COMUNICAÇÕES 224 - A Senhora Simplex (2017)

  • Apdc
  • Ainda
  • Dados
  • Clientes
  • Novas
  • Empresas
  • Tecnologia
  • Forma
  • Mercado
  • Portugal
  • Digital
APDC 224 - A Senhora Simplex Setembro 2017

a abrir tic & media

a abrir tic & media Tecnologia cria novas formas de trabalho até 2030 Potencial da AI faz disparar rentabilidade Se forem implementadas com sucesso, as soluções de Inteligência Artificial (AI) poderão aumentar até 2035 a rentabilidade de 16 indústrias numa média de 38%. A conclusão é de um estudo da Accenture Realizado em parceria com a Frontier Economics, o estudo revela que nos setores que têm como base uma força de trabalho intensiva, como o retalho, poderá haver subida de receitas de quase 60%, já que a AI tornará os funcionários mais produtivos. Já em áreas como a indústria, o crescimento estimado até 2035 é de 39%. Mas todas as organizações terão grandes oportunidades para aplicar a IA gerando benefícios notáveis, como salienta em comunicado Nuno Pignatelli, vice-presidente da Accenture Portugal. Ao otimizar processos com automação inteligente, aumentar o trabalho humano e o capital físico e impulsionar inovações, a IA pode gerar uma expressiva e duradoura rentabilidade e crescimento económico. Reinventar os recursos humanos, ter um chief data supply chain officer, criar uma cultura de IA aberta e passar tudo para a cloud são mudanças que estão entre as medidas aconselhadas.• Graças ao avanço tecnológico, até 2030 cerca de 85% das profissões serão novas, mas muitas delas ainda não foram sequer inventadas, revela um estudo encomendado pela Dell Technologies ao IFTF (Institute for the Future). Nesta análise conclui-se que na próxima década, todas as organizações e negócios serão baseados em tecnologia, exigindo que as empresas repensem os modelos atuais de infraestrutura e as formas de trabalho. Através de entrevistas a especialistas globais nas áreas de tecnologia, negócios e académicos, ficou claro que a tecnologia não irá necessariamente substituir os profissionais, mas impactar a forma de trabalhar. O estudo prevê que as tecnologias emergentes mudarão a forma como as pessoas vivem, antecipando que a sociedade entrará numa nova fase de relacionamento com as máquinas. Mais: em 2030, a dependência dos humanos da tecnologia vai transformar-se numa parceria, favorecendo a criatividade, entusiasmo e uma mentalidade empreendedora.• Fotos: Pexels.com Ícone: thenounproject.com C

Indústria móvel reforça liderança A oferta de smartphones com mais capacidades e as redes móveis com crescentes larguras de banda vão continuar a impulsionar a mobilidade. Segundo o último Mobility Report da Ericsson, no final de 2022, haverá 8,3 mil milhões de subscritores móveis no mundo, quando no 1º trimestre eram 4,6 mil milhões. Em paralelo, dos 80% da população mundial atual que pode potencialmente ligar-se a uma rede móvel, passaremos em 2022 para 95%. Antecipa-se que já em 2018, a tecnologia dominante de acesso passe a ser o 4G/LTE, tornando-se a de mais rápido crescimento da história: em apenas cinco anos, o LTE alcançou uma cobertura de 2,5 mil milhões de pessoas, quando o 3G levou oito anos para o conseguir. Só no primeiro trimestre deste ano, o LTE ganhou 250 milhões de novos clientes. Em paralelo, o tráfego móvel vai crescer exponencialmente. • Só um em cada quatro pROjetos IoT tem sucesso Apesar do crescimento exponencial que se antecipa para os dispositivos da Internet das Coisas (IoT), cerca de 60% das iniciativas IoT páram na fase de aprovação (Proof of Concept). Só 26% são consideradas um sucesso e um terço de todos os projetos concluídos não se classificam como bem-sucedidos. A conclusão é de um estudo da Cisco, apresentado no Internet of Things World Forum (IoTWF). Para este trabalho foram entrevistados mais de 1,8 mil profissionais de TI e diretores executivos dos EUA, Reino Unido e Índia que trabalham para organizações que estão a implementar ou já concluíram iniciativas de IoT. Fatores humanos como a cultura, organização e liderança foram considerados fundamentais. Cerca de 60% dos entrevistados acreditam que, embora as iniciativas da IoT parecessem simples no papel, tornaramse complicadas na hora de concretizar• CURIOSIDADEs Dois robôs de IA vão mais além... Num exercício de testes, dois sistemas de inteligência artificial abandonaram o inglês e começaram a falar entre ambos numa nova linguagem. Não é uma situação imaginária, mas real. Aconteceu no Facebook AI Research Lab, obrigando a desligar os robots, depois dos engenheiros confirmarem que não se tratava de uma linguagem caótica, mas de uma nova linguagem entre os dois. Os dois sistemas estavam programados para improvisar e foram mais além, o que para muitos foi uma prova dos riscos que a AI pode representar para a Humanidade. E Musk alerta para a ameaça que daÍ vem Por falar nisso, a inteligência artificial (AI) é considerada por Elon Musk como “a maior ameaça para a existência da civilização humana”. Pelo que os governos não podem esperar até haver robots a matar pessoas na rua para avançar com regulação. O fundador da Tesla e da SpaceX alerta mesmo que há que ser proativo na regulação. Se formos só reativos, poderá ser tarde demais. Sobretudo tendo em conta que as empresas terão de investir na AI para “não serem esmagadas”.• C

REVISTA COMUNICAÇÕES

UPDATE

© APDC. Todos os direitos reservados. Contactos - Tel: 213 129 670 | Email: geral@apdc.pt