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COMUNICAÇÕES 242 - Paulo Portas: pelo digital é que vamos

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negocios 38 Se há pouco

negocios 38 Se há pouco mais de dois anos, eram poucos os exemplos de trabalho à distância e se antecipava que esta fosse uma evolução muito gradual, de gerações, hoje as empresas terão de se reajustar rapidamente ao que poderá ser uma verdadeira disrupção. É que todos os estudos constaram o óbvio: depois da experiência com a pandemia, os colaboradores querem, na sua esmagadora maioria, trabalhar de forma híbrida. “As empresas e a sociedade, de forma surpreendente, adaptaram- -se a esta nova forma de trabalho. Vimos pessoas que nunca tinham ligado uma câmara no seu computador passarem a interagir remotamente. Vimos empresas a fazer um shift e a repensar tudo para a nova realidade. Esta crise de saúde pública veio dar razão à estratégia que o grupo já vinha a desenvolver. Toda a inovação que o grupo foi introduzindo nos seus produtos ao longo dos últimos anos, com a sua aposta na mobilidade, acabou por ser compensada, por via desta necessidade”, afirma José Correia, diretor-geral da HP Portugal. “Quando pensamos em trabalho híbrido, pensamos em tudo o que são workforce solutions, que vão permitir que empresas e colaboradores possam ter uma experiência produtiva de trabalho, em linha com as necessidades e expetativas. Tudo tem que ser seamless e fácil, no escritório ou em casa. A verdade é que se abre uma nova realidade: para as empresas, que passam a ter acesso a talento remoto, sem restrições geográficas, e para as pessoas, que ficam com um maior equilíbrio entre vida profissional e pessoal, sendo mais produtivas”, salienta José Correia. RECEITA WIN-WIN O gestor não tem dúvidas de que “todo o ecossistema de trabalho terá de ser readaptado, sendo a tecnologia um enabler. Tudo vai convergir neste novo mundo híbrido. Trata-se de uma nova forma de trabalhar que faz todo o sentido. É win-win para os envolvidos e simpli- José Correia, diretor-geral da HP Portugal, não tem dúvidas: “Tudo vai convergir neste novo mundo híbrido” fica e aumenta a produtividade, em muitos dos casos. As barreiras que antes existiam caíram por terra. Ficou provado que as pessoas conseguem fazer remotamente o trabalho, até porque ficam mais satisfeitas e equilibram mais a sua vida profissional e pessoal”, explica. E dá o exemplo da própria HP, onde tudo mudou. Agora, “o escritório é para colaborar. O que se espera é que as pessoas, quando se deslocam para o local de trabalho, venham para ter reuniões, para falar e interagir. Tudo o resto podem fazer a partir de casa. Há muitas empresas que já estão a seguir este caminho”. O escritório híbrido passa assim a ser um local de partilha e de aumento de experiências, do qual vai emergir uma nova cultura nas empresas. É que com a pandemia, acabou por se criar confiança no trabalho das pessoas realizado à distância, o que facilita agora esta mudança. Acresce que as novas gerações já têm uma nova forma de trabalho, mais flexível, pelo que este modelo híbrido vai permitir não só captar, como

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