COMUNICAÇÕES 224 - A Senhora Simplex (2017)

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APDC 224 - A Senhora Simplex Setembro 2017

estado da nação

estado da nação 2017 ti – protagonistas 1 Perante a LISTA DE megatendêNCIAS TECNOLógICAS, que não PARA DE CRESCER, como estão a antecipar o futuro? 2 PREVêem gRANDES ALTERAções da vossa estratégia e posicionamento? 3 A FALTA DE RECuRSOS huMANOS COM as qualificações CERTAS constitui um entrave à vossa operação, ou é ultrapassável? António Raposo de Lima, presidente, IBM Portugal Os dados, a que chamamos o 1 novo recurso natural, estão a transformar indústrias e profissões. Na realidade, a analítica, cloud computing, mobility e IoT têm vindo a criar uma enorme disrupção digital em todos os setores. Mas a verdadeira revolução está na computação cognitiva, que tem como objetivo ajudar na tomada de decisão. Com efeito, através de sistemas que compreendem, raciocinam e aprendem - sendo o IBM Watson a plataforma empresarial de eleição - será possível responder ao grande desafio de extrair conhecimento de uma amálgama de dados, para uma tomada de decisão mais inteligente e eficaz. As empresas que não levarem a cabo essa transformação ficarão para trás. Antecipando o futuro, o último estudo da IBM, “5 in 5”, indica que as cinco inovações que irão mudar as nossas vidas nos próximos cinco anos são a AI aplicada à saúde; tecnologias de hyperimaging; macroscópios que ajudarão a entender a complexidade da Terra com infinito detalhe; tecnologia de “lab-on-a-chip”; e sensores inteligentes que irão detetar poluição ambiental à velocidade da luz. Ao longo dos seus 106 anos, a 2 IBM tem sabido reinventar-se e transformar-se para continuar a ser essencial para os nossos clientes. E, estamos a fazê-lo uma vez mais. A IBM antecipou-se, transformou-se e está preparada para responder aos novos desafios e oportunidades. Hoje, somos uma empresa de soluções cognitivas em plataforma cloud, com o objetivo de ajudar a transformar os vários setores de atividade. A inevitável transformação 3 acelerada de modelos de negócio e dos setores, a criação de novas profissões e o investimento cada vez maior por parte das empresas nas novas tecnologias criam um gap de skills. A IBM tem conseguido ultrapassar este gap de talentos e de competências, investindo fortemente em formação e desenvolvendo parcerias com o mundo académico. Luís Paulo Salvado, presidente, Novabase O setor das TI sempre foi muito profícuo na criação de no- 1 vas tecnologias. Mas não é fácil perceber aquelas que vieram para ficar e que irão ter um impacto profundo nas nossas vidas e sociedades. Na Novabase, acreditamos que o sucesso não passará apenas pelo domínio destas tecnologias, mas sobretudo pelo nível de envolvimento que as novas soluções criem junto dos utilizadores. O que terá maior valor no futuro não será a componente digital, mas a capacidade dessas soluções impactarem as vidas das pessoas, o modo como trabalham, comunicam e se divertem, permitindo-lhes experiências positivas, outrora inacessíveis ou impensáveis. Para que tal aconteça, a inovação tem que estar centrada nas pessoas e não (apenas) na tecnologia. Já iniciámos esta evolução há 2 alguns anos, com a nossa nova visão, e temos investido bastante em abordagens como o design thinking e a gamificação, para colocarmos as pessoas no centro da inovação que fazemos. Queremos ser a tecnológica centrada nas pessoas. A nossa visão é tornar-

mos a vida das pessoas e das empresas mais simples e mais feliz e, por isso, dizemos que “mais do que sistemas, desenhamos felicidade”. Temos conseguido atrair o 3 talento de que precisamos - atualmente temos mais de dois mil colaboradores - talvez por, como gostamos de dizer, sermos a maior tecnológica do mundo com sede em Lisboa. Para isso, temos investido na criação de uma cultura que aumente a responsabilidade e a consciência de todos para a necessidade de cada um concretizar o seu potencial. E não estamos só a falar do plano profissional. Só com colaboradores felizes, com pessoas inteiras, com uma cultura de colaboração, de autorrealização e de entusiasmo podemos criar experiências felizes junto dos clientes. Paula Panarra, diretora-geral, Microsoft Temos uma oportunidade sem 1 precedentes por estarmos inseridos numa sociedade e economia que convivem diariamente com a tecnologia digital. Mas não celebramos a tecnologia pela tecnologia, se não servir um propósito maior que nos eleve a todos. A missão da Microsoft mantém- -se: capacitar todas as pessoas e organizações para atingir mais e, mais do que disponibilizar o que querem, garantimos que estamos a desenvolver o que necessitam. É fulcral aumentar o potencial das ferramentas que já temos ao nosso dispor. A “Nuvem Inteligente” permite construir AI em todos os serviços e aplicativos. O objetivo é garantir que, seja qual for a utilização que se faça da tecnologia – PC, app no telemóvel ou assistente virtual, os dados estão acessíveis. Antecipamos que se caminhe cada vez mais para a máxima “uma nuvem inteligente, uma vantagem inteligente”. O compromisso com clientes 2 e parceiros está inscrito no nosso ADN, mas sabemos que a tecnologia e os paradigmas tecnológicos evoluem. A nossa experiência digital abrange vários dispositivos e a experiência do utilizador já não está vinculada a apenas um. Por isso, a preocupação da Microsoft é criar cenários em que a experiência fique cada vez mais rica. E isso é possível com a democratização da AI, seja por via de um carro autónomo, seja numa sala de espera num hospital, ou na linguagem natural. É nossa intenção liderar a construção da plataforma sobre a qual poderão trabalhar todas estas aplicações. O mundo digital e esta revolução 4.0 impuseram-se de 3 uma forma transversal na nossa vida, logo as competências têm de se adaptar a esta realidade. Em 2020, mais de um terço das competências-chave na maioria das funções ainda não são consideradas críticas hoje. Por outro lado, tudo o que são ferramentas de analítica tornaram a leitura de informação mais rápida que nunca e isso promoveu uma democratização no acesso aos dados e num consumo de informação a uma velocidade exponencial. Claro que é necessário know-how profundo e especializado. Por isso, é preciso que se criem organizações mais móveis e que a tomada de decisão seja mais ágil, senão será muito difícil reter talento. É imperativo transferir conhecimento entre gerações mais antigas, e por isso menos digitais. É, também aqui, na junção e na osmose de conhecimento que nasce a melhor utilização de uns e outros e se aumenta o potencial. António Pereira de Oliveira, country senior officer, Nokia Portugal As megatendências tecnológicas estão a mu- 1e2 dar o mundo. A Nokia não só está no centro desta disrupção tecnológica massiva, como a orienta e molda. Identificámos seis megatendências globais que estão a gerar inovação extrema na forma como as redes são projetadas, implantadas, geridas e utilizadas:

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