitalizar é a sua password

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À CONVERSA - Mário Campolargo acredita que o futuro se faz com passos SIMples; EM DESTAQUE - 31º Digital Business Congress: o balanço; NEGÓCIOS - Como se vai reposicionar o mercado depois do crash das criptomoedas?; MANAGEMENT – Não há revoluções sem dor; 5 PERGUNTAS a Andrés Ortolá, diretor-geral da Microsoft; I TECH - Ricardo Martinho, presidente da IBM; CIDADANIA - Um modelo de recrutamento muito à frente

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apdc news WebMorning - 5G: Inovação para um Futuro Sustentável Uma evolução em ecossistema Sendo a tecnologia a base de tudo, a adoção do 5G no setor energético dá ainda os primeiros passos. Mas há agora que acelerar, porque as transformações do mercado são cada vez mais rápidas. Texto de Isabel Travessa 42 A nova geração móvel ainda só agora arrancou. Mas há muita expetativa em relação ao seu potencial disruptivo. Se os use cases se multiplicam, a verdade é que está tudo por fazer. Trabalhar em ecossistema é visto como o caminho para acelerar o futuro num setor onde a transição energética é uma prioridade absoluta. Este é o momento de debater a transformação digital e de inovação no setor energético, como defende a CEO da Ericsson Portugal no arranque deste WebMorning. Estando hoje mais de 200 redes 5G live, com mais de 730 milhões de subscritores a nível global, sendo oficialmente a tecnologia móvel com a instalação mais rápida da história, Nuno Roso, director of Digital Tecnologies Unit da Ericsson Portugal, não tem dúvidas de que a nova geração móvel será essencial para o setor de energia e utilities. Informação em tempo real, sensorização, monitorização realidade aumentada, operações remotas e vigilância inteligente são determinantes num mercado em

Sofia Vaz Pires, CEO, Ericsson Portugal Ana Casaca, Global head of Innovation, GALP Rui Luís Aguiar, Head of networks and services, Instituto de Telecomunicações - Universidade de Aveiro Nuno Roso, Director of Digital Tecnologies Unit, Ericsson Portugal João Nascimento, Digital global unit, EDP Sandra Fazenda Almeida, Diretora executiva, APDC (moderação) mudança, onde haverá um mix de soluções. A tecnologia 5G pode contribuir efetivamente para o combate às alterações climáticas, a sustentabilidade e a digitalização. Sendo escalável e segura, é uma plataforma que tem por base a inovação”, pelo que além da sua utilização nos use cases mais óbvios, poderá ser usada “em novos use cases e possibilidades de inovação”, afirma o gestor, para quem “o 5G é um enabler dos 4 D’s do mercado da energia: descentralização, descarbonização, digitalização e democratização. Só com todas estas tecnologias conseguimos alcançar as metas definidas para 2030”. MUITO CAMINHO A FAZER Sendo a tecnologia fundamental “para o caminho que estamos todos a fazer na transição energética” e tendo em conta os objetivos ambiciosos de neutralidade carbónica do setor para 2050, Ana Casaca, global head of Innovation da Galp, defende que todo o portfolio de produtos e serviços seja no futuro “radicalmente diferente”. Tal obrigará a fazer um caminho colaborativo, “tendo por base as novas tecnologias e uma jornada de experimentação e inovação gigante, que só vai ser possível com tecnologias, nomeadamente o 5G, que vão permitir fazer o caminho mais rápido”, assegura esta responsável. Exemplificando com o que a Galp está já a fazer para alcançar em 2050 a neutralidade carbónica – com a aposta em energias renováveis e novas energias – diz que “a tecnologia será base em tudo”. O 5G é um enabler do mercado da energia. Só com esta tecnologia será possível cumprir as metas para a neutralidade carbónica Na EDP o caminho é similar e ainda mais ambicioso, porque a meta é deixar de ter em 2025 produção de carvão e em 2030 alcançar a neutralidade carbónica. João Nascimento, Digital Global Unit do grupo, não tem dúvidas de que “estamos em ecossistema e que todos juntos é que vamos fazer esta transição energética e de digitalização da sociedade. Os 4 D’s da transição energética caracterizam bem o que temos de fazer, assim como a importância do 5G como um enabler desta transição”. Olhando para a digitalização “como algo imperioso que teremos de ter, caso contrário o novo sistema energético que estamos a montar não funciona, João Nascimento diz que esta é a cola de tudo o que vamos 43

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