APDC - 30º DIGITAL BUSINESS CONGRESS

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30º

30º DIGITAL CONGRESS LISBON & ONLINE EDITION THE FUTURE OF ENERGY Albert Cheung, head of Global Analysis da BloombergNef “Acredito que estamos numa corrida para alcançar o net zero na energia. A tecnologia e as economias estão a impulsionar a transição energética. Há inovações incríveis e isto é apenas a ponta do iceberg. Temos visto o custo da energia a cair a números impressionantes, graças à inovação e à escala das mudanças” “Por causa destes impressionantes avanços tecnológicos e da sua escala, hoje a energia eólica e solar está entre as fontes de energia mais baratas em grande parte do mundo. Houve uma mudança fundamental e estamos a ver recordes a serem quebrados todos os anos” “Há muito progresso que foi feito e a ambição está a aumentar, para se acelerarem as medidas para combater as alterações climáticas. Vemos uma clara tendência para o net zero, o que é um game changer total. Todos os negócios terão de encontrar um meio de alcançar a meta das zero emissões. E mesmo assim, continuará a haver muito por fazer, pelo que precisamos de avançar muito mais rapidamente” Susana Quintana-Plaza, COO da Galp Energia “Estamos fortemente comprometidos em avançar rapidamente na transição energética. O compromisso é muito forte e é também uma oportunidade de negócio. Estamos numa boa posição para o fazer. Isto é sobre a vida no planeta e o próprio consumidor começa a exigir isso” “Teremos que ter um sistema completamente diferente, já que o futuro serão as energias renováveis. O futuro da energia não é só a descarbonização, mas também a digitalização e a descentralização. Qualquer pessoa poderá produzir energia e cada consumidor decidirá, de acordo com as suas necessidades, que tipo de prosumer quer ser” “Haverá soluções à medida a 100%. Há aqui uma enorme oportunidade de criar exatamente o que se precisa, usando a tecnologia e a digitalização. Precisamos de nos adaptar ao que o consumidor quer, com uma nova aproximação e diferenciação”

41 DIVERSITY & INCLUSION João Rodrigues, country manager da Schneider Electric Portugal “A energia limpa é um negócio onde estamos completamente envolvidos. É um problema do nosso modo de vida. Estamos a pôr em risco as nossas vidas. A pandemia não mudou as tendências, mas acelerou-as. Veio colocar mais pressão nas questões-chave” “A descentralização da energia terá que ser uma aposta de todos, onde quer que seja necessário. Penso que o futuro será elétrico. Um provider tecnológico como nós, que gere a energia e garante a sua gestão da melhor forma possível, está no bom caminho. Mas estou 100% de acordo de que precisamos de atuar já e de acelerar” “Com a digitalização, descentralização e descarbonização e a democratização das tecnologias – os 4 D’s – é realmente possível reduzir o consumo de energia. Ao mesmo tempo, com o suporte de softwares, gerir as infraestruturas que fornecem a energia. Estão ainda a chegar novos modelos de negócio. Portugal está preparado para começar esta revolução. Porque não começar já e rapidamente?” Rosa Monteiro, secretária de Estado da Cidadania e Igualdade “Diversidade, inclusão e igualdade são questões estratégicas de sustentabilidade, nas empresas e sociedades. Não obstante termos quadros legais e igualdade formal, ainda temos fenómenos persistentes de discriminação. Se temos de promover a inclusão, é urgente combater também estas formas de discriminação e desigualdade, que fazem com que as empresas e as economias tenham perdas significativas” “Estimativas económicas impressionantes indicam que a desigualdade de género tem custado ao mundo, desde 1990, uma perda de 70 biliões de euros. O preço da desigualdade é astronómico. Temos, pois, de acelerar o ritmo também neste domínio, com a criação de condições para que mulheres e homens possam participar e contribuir para a sociedade” “Temos em Portugal melhorado significativamente. Mas corremos riscos de retrocesso, até pelos impactos socioeconómicos da crise pandémica, que tem vindo a reforçar desigualdades estruturais pré-existentes. Nas políticas de recuperação, estes dados têm que ser tidos em conta”

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