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COMUNICAÇÕES 225 - O Líder Mobilizador (2017)

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APDC 225 - O Líder Mobilizador Dezembro 2017

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APDC news Portugal Digital Awards Vencedores Portugal Digital Awards 2017 Referência Especial Associação Florestal de Entre Douro e Tâmega Best Digital Strategic Tools IGeFE - “Sistema de gestão orçamental preditivo” Menção Honrosa TAP Portugal - “FlYtap” Best Digital Product & Customer Experience EMEL - “ePark – Estacionamento digital ao serviço do cidadão mobilizado” Menção Honrosa MillenniumBCP - “Customer Branch Experience 2.0” Menção Honrosa APS - “App e-segurnet” Best Digital Operational Process BPI - “Transformação digital” Menção Honrosa Galp - “Sistema de Gestão de Logística” Best Digital Workplace Worten - “Winners” Best Digital Digital Platform SIBS - “MB WAY” Menção Honrosa CTT - “Plataforma digital de campanhas online” Best Digital Transformation Idea James - The Artificial Intelligence for Credit Risk Axians Best Digital Transformation Project EDP - EDP re:dy Vodafone Best Digital Leader Rogério Campos Henriques, CIO e Membro Executivo do Conselho de Administração da Fidelidade Sendo o tema a transformação digital, debateram-se os caminhos para garantir o futuro, neste encontro realizado a 21 de setembro último Mudança acelerada e até caótica Projetos distintivos e inovadores na área da transformação digital não faltam no nosso país. No Portugal Digital Awards voltaram a premiar-se os que mais se destacam. Premiar os projetos distintivos e inovadores, assim como personalidades que se destacam na área da transformação digital é o objetivo do Portugal Digital Awards, uma iniciativa do Negócios e da IDC, em parceria com a Vodafone e Axians. A edição de 2017 teve cerca de 200 candidatos, tendo sido validados 80. Na entrega dos prémios, debateu-se o impacto da rápida transformação digital. Num debate sobre o tema “Digital Transformation: Whats Next?” que também integrou este evento, o presidente da APDC, Rogério Carapuça, destacou algumas certezas do processo rumo ao digital, nomeadamente a velocidade da transformação cada vez maior e até mesmo caótica: “Não é possível prever o que vai acontecer a seguir. É um processo rápido e imprevisível. Se um setor é “tocado por um player disruptivo, mesmo que o disruptor desapareça, a disrupção vai manter-se. O que não sabemos em concreto é como os players se vão combinar, nem quais os impactos”, explicou. O país, acrescentou Fernando Bação, da NOVA IMS, tem um problema de dimensão: “Muitas plataformas surgem rapidamente e até perdem dinheiro para mais rapidamente criar valor. Neste cenário, as economias de rede são muito importantes e significativas para ganhar dinheiro”. O caminho passa, para Pedro Afonso, CEO da Axians, por aprendermos uns com os outros, enquanto agentes ativos do digital. Por construir redes de pessoas, de empresas ou redes sociais. Este pode ser um caminho para Portugal ter um papel relevante e diferente. Afinal, as pessoas estão no centro da transformação.• IT C

APDC news PWN Lisbon Annual Event Garantir o sucesso do amanhã Não se sabendo para onde vai a tecnologia, há que preparar e antecipar o futuro desde já. A Europa enfrenta sérios desafios. “The changes of today in tomorrow’s success” foi o mote para o debate do evento anual da Professional Women´s Network Lisbon (PWN Lisbon), que integra uma rede global que visa promover a igualdade de género. Para Milo Jones, keynote speaker deste encontro, que decorreu a 26 de outubro, “o futuro já chegou”. Este especialista em geolítica e liderança, considera que “a Europa enfrenta temas muito sérios, face à concorrência de outras geografias. Bruxelas terá de definir standards regulatórios para se conseguir manter”. Não tendo dúvidas de que “as tecnologias digitais estão a gerar uma mudança geopolítica”, está certo de que “tendências como a inteligência artificial, a automação e as tecnologias genéticas vão continuar a combinar e a alterar as tendências mundiais”. Por isso, há que “olhar para as soluções, para os novos problemas, com criatividade e inovação”. A tecnologia “vai impactar todas as áreas. Serão criados novos empregos, mas para as novas gerações e não para aquelas que estão a ficar desempregadas. No “Geopolítica: As Tendências Globais” foi um tema de reflexão neste encontro. Ninguém tem dúvidas de que a tecnologia está a mudar tudo mundo rico ninguém ainda pensa no impacto económico das mudanças. Mas toda a sociedade terá que o repensar. Precisamos de discussões adultas sobre a mudança. Até porque não fazemos qualquer ideia para onde vai a tecnologia”, alerta. Rogério Carapuça, presidente da APDC, fala mesmo em revolução. “Tão grande como foi a revolução industrial, mas muito mais rápida. Vai mudar tudo. É esse desafio que temos de saber endereçar”, destaca, referindose nomeadamente aos players dos vários setores de atividade. A mudança vê-se com os atuais gigantes da internet, projetos globais que valem mais que os próprios Estados, mas com “uma grande diferença: as empresas têm Qualificar para o digital tem de ser o caminho para conseguir novas oportunidades de emprego, diz o presidente da APDC lucros, os estados dívidas. São gigantes com muito mais poderes que os próprios países”, que criam novos negócios e acabam com os dos operadores tradicionais. Comentando as estimativas de perdas de empregos, o responsável da APDC considera que “todas as revoluções destruíram emprego e criaram novo. Será o mesmo com o digital”. A questão é saber se os novos postos de trabalho criados serão suficientes para compensar os que se perdem, tendo em conta que haverá robots e inteligência artificial para substituir as pessoas. Um panorama que obriga a apostar na qualificação para o digital, tanto em hard como em soft skills, para conseguir novas oportunidades. Afinal, trata-se de uma questão de sobrevivência.• IT C

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