63 - Secção Healthy & Sustanable Cities

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Novo Normal nas Cidades do Futuro

SECÇÃO HEALTHY &

SECÇÃO HEALTHY & SUSTAINABLE CITIES - NOVO NORMAL NAS CIDADES DO FUTURO facto, uma realidade muito complexa e um grau de incerteza crescente”. É que se ainda há muitas questões sem resposta, porque não se sabe o que vai acontecer, há que saber desde já planear o futuro. MUDAR DE PARADIGMA Por isso, defende que é necessário mudar de paradigma, aproveitando todo o potencial das tecnologias emergentes, para ter “cidades mais proativas e inteligentes”. A gestão das cidades terá de assentar em quatro pilares tecnológicos: dados, inteligência artificial (IA), IoT e 5G. Com a nova geração móvel, prevista para 2021, haverá uma largura de banda e uma velocidade muito superiores às atuais, o que potenciará a sensorização de tudo nas cidades, gerando “uma quantidade descomunal de dados, que vão ser uma fonte essencial para quem tem de gerir um centro urbano”. Na sua ótica, os dados serão “um pilar fundamental para a gestão inteligente das cidades”, mas há que saber aproveitar todo o seu potencial através das tecnologias que estão a surgir. “Agregar dados das autarquias, da AP central, das empresas públicas e privadas e de todas as coisas que compõem a cidade, numa lógica de colaboração global, é fundamental para gerir melhor as cidades e para maximizar as experiências de utilização urbana dos cidadãos”, acrescenta. A ampliação da gestão das cidades, através da tecnologia, terá que ser feita em duas vertentes: a gestão do dia a dia, apostando-se numa lógica de automação, pondo a IA ao serviço da autarquia para automatizar tudo o que é possível; e a adoção de uma lógica preditiva, para permitir detetar o mais cedo possível algumas frentes urbanas e auxiliar os autarcas no processo estratégico de planeamento da cidade e dos serviços. Um dos temas do período de debate foi a utilização da IA e até que ponto poderá terminar numa espécie de ‘big brother’ ao nível autárquico. Trata-se, para Paulo Santos, de uma fronteira muito complicada, com a qual é preciso ter cuidado. Mas salienta que terá que se ter sempre em conta a ética do que se faz no âmbito da IA, com transparência para com o cidadão. A regulamentação será também essencial para evitar “qualquer tipo de desvio”, acrescenta Joel Silveirinha. Uma posição reiterada por Miguel Pinto Luz, que refere que este tema tem vindo a ser trabalhado em Cascais, até porque a tecnologia também tem respostas para isto. O que se tem vindo a desenhar na autarquia, com parceiros, assenta no princípio do privacy by design: todas as plataformas tecnológicas usadas permitem que o utilizador, de forma autónoma e voluntária, decida que quer tornar-se invisível ou não. Isso coloca o poder absoluto do cidadão, que é a visão da Europa. Afinal, os dados pertencem aos cidadãos e têm o poder de o decidir.•

11 >>>> Aceda >> ao vídeo > do Evento https://youtu.be/joMvrGLKeSk O UPDATE tem como objectivo disponibilizar informação estruturada sobre cada uma das iniciativas promovidas pela APDC. Pretende-se facilitar, a todos os interessados, um arquivo com os conteúdos mais relevantes de cada evento, que poderá ser consultado em www.apdc.pt

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