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COMUNICAÇÕES 242 - Paulo Portas: pelo digital é que vamos

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apdc news APDC | DOT TOPICS Fazer acontecer “O 5G vai ser, sem dúvida, a maior revolução do ponto de vista tecnológico dos últimos tempos”, garante a CEO da Ericsson Portugal. Por isso, a meta é acelerar, em ecossistema, a utilização da nova geração móvel. Texto de Isabel Travessa spoti.fi/3kx8Bd3 youtu.be/78B-IKM4T-I 62 DEPOIS DOS OPERADORES e de um grande cliente, foi a vez de um dos principais fornecedores mundiais analisar o potencial do 5G. Sofia Vaz Pires, CEO da Ericsson Portugal, a mais recente oradora convidada dos Dot Topics APDC, um novo formato de iniciativas em vídeocast ou postcast, garante que a nova geração móvel, pelas suas características, “pode, realmente, causar uma revolução, tanto do ponto de vista de produtividade, como de custos”. Numa conversa com Sandra Fazenda de Almeida (APDC), a gestora, que tem uma larga experiência internacional e regressou a Portugal há menos de um ano, afirma que “Portugal sempre foi visto lá fora como uma referência do ponto de vista de liderança e na captação e implementação de novas tecnologias. Somos pequeninos, mas muito inovadores”, um país “incubador da tecnologia”, pela dinâmica que existe no mercado, quer do ponto de vista das empresas, quer dos utilizadores finais. Tendo em conta que a pandemia foi um acelerador de transformação digital, tanto na forma como as empresas conectam as suas pessoas,

“No 5G a fronteira é mesmo a imaginação”, afirma a CEO da Ericsson Portugal como no modo como elas se conectam entre si, a CEO está convicta que no 5G “a fronteira é mesmo a imaginação. Estamos ainda numa fase muito inicial de desenvolvimento e implementação da tecnologia, mas obviamente que à medida que o tempo vai avançado, novas ideias e empresas vão Será necessária uma injeção de criatividade para desenvolver as aplicações e os devices que darão às pessoas as experiências certas surgindo”. Para que tal aconteça, não basta a vontade dos fornecedores e dos operadores. Tudo dependerá também do “próprio mercado querer adotar a tecnologia, depois de perceber o papel crucial do 5G no aumento da produtividade e na redução de custos”. No fundo, será necessária uma “injeção de novidades e de criatividade” para desenvolver as aplicações e os devices que darão às pessoas as experiências certas. “O sonho é conseguir mais produtividade, melhores experiências e, obviamente, uma forma mais verde de estar”, salienta. Para já, a Ericsson está a trazer para o mercado nacional todas as experiências internacionais de implementação de redes 5G, acelerando o trabalho dos operadores. Depois, a gestora defende a necessidade de o governo apoiar o desenvolvimento desta tecnologia, que terá ainda de contar com o envolvimento de um vasto conjunto de outras entidades, como universidades, centros de desenvolvimento e startups, num verdadeiro ecossistema. Uma preocupação central é ainda a de como se obterá o retorno do investimento no 5G, uma vez que “não há uma fórmula que sirva a todas as empresas”. Para cada caso, terá de analisar-se o ambiente, o setor, os objetivos, os pontos de dor e como é que as características do 5G os endereçam. Certo é que a nova tecnologia, na sua perspetiva, “pode realmente causar uma revolução, tanto do ponto de vista de produtividade, como de custos. O apelo a todos os players do ecossistema é pensar em como é que concretizamos esta revolução, que todos queremos que aconteça”.• 63

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