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6 - Conferência | Mobile Fórum Portugal 2015

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30 Junho 2015 Pavilhão do Conhecimento

EM DEBATE ERA DA

EM DEBATE ERA DA MOBILIDADE IMPÕE REINVENÇÃO DO NEGÓCIO A era da mobilidade chegou. E está a mudar a sociedade e economia. Os novos consumidores, que beneficiam do acelerado desenvolvimento tecnológico e de dispositivos cada vez mais inteligentes, estão na base de uma verdadeira revolução em todas as áreas. Surgem novos negócios e estratégias, até nos setores mais tradicionais da economia. Assim como novos players disruptivos que ameaçam todo o ecossistema e o obrigam a mudar a grande velocidade, sob pena de não sobreviverem. Mas há ainda muito por fazer. Perante um novo consumidor, cada vez mais digital e móvel, há novas respostas, novos negócios e novas empresas. Mas o potencial de transformação e de mudança é muito maior do que a realidade atual. Há ainda muito por fazer no mercado nacional, nomeadamente ultrapassar entraves em temas como a segurança e privacidade. Ofertas convergentes e qualidade das redes e dos serviços são as apostas dos operadores, a par da inovação, para dar resposta a novos padrões de consumo, que estão em permanente evolução. Neutralidade das redes, monetização das ofertas, novos modelos de negócio estiveram em debate no Mobile Forum Portugal, sendo vistas como oportunidades e desafios. Esta iniciativa da APDC, da Acepi e da MMA, que decorreu a 30 de junho, pelo terceiro ano consecutivo, teve como tema de fundo “Breaking into the Future”. O objetivo foi fazer um ponto de situação e traçar perspetivas sobre o negócio da mobilidade em Portugal. Mostrando, em paralelo, o que de melhor os players estão a fazer numa área que assume uma importância verdadeiramente estratégica na Economia Digital e que é hoje uma realidade para todos os utilizadores, sejam empresariais ou individuais. Na abertura do evento, e enquadrando o tema da mobilidade e da sua importância na sociedade e na economia, João Couto, membro da Direção da APDC e Diretor Geral da Microsoft Portugal, considerou que a indústria das TIC está a passar por “uma fase extraordinária de desenvolvimento”, com o móvel a mudar tudo, tanto em termos pessoais como profissionais. Esta é uma realidade irreversível e crescentemente dominante, numa verdadeira “transformação digital” que tem as TIC no seu centro. Sendo a economia digital cada vez mais global, ela “implica novos modelos de negócio, com estruturas de custos muito mais flexíveis”. E o contexto do cliente é cada vez mais determinante, numa lógica de interação e de integração dos vários canais. Esta

3 João Couto - Membro da Direção da APDC é uma oportunidade para as TIC, que poderão “colocar de novo o setor na rota do crescimento. Temos que parar a destruição de valor dos últimos anos, alertou o responsável da APDC e da Microsoft”. Na abertura desta conferência esteve também Alexandre Nilo da Fonseca, presidente da ACEPI, que destacou a estratégia da Associação da Economia Digital, que fez este ano 15 anos de existência e que está a reforçar atividades em novas áreas. Nomeadamente a e-health, área que será de grande transformação nos próximos anos. Passou ainda a fazer parte da E-Commerce Europe, uma associação que visa o desenvolvimento do comércio eletrónico, para além de outras associações nacionais e internacionais. Anunciou ainda que será este ano lançado um selo europeu da confiança online, onde a ACEPI participará. vida dramaticamente”, transformando-se numa das maiores utilities. “Permite um conjunto atividades e de serviços que há 5 a 10 anos não eram possíveis”, com verdadeiras “possibilidades transformacionais”. Prevendo que as exigências em termos de reforço de capacidade das redes e de intensidade de investimento se vão manter, considera que os operadores “vão continuar a ser uma peça chave do sistema”. E a adesão aos smartphones, sem paralelo em termos de adoção, mantém um crescimento acentuado. Já em termos de serviços mobile, a perspetiva é de evoluírem e amadurecerem cada vez mais. E o potencial é ainda enorme em áreas como o mobile commerce, que vai duplicar rapidamente a taxa de crescimento atual. “O mobile tem aplicações nas mais variadas áreas, como a saúde e educação. É um acelerador de hábitos e de transformação de negócios”, destaca. A que acresce a revolução da Internet das coisas. Perante a crescente relevância desta área, todos os negócios e atividades vão passar por “mudanças dramáticas”. Com estratégias de integração entre os vários canais, novas formas de interação e novos negócios. Há, contudo, desafios a enfrentar. Com destaque para a privacidade e a proteção de dados, que “serão cada vez mais fundamentais no tema do mobile”. MOBILE: TENDÊNCIAS E PRINCIPAIS INDICADORES Numa intervenção para enquadrar o tema e traçar as grandes tendências, João Matos Gomes, Responsável de Consulting Services da Capgemini Portugal, começou por destacar que “o mobile mudou a nossa Alexandre Nilo da Fonseca, Presidente da Acepi

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