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6 - Conferência | Mobile Fórum Portugal 2015

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30 Junho 2015 Pavilhão do Conhecimento

EM DEBATE o futuro das

EM DEBATE o futuro das apps. E assume especial relevo fazer negócio com as pessoas das cidades e os cidadãos”, considera este orador. E todos estão a mover-se para mobilidade em todas as áreas. Para acelerar, há que definir o tipo de apps e de soluções que cada pessoa ou organização precisa. “Tudo nos vai conduzir à contextualização”. João Matos Gomes, Responsável de Consulting Services da Capgemini Portugal MOBILE: NOVOS SERVIÇOS E SOLUÇÕES E os players do ecossistema mobile estão a desenvolver múltiplas propostas de produtos e serviços que visam responder à nova realidade das empresas e das pessoas. Como ficou bem claro nesta sessão, moderada pela jornalista Fátima Caçador, onde foram apresentados vários casos que mostram que o mobile veio criar novas e múltiplas oportunidades de negócio. Especialmente no mercado nacional, onde há todo um potencial de novas oportunidades por explorar, já que o processo ainda está apenas a começar. Na perspetiva da Ericsson, enquanto fornecedor de soluções fixo-móvel que tem a visão de uma sociedade conectada e em rede, “a mobilidade é um tema chave”, como diz Joaquim Santos, CTO da Ericsson Portugal. A crescente comunicação induz um conjunto de novos comportamentos, criando um mundo de novas oportunidades para as pessoas e os negócios. Há mesmo uma “inovação exponencial, que assenta na mobilidade. E há ferramentas novas para analisar a informação e atuar. A tecnologia hoje está acessível a todos, o que fomenta toda a inovação e a transformação. Assiste-se hoje a uma transformação muito grande do mercado , tanto em termos de cobertura como de subscrições de serviços móveis e de banda larga. Cada vez mais as redes têm que dar qualidade, porque isso é valorizado pelo consumidor. Depois das redes 4G, o 5G trará “uma maior experiência do utilizador. E será uma evolução da rede e não uma disrupção”, garante. Para Jean-François Gaudy, CIO da GFI, a mobilidade está muito ligada à inovação. Os dois conceitos integram-se cada vez mais. Mas há problemas que ainda é preciso resolver, como a questão fundamental da segurança e a sincronização de sistemas com o contexto do utilizador. Há ainda que desenvolver apps nativas que respondam às necessidades e expetativas dos clientes, uma estratégia desenvolvida pela GFI para permitir responder às necessidades de mercado e acrescentar valor. Nomeadamente trabalhar dados em tempo real, sincronizados, assim como comunicar integrando todos os dados. “As aplicações contextualizadas são Paula Panarra, Diretora de Marketing/Operações da Microsoft Portugal, destacou mesmo os casos e experiências o mercado nacional, que se estão a multiplicar. E a alterar negócios de uma forma radical. Acresce que se “multiplicam os casos de pequenas empresas que já nascem globais, assentes em aplicações móveis”. Garantindo que em Portugal há muito potencial para ter pequenas empresas de tecnologia com negócios globais, num mundo cada vez mais competitivo, destaca a necessidade de se disponibilizarem ferramentas e tecnologia, assim como formação em gestão. Só isso garantirá que estas startups se desenvolvam.

5 Essa tem sido uma das apostas da Microsoft: “criar as condições para que as pequenas empresas se transformem em globais”. É que é mais fácil para estas adotarem soluções internas de mobilidade, já que estas requerem alterações na forma de trabalhar que as grandes têm mais dificuldades em adotar. Acresce que “a adoção de melhores práticas de colaboração e de produtividade traz questões de privacidade e de segurança grandes. Há um longo caminho a percorrer. Mas existem hoje todas as condições para que o mercado se desenvolva nesse sentido”, garante. Um dos casos de aposta na mobilidade é o da SIBS. De acordo com a sua diretora, Teresa Mesquita, a utilização do smartphones nas lojas para comparar os preços online é cada vez maior. Assim como para fazer compras online. No entanto, os canais tradicionais ainda têm um peso relevante nas compras, face aos novos canais como tablet e o smartphone. Só que a mobilidade é cada vez mais valorizada, o que cria “uma oportunidade grande para facilitar a vida aos portugueses nos pagamentos desmaterializados”. Foi nesse sentido que a empresa avançou com o MB Way, um “multibanco no telemóvel”. Pode ser utilizado para comprar online, nas lojas físicas e para fazer transferências. Trata-se de um conceito de pagamento que vem facilitar a vida das pessoas, que valorizam cada vez mais nos pagamentos online mais a segurança, a conveniência e o conforto. A solução, lançada recentemente, está a ter uma adesão dos clientes que está a exceder as expetativas. Esta é uma fase do projeto onde o objetivo é ganhar massa crítica. E aqui, os movimentos de gigantes como a Apple, que estão a trazer o tema dos pagamentos móveis para o mercado, é benéfica. Mas este caminho nos pagamentos móveis “é um processo em que Portugal está um pouco atrasado. Os comerciantes ainda têm uma fraca presença”, refere a responsável da SIBS. Apesar de vários retalhistas começarem já a investir seriamente no canal digital e mobile. “Ter um bom método de pagamento é um fator muito importante e desbloqueador para o salto no comércio online”, acrescenta. A segurança ainda é hoje, no mercado nacional, um fator de bloqueio à confiança no comércio digital e mobile. Mas as barreiras estão a cair e os retalhistas a avançar, como destaca Paula Panarra. Por isso, “a confiança nas marcas é determinante para usar os serviços”. Assim como a qualidade das redes, acrescenta Joaquim Santos. Sessão “Mobile: Novos Serviços e Soluções”

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