60 - O Futuro dos Negócios - Novos modelos de Consumo de TI

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O FUTURO DOS NEGÓCIOS

O FUTURO DOS NEGÓCIOS – NOVOS MODELOS DE CONSUMO DE TI NOVOS MODELOS DE CONSUMO DE TI Responder à medida e com flexibilidade A pandemia veio acelerar a procura de soluções de IT as a service em quase todos os setores de atividade. Há claras vantagens nestas ofertas e os fornecedores estão atentos e têm respostas cada vez mais ajustadas à dinâmica do mercado. A PANDEMIA trouxe uma clara aceleração da procura de soluções de tecnologias de informação as service, porque trazem benefícios imediatos, quer em termos de flexibilidade, disponibilidade e escalabilidade, garantindo o time-to-market, quer nos custos, porque permitem avançar nos processos de inovação digital e de transformação. Os clientes destes serviços estão a reforçar a sua adoção e os fornecedores estão atentos à dinâmica do mercado, com respostas cada vez mais à medida. Neste Webmorning APDC sobre “Novos Modelos de Consumo de TI” analisou-se o presente e futuro destas ofertas. A computação na cloud tem vindo a democratizar-se, assistindo-se à adoção gradual de serviços e soluções de IT as a service, que permitem uma oferta de consumo corporativo flexível e à medida das necessidades em cada momento. Para Luís Lança, Sales Director da Cilnet, estas ofertas - seja IaaS (Infraestrutura como Serviço), SaaS (Software como Serviço) ou PaaS (Plataforma como Serviço) - já estavam a ser adotadas no mercado nacional antes da pandemia e foram fortemente aceleradas com Covid- 19 e as consequentes transformações que provocou. Um dos clientes da Cilnet que está a reforçar a utilização destas soluções é o BNP Paribas. Tiago Leitão, Diretor de IT e CTO para Portugal da instituição bancária refere que, apesar do grupo ter uma política relativamente conservadora em termos de IT, definiu uma estratégia de adoção do modelo as a service bastante ambiciosa, com o objetivo de transformar completamente a sua realidade até 2025. Assente numa parceria estratégica com um fornecedor e num processo à escala global do BNP Paribas (o 9º maior banco a nível mundial), o projeto passa pela criação de uma cloud privada gerida pelo IT central do grupo, que atuará como cloud solutions provider para todas as áreas de negócio e subsidiárias. Na implementação desde “modelo flexível de consumo de IT”, a maior dificuldade que o grupo está a enfrentar é a criação de uma oferta

3 O impacto da Covid-19 foi bem evidente na aceleração da procura de soluções como um serviço. Porque só elas permitem mais flexibilidade, escalabilidade e disponibilidade. Além do controlo de custos. que seja suficientemente transversal e abrangente para conseguir abarcar as diferentes realidades e necessidades, assim como as áreas de negócio muito diversas, e a concretização de uma centralização de frameworks. Para o gestor, esta transformação vital passa pela “uniformização entre subsidiárias e linhas de negócio, que vai permitir a criação de sinergias e a racionalização de recursos, combatendo todas as ineficiências”. Não antevendo grandes dificuldades em termos regulatórios, porque tudo assentará numa cloud privada (os dados dos clientes nunca saem do perímetro da organização), Tiago Leitão refere, contudo, que “numa situação como a nossa, de uma infraestrutura legacy muito pesada, será muito difícil num modelo puramente de IaaS conseguir ter ganhos financeiros, mas as vantagens em termos de flexibilidade das soluções para um melhor time to market são claras. O responsável da Cilnet acrescenta que, do lado do IT solutions provider, “qualquer debate sobre a utilidade de uma cloud pública foi deixado de lado com a pandemia”. As organizações tiveram que passar para o teletrabalho, de priorizar softwares de colaboração, de ter uma gestão de dispositivos móveis diferenciada e de garantir a segurança à distância, o que “transformou a forma como estamos a fornecer e a operar nestes modelos, criando novos modelos de con-

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