COMUNICAÇÕES 237 - Que Portugal Digital Queremos Construir? (2020/2021)

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APDC 237 - Que Portugal Digital Queremos Construir? Janeiro 2021

a abrir 6 Migração

a abrir 6 Migração para a cloud pública reduz emissões e custos A migração para a cloud pública permite a redução significativa de emissões de carbono das TI em 5,9%, o que equivale a quase 60 milhões de toneladas de dióxido de carbono/ano ou a retirar 22 milhões de carros das estradas. As conclusões são de um estudo da Accenture Strategy, “The Green Behind The Cloud”, baseado na experiência do grupo no apoio a migrações de cloud sustentáveis junto dos seus clientes. Ficou demonstrado que as empresas podem obter maior valor através de procedimentos ambientalmente corretos e usando serviços em cloud. Cerca de 59% dos CEO afirmam estar a implementar a utilização de energia renovável e de baixo carbono, enquanto 44% acreditam num futuro “carbono zero” para a sua empresa. Dois terços encaram tecnologias como a cloud essenciais para acelerar a mudança e cumprir compromissos ambientais e também reconhecem os seus benefícios financeiros: com poupanças até 40% do custo total de propriedade da cloud pública, impulsionada pela maior flexibilidade de profissionais, melhores taxas de utilização dos servidores e uma infraestrutura mais eficiente em termos de energia .• Estudo da Accenture Strategy estabelece associação clara entre standards ambientais e a adoção de serviços na cloud Save the date Máquinas inteligentes conectadas ganham relevância até 2030 Os consumidores que adotam tecnologias em fases iniciais antecipam que a conectividade inteligente vai permitir serviços que ultrapassarão as experiências atuais de banda larga móvel. Assim, antecipa-se que o aumento das máquinas inteligentes conectadas dará múltiplas oportunidades de novos serviços de rede inteligente para os prestadores de serviços 5G. Segundo a 10ª edição do relatório do ConsumerLab “As 10 principais tendências de consumo”, da Ericsson, há pelo menos 112 conceitos de máquinas inteligentes conectadas, de uma perspetiva centrada no ser humano a uma perspetiva mais racional. Em resultado do trabalho, obteve-se uma visão geral das dez funções que os consumidores esperam que as máquinas inteligentes conectadas assumam no dia a dia até 2030, com os avanços na tecnologia de comunicações móveis, onde se destaca o 5G, e a IA. Bots corporais, anjos da guarda, bots da comunidade, bots da sustentabilidade, defensores do home officing, explicadores, indicadores da conectividade, bots malfeitores, criadores de conteúdo multimédia e bots autoritários são as dez funções identificadas.• Ilustração vectorjuice/freepik

Ilustração stories/freepik CURIOSIDADE Doar tempo de computação para COVID-19 É um projeto voluntário de crowdsourcing que decorreu no âmbito do OpenPandemics-COVID-19. Juntou a IBM Cloud e a Scripps Research e levou milhares de pessoas em todo o mundo a doar através de uma app do World Community Grid da IBM a capacidade de processamento dos seus computadores e smartphones, no equivalente a 70 mil anos de computação. Objetivo: ajudar os cientistas a combater a pandemia. Foi assim que entre maio e novembro foram identificados 70 componentes químicos que podem ser promissores no tratamento da pandemia. Saber fidelizar um consumidor conectado O retalho tem sido um dos setores mais afetados pela pandemia da COVID-19, o que tem incentivado as vendas online e o comércio eletrónico, levando as lojas a acelerarem uma digitalização que já fazia parte das suas estratégias futuras. Apostar no omnicanal, fazer uma utilização inteligente dos dados e usar soluções de IA terão de ser apostas, mostra o relatório “A Reinvenção do Sector do Retalho”, da Minsait, do grupo Indra. Constatando-se uma adesão significativa aos canais online e à digitalização pelos consumidores, as empresas estão a investir mais em tecnologia para dar resposta às novas tendências. Cada vez mais, os potenciais clientes confiam nos canais online, mas exigem melhores condições e garantias de devolução, segurança nos pagamentos eletrónicos, excelência em termos de prazos, modalidades e condições de entrega, facilidade de utilização dos sites ou aplicações e a ligação entre loja física e canal online. O estudo mostra que sete em cada dez clientes utilizaram ou estariam dispostos a utilizar tecnologias relacionadas com a visualização e exploração de produtos nas compras online, o que permite prever uma maior intenção de usar tecnologias como a realidade aumentada ou virtual, rastreabilidade e informação sobre a origem através do blockchain na alimentação, ou o visual search. A utilização inteligente de dados e a personalização da experiência e produtos foram reforçados como valores-chave para melhorar a compra.• 8 tendências e previsões para 2021 na analítica e IA O SAS reuniu os seus especialistas de renome da EMEA para prever as tendências para 2021 e identificou as seguintes: reconfiguração da cloud para analítica; decisores começam a confiar na IA; vilas inteligentes alcançam cidades inteligentes; o ano da vacina; consumidores ganham mais controlo com tudo remotamente; nativos de dados entram para a força de trabalho; farmacêutica que prioriza o paciente salva mais vidas; e organizações da “velha guarda” têm novas oportunidades para se reinventar com analítica. Estas são as principais previsões do SAS para 2021, que mostram que a natureza disruptiva do ano passado também traz algumas oportunidades, sendo que muitas envolvem dados, analítica e transformação digital. No processo de reconstrução da economia global, a digitalização será a chave para enfrentar qualquer desafio económico, de saúde, ecológico ou social. Para além da saúde, muitos são os setores que, devido à crise, tiveram de adotar rapidamente ferramentas digitais para continuar a sua atividade e não há como voltar atrás neste processo. • A reconfiguração da cloud para analítica vai ser, segundo previsões do SAS, uma das tendências deste ano 7

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