COMUNICAÇÕES 224 - A Senhora Simplex (2017)

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APDC 224 - A Senhora Simplex Setembro 2017

5 perguntas a pedro

5 perguntas a pedro afonso Foto Bárbara Monteiro/ Syncview Fazer para ser A sua formação em engenharia ensinou-o a fazer. Mas não faz para ‘ter’ e sim para ‘ser’. Com a internacionalização a partir de Portugal, Pedro Afonso, diretor-geral da Axians, quer “dar mundo” aos seus colaboradores. Na transformação operada pelas TIC, diz que o desafio real assenta em 90% nas pessoas. De Novabase IMS para Axians Portugal. O que mudou com a entrada no universo Vinci Energies? O que nos encanta no grupo é o “VINCI Energies way of life”. Há uma continuidade nos valores e uma disrupção muito positiva nas oportunidades de desenvolvimento, do negócio e das pessoas. É uma forma de viver que se sente a uma escala global: na proximidade da relação, na solidariedade com outras operações e no contributo para o desenvolvimento da sociedade. Quais as suas ambições? Vamos aprofundar a liderança no mercado português, entregando o best of breed do grupo e posicionar o país no mundo, através da nossa rede. O expertise e experiência são o acelerador para a internacionalização. Tudo amplificado pela rede Axians, da VINCI Energies e da VINCI. Equipa que começa nas pessoas é fator diferenciador? Falando apenas na VINCI Energies – 200 anos, 52 países, 65 mil pessoas – o que agrega tudo são os valores: empowerment, responsabilidade, empreendedorismo, confiança e solidariedade. Valores que colam uma organização descentralizada, onde as equipas operam com elevada autonomia. Sendo um homem das TIC, que lições retira da sua experiência? As TIC são operadas todos os dias por muitas pessoas. Do lado de quem desenvolve e de quem experimenta. A transformação em curso é 90% pessoas e apenas 10% tecnologia. É na adoção, que implica mudança, que está o epicentro do desafio. A engenharia foi essencial no seu percurso? A engenharia ensina-nos a fazer. Muitas vezes, as pessoas fazem para ‘terem’. Mas, enquanto pessoa, aposto no desenvolvimento do ‘ser’. E há uma diferença entre o ‘fazer para ter e o ser’. Somos uma empresa preocupada com a inclusão. Num processo de transformação, há empregos que precisam de ser reciclados, mas sempre estimulando o crescimento das próprias pessoas. Também somos capazes de decidir não avançar num projeto, se não estiver alinhado com os nossos valores. É isto que que queremos ‘ser’, enquanto empresa.• I.T.

REVISTA COMUNICAÇÕES

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