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COMUNICAÇÕES 225 - O Líder Mobilizador (2017)

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APDC 225 - O Líder Mobilizador Dezembro 2017

I tech Marina Ramos

I tech Marina Ramos Alegremente dependente… do telemóvel Primeiro estranhou, depois entranhou-se. Step by step a tecnologia insinuou-se e tomou conta das rotinas profissionais de Marina Ramos. Hoje, já não se imagina a viver sem ela. Texto de Teresa Ribeiro Fotos de Vítor Gordo/ Syncview Nunca tinHA pensado alguma vez trabalhar em jornalismo e em televisão, mas está na RTP há 30 anos. A televisão do Estado precisava, em finais dos anos 80, de reforçar a redação do telejornal com jornalistas formados em Economia e era mesmo essa a licenciatura que estava a terminar. Quando o destino lhe piscou o olho, deixou-se levar. Atualmente Marina Ramos é diretora de Marketing e Comunicação da RTP, mas diz que “uma vez jornalistas, somos sempre jornalistas”. A tecnologia entrou na sua vida através do jornalismo televisivo e de forma gradual: “Durante muito tempo continuei a escrever os meus textos à mão, porque era dessa forma que conseguia calcular o tempo exato que a minha peça jornalística iria A tecnologia entrou na vida da diretora de Marketing e Comunicação da RTP através do jornalismo televisivo C

Fã incondicional da Macintosh, Marina Ramos só usa iPhones e iPads Considera a app RTP Play “absolutamente obrigatória” Para descontrair gosta de jogar o solitário e o Cascade ter”, confessa, divertida. Agora assume que é dependente de tecnologia, sobretudo do telemóvel. Nunca o desliga, nem nas férias. Às refeições coloca-o em cima da mesa, ao lado dos talheres; quando conduz, espreita-o assim que pára nos semáforos; nos espetáculos tira-lhe o som, mas consulta-o a espaços. Retrata-se sem sombra de perplexidade: “Gostava de saber conciliar melhor tempos livres e vida profissional, mas a verdade é que o trabalho é superrelevante na minha vida, e não imagino como nos podemos desligar quando trabalhamos para uma estação de televisão como a RTP”. No telemóvel tem as apps associadas ao jornalismo: a “RTP Notícias” e a “RTP Play”, que diz ser “absolutamente obrigatória”. É fã da Macintosh, por isso só tem olhinhos para iPhones e iPads. Nos momentos de lazer também não se separa deles: “No sofá, à noite, sento-me em frente à televisão com o iPad e o iPhone, que funcionam para mim como second screen. Para descontrair também gosta de jogar o Solitário e o Cascade: “Não nos obrigam a pensar e isso em mim exerce um efeito calmante”, confidencia. A diretora de Marketing e Comunicação da RTP não é grande entusiasta de redes sociais: “Uso mais por necessidade profissional”, sublinha. “Estou no Facebook, mas raramente partilho coisas da vida privada. Também estou no Twitter. Instagram tenho, mas não uso, e mal vou ao Linkedin”. Admite que estas redes vieram contaminar o jornalismo, algo que a preocupa mas que acredita vai ter solução, como muitas outras perturbações que considera serem transitórias.• C

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