58 - O Futuro com o 5G nas Indústrias Automóvel e Portuária

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Um mundo de novas possibilidades

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TALKOMMUNICATIONS – “O FUTURO COM 5G NAS INDÚSTRIAS AUTOMÓVEL E PORTUÁRIA” Claudio Diotallevi Partner manager de Transport & Logistics, Ericsson Itália “No Porto de Livorno, um dos maiores portos comerciais em Itália, está em marcha o seu processo de digitalização. O objetivo é trazer-lhe inteligência, endereçando os desafios do desenvolvimento sustentável, da eficiência de custos, proteção do ambiente e benefícios sociais através do 5G” “Foram introduzidas tecnologias inovadoras, como a IoT, realidade aumentada ou data analytics e a experiência mostra a forma como a crescente digitalização permite alcançar os targets definidos” “Os portos têm de ser cada vez mais competitivos e sustentáveis e, de facto, o 5G é realmente a resposta para tornar isso possível. O processo implica ainda o reforço das qualificações dos recursos humanos para poderem trabalhar com as novas tecnologias. Tem de haver um engagement nas diferentes componentes para garantir uma verdadeira transformação” Isabel Moura Ramos Executive Board Member, Porto de Aveiro “No Porto de Aveiro, já se está a pensar no 5G e nos desafios e oportunidades que poderá trazer à operação. Este é um projeto que cresceu com a indústria e o objetivo reforçar essa aproximação, apostando-se na diferenciação, o que passa pela criação de um ecossistema para a implementação da tecnologia 5G” “Tudo terá de passar por uma estratégia de longo-prazo que aposte na digitalização, conetividade, descarbonização, em operações inteligentes e na melhoria das acessibilidades marítimas e das infraestruturas. O ecossistema está no ADN deste porto” “O 5G não pode ser visto apenas numa lógica de automatismo de operações, é muito mais que isso. Aos desafios que os portos têm e num ecossistema tão rico como o do Porto de Aveiro, o nosso objetivo é sermos smart, safe e sustainable”

7 tados: redução de 8,2% nas emissões de CO2 por operação e terminal e um aumento de produtividade entre 20% a 25%. As preocupações e desafios dos portos nacionais não são diferentes. No Porto de Aveiro, que inclui ainda o Porto da Figueira da Foz, já se está a pensar no 5G e nas oportunidades que poderá trazer à operação. Sendo um projeto que cresceu com a indústria, o objetivo é reforçar essa aproximação, apostando-se na diferenciação, o que passa pela criação de um ecossistema que permita a implementação da tecnologia 5G, como avança Isabel Moura Ramos. Para a Executive Board Member do Porto de Aveiro, há que ter uma estratégia de longo -prazo, que aposte nas áreas da digitalização, conetividade, descarbonização, operações inteligentes e melhoria das acessibilidades marítimas e das infraestruturas. É isso que se está a fazer, num projeto integrado, em que a gestão dos stakeholders é muito grande, assentando num relacionamento e colaboração muito próximos com todos os players. “O ecossistema está no ADN deste Porto”, garante. “Definir um roadmap para conseguir ter um smart port sustentável vai estar na linha da frente de todos os projetos de infraestruturas que vamos implementar”, garante a gestora, onde os grandes desafios serão a digitalização e a descarbonização. Neste âmbito, estão já previstos 22 milhões de euros de investimento para o Porto da Figueira da Foz e de 30 milhões para Aveiro até 2023. “O 5G não pode ser visto apenas numa lógica de automatismo de operações, é muito mais do que isso. Aos desafios que os portos têm e num ecossistema tão rico como o que o Porto de Aveiro, com a sua ligação à indústria, o nosso objetivo é sermos smart, safe e sustainables. O desafio é construir com a comunidade portuária e com a região um porto que desenhe um plano para a sustentabilidade olhando para o futuro. Acresce a segurança dos trabalhadores, onde o 5G vem mudar tudo”, explica. Em curso está já em desenvolvimento do primeiro projeto piloto 5G dos portos nacionais, com o “Mobilizer 5G”, que envolve a Altice Labs e a Efacec. Pretende-se criar um sistema inteligente de controlo de passagem de nível pra os comboios que entram no Porto de Aveiro e até final do ano serão montados todos os equipamentos. O projeto será testado em março ou abril e Isabel Moura Ramos assegura que “há muitos mais automatismos que podemos criar e o objetivo é participarmos em mais projetos, construindo os primeiros passos do 5G. Temos o ecossistema ideal para sermos palco do roadmap da digitalização assente na tecnologia 5G”. CONCRETIZAR, CONCRETIZAR Na Brisa/Via Verde já há muito que se dão passos na digitalização e na inteligência das infraestruturas e dos serviços ao cliente. E o grupo “tem-se posicionado em várias frentes com a visão dos carros autónomos que com o 5G vão ganhar outro nível de desempenho”, afirma João Oliveira, destacando a sensorização das autoestradas e uma maior eficiência da gestão do tráfego e das infraestruturas, numa visão que “evoluiu nos últimos anos. Não queremos estar só focados nas infraestruturas, mas também nas pessoas”, o que levou à oferta das várias aplicações que já tem disponíveis. Para o Diretor VV Connected Cars da Via

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