COMUNICAÇÕES 239 - Alexandra Leitão: Fazer Política para as Pessoas (2021)

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apdc news Rogério

apdc news Rogério Carapuça, presidente APDC Sérgio Gonçalves do Cabo, partner, Luís Silva Morais, Sérgio Gonçalves do Cabo & Associados Ricardo Castanheira, Digital & Telecom counselor REPER Fernando Resina da Silva, partner VdA Álvaro Nascimento, associate professor of Banking & Finance UCP Sandra Fazenda Almeida, diretora executiva APDC (moderadora) Tiago Bessa, partner VdA Pedro Mota Soares, secretário-geral Apritel 54 nidades, diz que “o diabo está nos detalhes. Há todo um foco excessivo num resultado e não numa dinâmica concorrencial, que todos sabemos que existe”. Admitindo que o tema é complexo, considera que “o regulador se tornou demasiado europeu, institucionalista e pouco confiante no funcionamento do mercado. Estamos a evoluir na construção teórica do modelo da concorrência, mas temos sido pouco efetivos na avaliação da contestabilidade dos mercados. Esquecemo-nos que as indústrias mudam todos os dias em termos de modelos de negócio e que existem novas dinâmicas de concorrência. Estamos num quadro que é muito de políticas públicas e muito pouco de privadas”. Por isso, defende que sendo “a questão da concorrência de rivalidade e não de poder de mercado”, o papel do regulador terá de “focar-se no processo”, garantindo que este é “equilibrado, equitativo e sem distorções”, e não no resultado, porque com isto está “a introduzir elementos de distorção na vida das empresas que podem ter efeitos perniciosos”. Ricardo Castanheira alerta ainda que os operadores europeus têm que perceber que se vive “um momento novo” e que terão de se adaptar a uma nova realidade. “Não basta pedir para, por exemplo, incluir os OTT’s nas diversas regulações e depois Manter o equilíbrio do setor, capacidade de investimento e privilegiar a inovação, são desafios ficarem estáticos, mantendo os seus modelos de negócio, quando tudo está em transformação. É preciso que as telcos, que muito fizeram em investimento, se adaptem”. Sobre o leilão do espetro para o 5G, ainda a decorrer, a entrada de novos concorrentes e o seu impacto no mercado, Álvaro Nascimento defende que quanto mais players existirem, maior necessidade haverá de partilha dos investimentos. Para o economista, há uma clara opção por mais concorrência em vez de mais inovação, pelo que se corre o risco de haver excesso de capacidade instalada, perdendo-se eficiência a prazo.•

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