APDC - 30º DIGITAL BUSINESS CONGRESS

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30º

30º DIGITAL CONGRESS LISBON & ONLINE EDITION THE FUTURE OF RETAIL Pedro Ávila, diretor de estudos e Inovação Operacional na REN “Há uma evolução imparável, rumo a uma mobilidade mais sustentável. No tema da infraestrutura, a REN, no âmbito dos seus processos de inovação, procura soluções que minimizem riscos e impactos, através das suas linhas de muito alta tensão” “Desenvolvemos uma solução inovadora de carregamento rápido de veículos elétricos, que permite uma total disponibilidade para potências de carregamento elevadas, redução de tempos de carregamento, otimização da experiência do utilizador e não incorpora em si alterações significativas aos hábitos de consumo. Esta solução é economicamente competitiva e de rápida implementação. Estamos em conversações com operadores a nível europeu para promover este verdadeiro enabler para a transição elétrica” “Queremos a curto-prazo criar as condições para disponibilizar esta solução ao mercado e aí temos de encontrar as parcerias certas para a industrialização da solução. É nesse passo que nos encontramos, estudando a melhor solução. Acreditamos que entre um a três anos conseguiremos ter um projeto em contexto de mercado” Bernardo Perloiro, chief operating officer da Majid Al Futtaim “Não sei se sabemos o que é o futuro do retalho. Acredito que estamos a construí-lo todos os dias, com base nas necessidades dos clientes e na transformação que eles nos exigem. Como empresas e marcas temos que saber antecipar, sempre que possível, essas exigências. Não há dúvida de que o futuro é omnichannel, phigital (convergência entre físico e digital), com a tecnologia a assumir um papel central numa reinvenção do retail” “Há pelo menos sete tendências no setor, transversais a todas as geografias: trazer as experiências das lojas para o online; contact-free shopping através da tecnologia; acessibilidade dos conceitos de retalho; robots inovadores e lojas autónomas e interativas; destaque à saúde, bemestar e higiene; dados & personalização; sustentabilidade, comunidade e divertimento” “Há coisas que já acontecem hoje e que não são necessariamente futuristas e que acredito que são importantes. Temos de olhar para as geografias onde o futuro do retail se está a construir de forma mais rápida, com velocidades de tecnologia 5G, absolutamente necessárias como suporte do desenvolvimento do futuro de qualquer indústria”

39 Pedro Campos, business consulting director na Bold by Devoteam “O futuro do retail está a ser construído, há um conjunto de tendências que estão a acontecer, pelo que é difícil antecipar o futuro. A componente da experiência é crítica e em Portugal começámos a assistir a evoluções. A COVID-19 teve muitas coisas más, mas acelerou o digital. O que faz com que o ecommerce cresça a uma taxa muito maior” “A pandemia também veio trazer uma coisa diferente para os grandes players mundiais, que foi a concorrência do pequeno comerciante. Hoje é muito fácil colocar um negócio online e obter uma abrangência global. O que vai gerar alterações no negócio” “Somos um país que está a ser cada vez mais procurado por tudo o que são grandes grupos mundiais. Porque cada vez mais os negócios são digitais. No retalho é o mesmo. Portugal está na linha da frente da vanguarda da tecnologia e somos bastante inovadores. Temos de dar mais valor ao que fazemos. Às vezes, o que nos falta, é capacidade de inovar e a pandemia veio tirar muitos desses receios” Luís Carvalho, SVP Technology, Global Platform da Farfetch “Na génese da Farfetch está a relação entre as marcas que vendem na rua, que têm uma relação próxima com o cliente, e a capacidade de grandes empresas potenciarem esse comerciante e colocá-lo disponível para o mundo. Os grandes players têm de ver que não se trata de concorrência, mas sim de mais uma forma de chegar a clientes finais e toda a cadeia ganha com isso. É esta a relação que vai gerar o futuro do retalho” “Acredito que o retalho físico, o offline, continuará a existir e a ser cerca de 70% das vendas que temos a nível global. Nada melhor do que esse comerciante, que conhece bem o cliente, para potenciar o retalho do futuro” “Se os pequenos comerciantes não mudarem, a probabilidade de perderem o negócio é enorme. Os novos clientes, os que é importante conquistar, têm expetativas totalmente diferentes. Há muita tecnologia barata e acessível que podem e devem experimentar para avançarem na evolução das suas lojas físicas. Arrisquem, que o custo não é assim tão alto. Senão, vão perder no futuro”

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