APDC - 30º DIGITAL BUSINESS CONGRESS

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30º

30º DIGITAL CONGRESS LISBON & ONLINE EDITION THE MIRACLE OF MULTIPLICATION OF MERIT HOW TO GUARANTEE ECONOMIC RECOVERY IN A POST-PANDEMIC EUROPE Pedro Faustino, managing director da Axians Portugal “Estou aqui hoje convosco em choque. Porque alguns números têm-me deixado em choque. 61 mil milhões de euros: é este o tamanho do envelope financeiro que está disponível para Portugal até 2029” “Estamos perante a situação insólita de termos, provavelmente, muito mais meios financeiros em Portugal do que talento e gente qualificada para os aproveitar. Sabemos que o talento é dos fatores mais críticos para o desenvolvimento económico e que hoje é cada vez mais o mercado global. Por isso, não temos tempo. Não podemos esperar uma ou duas gerações” “O talento precisa, mais do que um pacto de regime, de quase um choque de regime. A tecnologia podenos ajudar nesta urgência nacional de desenvolvimento de talento. Este é um momento de união no skilling e reskilling e é hoje, agora” Mário Centeno, governador do Banco de Portugal “Precisamos de uma recuperação de base alargada, com um verdadeiro espírito europeu. É nossa obrigação assegurar-nos que nenhum setor ficará para trás e que terá o suporte necessário. Esperamos que a atividade económica recupere gradualmente, suportada pela continuação da forte resposta em termos de políticas de apoio e o desenvolvimento do processo de vacinação” “Não nos podemos enganar. Devemos endereçar os recursos públicos para quem precisa, respondendo às necessidades à medida que forem surgindo, de uma forma direcionada. Numa recuperação assimétrica, as escolhas têm de ser feitas. E todos os agentes económicos devem participar, para impulsionar em conjunto o processo de retoma económica. Desta vez, deixar para trás setores ou parte da população não é uma opção. Nenhum setor de atividade poderá aguentar a recuperação por si só” “Nesta fase, o desenvolvimento tecnológico impactará toda a cadeia de valor de produtos e serviços, promovendo a realocação económica dos fatores para um mais eficiente e sustentável uso de recursos”

21 ECONOMY AND HEALTH - HOW TO RECONCILE PRIORITIES Henrique Barros, presidente do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto e presidente da Associação Internacional de Epidemiologia “Não estamos a mudar a forma de responder a uma pandemia, mas apenas a mudar a intensidade e natureza da resposta. O que mais importava, para responder a esta crise, estava desacreditado ao nível político e das instituições: era a ciência das populações e a saúde pública” “Não temos um país B ou um planeta B. Vimos e vivemos uma revolução científica, com o digital. Mas não estamos a controlar a qualidade da resposta. Precisamos de uma humildade maior para podermos avançar mais rapidamente e encontrar as soluções” “A desigualdade de acesso e na capacidade de navegar no sistema é clara. Tínhamos obrigação de estar mais preparados para dar resposta à situação. Respondemos demasiado emocionalmente e, seguramente, que devíamos ter feito mais. Espero que o estejamos a fazer para o futuro. Porque o vírus já não é epidémico, vai ficar endémico e estar sempre connosco” Francisco Veloso, dean do Imperial College Business School “É preciso criar uma maior ligação entre as dimensões económica e epidemiológica. Uma das áreas em que há muito trabalho a fazer é numa maior integração, com decisões para minimizar o impacto económico que existe para as cidades, regiões e países. Este trabalho não foi feito na atual crise. O que fez com que as pessoas tomassem um conjunto de decisões baseadas no contexto do que numa estrutura de intervenção, para uma resposta mais uniforme” “Não estamos com capacidade de aprender com o impacto que existe para as populações mais vulneráveis. A nossa população, tal como o impacto da pandemia, é extraordinariamente assimétrica. Temos de fazer uma revolução na forma como fazemos saúde e desenvolvemos algumas atividades económicas, de uma forma cada vez mais digital” “Como é que nós olhamos para a frente? Há um conjunto de lições tiradas no suporte e apoio às pessoas e no envolvimento da comunidade que, se forem desenvolvidas, podem fazer uma diferença muito significativa”

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