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COMUNICAÇÕES 240 - Fernando Alfaiate: o homem do PRR

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em destaque 30 fiante

em destaque 30 fiante pois abriram as portas às empresas, disponibilizaram a sua capacidade instalada por todo o país e flexibilizaram os seus conteúdos formativos. “A parceria com as entidades empregadoras no desenho curricular e na definição dos conteúdos foi uma prova para os nossos docentes. Além disso, tiveram que se adaptar, pois os formandos tinham formações de origem muito diferentes, o que foi um desafio extra relativamente às metodologias pedagógicas a usar”, descreve Maria José Fernandes, Presidente do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave. Para as pessoas que participaram no UPskill foi um esforço rigoroso, pois passaram por um processo de seleção difícil e depois por nove meses de formação teórica e prática intensiva. Bernardo Rodrigues, um dos participantes na primeira edição do UPskill, que agora está integrado na Capgemini Engineering do Fundão, reconhece: “É exigente mas não ao ponto de as pessoas não conseguirem fazer. Com empenho, é possível, mesmo para quem não saiba nada de programação. A maioria dos alunos da minha turma estava nessas condições”. Elogia a entrega dos professores da Escola Superior de Tecnologia de Castelo Branco, que se “esforçaram ao máximo e deram tudo o que podiam para nos conseguirem ajudar”. Mas alerta para a necessidade de as pessoas terem um certo perfil: “Têm de ter gosto por informática, serem pacientes, possuirem um bom raciocínio lógico e terem uma boa capacidade de adaptação. De um dia para o outro, as coisas ficam ultrapassadas e temos de estar sempre a aprender”. Ciente da sua complexidade, Rogério Carapuça, presidente da APDC, considera que o UPskill é já “um caso de estudo, que podemos replicar. Não é um programa de formação em abstrato; é um programa de vagas concretas, orientadas para as necessidades do mercado. Não é um programa para formar pessoas que talvez um dia vão arranjar emprego... No UPskill, as pessoas têm a garantia que, se tiverem sucesso académico no programa, pelo menos 80% irão ser contratadas. E isto é fundamental!”. FUTURO PROMISSOR As inscrições para a segunda fase do UPskill abriram no dia 14 de outubro. As expectativas são as melhores. A larga maioria das empresas volta a fazer parte desta edição do programa e várias outras juntaramse agora. A formação será alargada a Braga, Coimbra, Uma das novidades introduzidas na 2ª fase do UPskill é a possibilidade de cada empresa formar turmas dedicadas Leiria, Évora e Faro e o número de vagas disponíveis quase duplica. Uma das melhorias introduzidas é a possibilidade de cada empresa formar turmas dedicadas, destinadas apenas às suas necessidades de talento específicas, onde escolhem a tecnologia tratada e a localização que lhe for mais conveniente. “Na primeira fase, contratámos cerca de dez pessoas, mas os resultados foram tão interessantes, que agora estamos a pedir mais de 150”, conta Francisco Febrero, CEO da Inetum em Portugal. “A nova possibilidade de termos turmas dedicadas e o envolvimento das empresas nas várias fases do projeto é muito interessante. E, para nós, podermos contratar pessoas fora dos grandes centros de Lisboa e Porto é muito importante”. O perfil diferenciado dos candidatos é outra vantagem que esperam continuar a obter nesta segunda fase do programa. “Para nós é muito enriquecedor termos pessoas já com experiência profissional, que sabem como é a vida numa empresa. São pessoas que são mais rapidamente incluídas, pois já sabem trabalhar num projeto, lidar com prazos e responsabilidades ou estar com os clientes”. A Deloitte é outra das empresas que reforçou a sua aposta no programa: “Incluímos 15 pessoas, na primeira fase, mas agora, estamos com um plano muito ambicioso para esta segunda: 165. O salto é muito elevado e só o damos porque estamos confortáveis com o programa”, relata Nuno Carvalho. E elogia também o perfil do talento contratado: “Sinto que as pessoas que fazem uma aposta num determinado sentido, quando mudam o rumo da sua vida, já têm uma maturidade diferente, pois depararam-se com expectativas que não foram cumpridas, com contextos de trabalhos que não correspondiam às suas necessidades e, por isso, agarram esta oportunidade com unhas e dentes. A sua motivação e empenho estão a fazer toda a diferença”. Entre as áreas de formação já solicitadas pelas empresas, nesta segunda fase, estão tecnologias como .Net, OutSystems, Java, PowerPlatform, Microsoft CRM, Cloud AWS, Cloud Microsoft Azure, Appian, ServiceNow, Android, Datawarehouse BI, Robotic Process Automation / V&V - Validation & Verification, Salesforce e SAP. Agora, um dos maiores desafios é a divulgação do programa e chamar pessoas, fazendo-as acreditar que o UPskill é uma hipótese concreta de uma nova oportunidade profissional. De presente e futuro.•

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