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8 - Conferência | Portugal: A Neashoring Innovation

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9 outubro 2015 Hotel Pestana Palace

EM DEBATE DESAFIO:

EM DEBATE DESAFIO: ACRESCENTAR VALOR E SER DIFERENCIADOR O país tem todas as condições para se assumir como um mercado preferencial para o fornecimento de serviços nearshoring. Há exemplos de sucesso que se multiplicam e está a reforçar-se o investimento estrangeiro no país. Mas é preciso posicionar o nosso mercado nas áreas em que acrescenta valor e pode ser mais diferenciador. Portugal está a registar um forte dinamismo em termos de projetos de empreendedorismo e criação de startup’s, especialmente na área tecnológica. Lisboa é o grande exemplo. O país tem todas as condições para captar investimento estrangeiro, posicionando-se como um mercado preferencial de fornecimento de serviços nearshore. Há infraestruturas avançadas, talento, flexibilidade laboral, condições económicas, incentivos ao investimento e baixos custos. E crescem os exemplos de multinacionais que instalam centros de competências ou empresas que fornecem serviços de proximidade. O desafio é agora definir a estratégia certa para atrair mais investimento estrangeiro, posicionando o mercado nacional nas áreas em que consegue ser mais diferenciador. Estas foram as principais ideias da ConferênciaPortugal: a Nearshoring Innovation”. Fernando Medina - Presidente Câmara Municipal Lisboa A APDC, através da sua Secção Portugal Outsourcing, realizou a 9 de outubro a conferência “Portugal: a Nearshoring Innovation”. Pretendeu-se,

3 como destacado pelo Presidente da Direção da Secção, José Carlos Gonçalves, na Sessão de Abertura, promover o que de melhor se faz no mercado nacional em termos de serviços transnacionais de base tecnológica e todo o potencial que oferece aos grandes grupos internacionais. Evidenciando as vantagens da aposta em Portugal, em termos de competências e de valências, como a excelência das operações, a qualidade e eficiência dos profissionais do setor, o domínio das línguas ou a elevada qualidade e maturidade do sistema regulatório. Criar mais valor para a cidade de Lisboa, numa altura em que se está a registar um verdadeiro boom em termos de empreendedorismo e de inovação, é o grande desafio para o qual há que definir uma estratégia. Para Fernando Medina, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, que falava na Sessão de Abertura da Conferência, a cidade é atualmente “uma cidade de Berlim com melhor clima”, com uma dimensão do empreendedorismo e de inovação enorme. “Nos últimos cinco anos, com a criação da Lisboa Startup, tem vindo a registar-se um booming no ecossistema de empreendedorismo” refere o autarca. Recursos humanos qualificados, muita competitividade nos preços dos serviços e na qualidade que oferecem e qualidade das infraestruturas, “especialmente as de telecomunicações, muito modernas e competitivas”, têm feito a diferença em Lisboa. E permitem que a cidade ofereça criação de valor nos serviços que disponibiliza. A qualidade do sistema de inovação e a dinâmica do empreendedorismo são também determinantes num processo onde é preciso agora “capturar e estar na liderança das atividades mais dinâmicas, de forma a criar mais valor para a cidade”. Miguel Frasquilho - Presidente Aicep Portugal Global Também o Presidente da Aicep Portugal Global, confirma que “Portugal é hoje um destino atrativo para o investimento, oferecendo vantagens competitivas únicas”. E os investidores estrangeiros estão a olhar cada vez mais para o país, “que provou estar muito empenhado em ultrapassar uma conjuntura adversa”. Miguel Frasquilho destaca os progressos dos últimos anos feitos na correção dos seus desequilíbrios estruturais e na implementação de uma reforma estrutural. “Desde 2011, foram implementadas cerca de 500 medidas para reforçar a competitividade do país”, destaca. Progressos na vertente fiscal, na redução dos gastos públicos, medidas para flexibilizar o mercado de trabalho, infraestruturas de qualidade, imobiliário a custos competitivos, recursos humanos, clima e localização são algumas das vantagens citadas. Que têm levado a “uma crescente confiança internacional no país”. Mas se “Portugal tem vindo a reforçar a sua competitividade e o ambiente de negócios”, não está tudo feito. “Ainda estamos a meio da ponte” e é preciso “que o ritmo de reformas se mantenha nos próximos anos. Para ter crescente capacidade de captação de investimento estrangeiro”. A estratégia da Aicep tem sido a de mostrar o que já foi feito no pais e qual o seu potencial para os investidores estrangeiros. “Portugal é um país líder no fornecimento de serviços tecnológicos. Nas redes de telecomunicações, está entre os melhores. No egov também. E nos pagamentos eletrónicos, exemplos como a Via Verde e nas ATM mostram

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