APDC - 30º DIGITAL BUSINESS CONGRESS

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30º

30º DIGITAL CONGRESS LISBON & ONLINE EDITION Nuno Santos, presidente da AD&C - Agência para o Desenvolvimento e Coesão “Para onde é que foi o dinheiro nos últimos anos? Para 18 mil empresas, 91 mil pessoas, 337 mil jovens e adultos e para a pegada climática, que melhorou significativamente com os apoios europeus. Para o mar e para a agricultura, com a utilização crescente da tecnologia. A aposta passa agora pelas pessoas primeiro, com mais inclusão e menos desigualdade” “Realmente há muito dinheiro, como nunca houve, por razões más. Mas a verdade é que essa circunstância permitiu novos fundos, além da execução do anterior QCA. Procuramos garantir que todos os instrumentos se complementam com uma visão de futuro. E que há sinergias. Pessoas, inovação, digitalização, transição climática e coesão interna” “Sentimos que o que importa agora fazer ainda melhor é comunicar, explicar, facilitar a compreensão de como é que se lá chega. Esse é um desafio muito grande, porque implica transparência, sindicância e facilidade, tudo ao mesmo tempo. O que torna tudo mais difícil. Melhores processos e melhor emprego de tecnologia podem ajudar. Os dinheiros públicos devem ser para corrigir falhas. O desafio para a boa execução passa por continuar a conversar e pedir evidências” Clara Raposo, dean do ISEG “Não se pode avaliar algo que ainda não foi implementado. Podemos avaliar um enunciado do PRR, um conjunto de princípios. Nada do que ali está é desperdício ou não é importante. Agora, é preciso é que resulte em economia ativa. Há um caminho e prioridades que têm vindo a ser anunciadas e que devem ser melhor comunicadas” “Temos que juntar todo o esforço de investimento público para haver mais transformação, juntando as competências e a competitividade com a Europa e o resto do mundo. Há uma questão de diplomacia económica que tem de ser muito bem conduzida” “É preciso ter mais financiamento português em Portugal. Não se pode pensar só no dinheiro que vem da Europa. Temos de ser capazes de o criar, o que vem das boas ideias e de fazer bons projetos para o mundo”

47 THE OPPORTUNITY OF THE RECOVERY AND RESILIENCE PLAN FOR CITIES AND TERRITORIES Joana Silva, diretora da PROSPER CATÓLICA-LISBON “Estivemos a divergir da Europa 20 anos e temos mesmo de fazer melhor agora. Este plano pode ajudar e muito e é uma grande responsabilidade, porque não se pode fazer tudo. Para as políticas terem sucesso tem de haver criação de valor e crescimento. Essa parte da implementação é onde temos que por toda a ênfase” “O sucesso depende muito do foco da avaliação de impacto das medidas. Esta avaliação de impacto faz toda a diferença, com todos os esforços centrados nos resultados, que devem mudar vidas. Há que avaliar cada programa e ver o seu impacto durante a implantação para mudar, se for necessário. Tem de ser uma avaliação feita antes, durante e depois” “Portugal tem um desafio importante em termos de igualdade. Temos de olhar para o mundo, aprendendo com o que se fez: crescimento económico e políticas sociais bem desenhadas e bem implementadas. E a digitalização vem ajudar muito no combate às desigualdades. Não é gastar muito dinheiro, é como se gasta. Porque gastando o mesmo, há resultados muito diferentes” Miguel Leocádio, membro da Secção Healthy and Sustainable Cities da APDC e lead da Axians Portugal “As cidades e territórios do futuro serão suportados por uma visão que combina e articula desenvolvimento económico, social, humano e ambiental. É neste conjunto que serão definidas e estabelecidas as novas estratégias, serviços, produtos e modelos de negócio. Suportadas nativamente por tecnologia” “Haverá nove dimensões distintas, que são críticas neste caminho de transformação: saúde e bem-estar; igualdade e inclusão; colaboração intergeracional; mobilidade e logística; relacionamento com o cidadão; desenvolvimento económico; descarbonização; qualificações; e experiência pedestre. Para estas nove dimensões, a tecnologia poderá ser o elemento central para a aceleração e a forte mudança” “Temos hoje um leque muito alargado de tecnologias maduras, que tem feito o seu caminho no território. Podemos, nos próximos anos, tirar ainda mais partido delas, para ganhar escala. Temos ainda tecnologias emergentes, como o 5G, IoT, IA, big data e analítica ou robótica”

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