60 - O Futuro dos Negócios - Novos modelos de Consumo de TI

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O FUTURO DOS NEGÓCIOS

O FUTURO DOS NEGÓCIOS – NOVOS MODELOS DE CONSUMO DE TI Luís Lança Sales Director, Cilnet “Em 2020, as organizações tiveram que expandir o teletrabalho, de priorizar softwares de colaboração, de ter gestão de dispositivos móveis diferenciada, de garantir segurança à distância… isso transformou a forma como estamos a fornecer e a operar, criando modelos de consumo flexível para dar resposta a necessidades concretas” “Para nos podermos diferenciar e responder às necessidades e exigências dos nossos clientes de forma eficaz, estamos a adotar modelos de service provider, com soluções de gestão automatizada, interoperabilidade e licenciamento flexível, para responder a picos de negócio” “Estas soluções são todas baseadas em cloud e ajudam-nos a obter novas vantagens e a criar novas oportunidades de receitas. É muito importante o time to market. Esta nova forma de consumo atingiu quase todas as áreas da vida quotidiana. Todos temos de estar preparados para gerir a incerteza em que vivemos” Tiago Leitão Director of IT and CTO Portugal, BNP Paribas “Apesar do grupo ter uma política relativamente conservadora em termos de IT, definiu uma estratégia de adoção de modelos as a service bastante ambiciosa, para transformar completamente a sua realidade até 2025” “O projeto assenta na parceria estratégica com um fornecedor, podendo ser complementado com outras parcerias, e decorre à escala global do BNP Paribas, que é o 9º maior banco a nível mundial” “Na implementação desde modelo flexível de consumo, a maior dificuldade que o grupo enfrenta é a criação de uma oferta que seja suficientemente transversal e abrangente para conseguir abarcar tudo aquilo que são as diferentes realidades e necessidades, porque não existe uma solução one size fits all”

5 sumo flexível para dar resposta a necessidades concretas”. A empresa está agora a olhar para estes modelos flexíveis em duas vertentes: as soluções mais standartizadas, para corresponder às necessidades básicas dos clientes, como o desktop as a service; e as soluções mais personalizadas ao negócio, baseadas no padrão da operação, na analítica de dados ou no modelo de consumo dos seus clientes. Trata-se de conseguir disponibilizar uma oferta diferenciada, com novos modelos de soluções de service provider. “Todos temos de estar preparados para gerir a incerteza em que vivemos”, garante. RESPONDER ÀS MUDANÇAS COM INOVAÇÃO Também a HPE disponibiliza mundialmente modelos de as-a-service há mais de 10 anos. No mercado nacional, tem já um grande leque de clientes em todos os setores de atividade e, através da sua oferta Greenlake fornece ao cliente a tecnologia que este precisa, no seu datacenter, em modo flexível de consumo e sob o seu controlo absoluto, como começa por destacar Dennis Teixeira, PointNext Services Sales Manager da subsidiária portuguesa. Um desses clientes é a Imprensa Nacional Casa da Moeda (INCM), que opera em áreas tão distintas como a produção de moeda, gráfica de segurança, segurança digital e moeda, publicações oficiais, contrastarias e a edição e cultura. Segundo o seu diretor de Sistemas de Informação, Nélio Marques, o DNA da empresa – a segurança – não mudou, mas passou agora a ser cada vez mais digital. Destacando a inovação como “crucial”, este responsável considera que ela só é possível através de uma grande aposta nas tecnologias de informação. “Tentamos estar conscientes que o negócio tal como o conhecemos vai mudar e quem não inovar ou quem não pensar fora da caixa vai estagnar e eventualmente até desaparecer”, acrescenta, exemplificando com o que está a acontecer com as interações entre pessoas, que estão a passar rapidamente do físico para o digital. Perante esta realidade, a INCM tem agora como meta estar preparada e “ter ferramentas onde o valor da segurança possa ser usado, quer na garantia da autenticidade de bens, quer na identificação de pessoas ou confirmação de transações digitais”. As soluções entretanto implementadas já permitem até exportar tecnologia, tendo a empresa ganho vários concursos para produção de passaportes, cartões de ID e cartas de condução. Mas, pelas características da sua atividade, a transformação da infraestrutura levanta desafios adicionais, no sentido de garantir uma efetiva agilidade e flexibilidade da organização, de conseguir alinhar o consumo dos custos de IT com o negócio produzido, de estimular a inovação e de simplificar o IT. Além, é claro, de manter o controlo, com datacenters próprios. “Na prática, queríamos o melhor dos dois mundos. Por um lado, a agilidade da cloud, por outro manter infraestruturas nos nossos datacenters” e foi por isso que adotou a solução da HPE, como explica gestor. Agora, tem tecnologia adaptada à realidade da empresa, nos seus datacenters, em modo flexível de consumo e sob os seu controlo e cumprimento de normas. A solução permite ainda escalar rapidamente, de

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