56 - O Futuro com o 5G na Indústria

A inteligência está a chegar a tudo

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TALKOMMUNICATIONS – “O FUTURO COM 5G NA INDÚSTRIA” Samuel Ferreira 5G Solutions Architect, Huawei Portugal “O 5G irá funcionar como uma tecnologia de acesso, uma rede inteligente que se ajusta dinamicamente às necessidades em concreto de todas as indústrias. A verdadeira digitalização da sociedade acontecerá quando juntarmos o 5G ao poder da computação e à cloudificação dos serviços” “A ligação com a universidade e a indústria poderá ser uma chave de sucesso para a inovação e para a criação de valor assente no 5G” “Embora o 5G ainda esteja numa fase inicial, já é possível tirar partido da tecnologia. Há que começar a perceber como trazer valor para a indústria. Como o smart mining, o smart grid, a smart agriculture, a smart refinery, os smart ports e a smart fatory. A nova tecnologia permite a transformação digital das indústrias” António Pereira Plant Manager de Ovar, Bosch Portugal “O 5G será disruptivo. Os grandes benefícios serão o real time, a conetividade de alta velocidade e a conetividade massiva, que vai proporcionar a ligação de todos os dispositivos sem concorrência pela banda. Tudo isso nos leva a uma visão de futuro em que layout de uma fábrica é desenhado apenas considerando o teto e o chão. Tudo o resto será modular e alterável” “O que se vai passar com a transição do 4G e para o 5G é como quanto desligámos o telefone da ficha e começamos a colocá-lo no bolso, como um mundo de novas oportunidades. Na indústria, a nova geração potenciará um sem número de aplicações que hoje nem sequer conseguimos imaginar” “A rede vai passar de ser uma estrutura física para ser cognitiva, com capacidade de adquirir conhecimento. Será uma mais-valia para todas as áreas e potenciará a i4.0, alavancando todas as aplicações”

5 As fábricas inteligentes do futuro vão ter tecnologia ubíqua, com tudo ligado e conectado, em ambiente colaborativo, e com nteração entre cliente, produto e empresa e com previsão do futuro. Tudo estará centrado no cliente. Samuel Ferreira. Assim, estão a instalar naquela universidade uma rede com um corte 5G stand-alone e mobile edge computing, para permitir o desenvolvimento de aplicações. A Bosch será a primeira empresa a usar esta rede, até porque tem bem definida a forma como vai implementar soluções assentes em 5G. “A ligação com a universidade e a indústria poderá ser uma chave de sucesso para a inovação e para a criação de valor assente no 5G”, avança este responsável. UMA VERDADEIRA DISRUPÇÃO António Pereira, Plant Manager da Bosch de Ovar, começa por destacar que “o 5G será disruptivo”, ao trazer como grandes benefícios o real time, a conetividade mais rápida (com facilidade de transferir dados com muita velocidade) e a conetividade massiva (que vai proporcionar a ligação de todos os dispositivos sem concorrência pela banda). O que leva o grupo a imaginar no futuro uma fábrica desenhada “considerando apenas o teto e o chão. Tudo o resto será modular e alterável no tempo, porque deixará de haver conexões físicas”. Para este responsável, o 5G trará um mundo de novas oportunidades e na indústria, ao eliminar as ligações físicas, potenciará “um sem número de aplicações que hoje não conseguimos imaginar, pois a rede passa de ser uma estrutura física para cognitiva, com capacidade de adquirir conhecimento”.

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