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48 - Ciclo de Conversas Digitais | Covid-19 Digital Reply

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abril/maio 2020

Ciclo

Ciclo de Conversas Digitais – COVID-19 Digital Reply segurança é rastrear os contágios”. É que a adoção desta app é vista como será determinante do ponto de vista de saúde pública, para evitar segundas vagas da pandemia ou réplicas. Quanto aos riscos, destaca que basta olhar para o efeito ‘Cambridge Analytics,’ onde não era suposto que os dados recolhidos através do Facebook fossem usados ou vendidos a terceiros. Por isso, o que tem de se garantir é exatamente que os dados recolhidos pela aplicação não sejam usados para outros fins. A garantia de destruição dos dados a cada 14 dias é, na sua ótica, relevante, tal como a aposta numa solução descentralizada, que evitará ataques e roubos. MAIS UMA PEÇA DO PUZZLE Henrique Barros, presidente do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto, professor Catedrático da Faculdade de Medicina do Porto e presidente da IEA - International Epidemiological Asociation, também não tem dúvidas de que o rastreio dos contactos é fundamental, não apenas no caso da pandemia atual do coronavírus como em qualquer situação de natureza epidémica, uma vez que é central na capacidade de resposta do sistema de saúde. “Enquanto epidemiologistas, temos de pensar se A app deve ser olhada com o mesmo enquadramento que se olha para um medicamento. Tem de ser eficaz a resolver o problema e segura para garantir que não vai entrar em domínios da vida privada das pessoas, diz o epidemiologista Henrique Barros teremos ou não que mudar a forma como lidamos com o diagnóstico, utilizando as mudanças tecnológicas para ter novas ferramentas”, diz este médico, que compreende “que os dados de saúde são particularmente sensíveis”, mas defende que é possível encontrar uma solução para os proteger. “A app resolve os problemas de forma muito mais rápida e ultrapassa vários constrangimentos, como a memória das pessoas. Olhamos para ela com o mesmo enquadramento que olhamos para um medicamento. Tem de ser eficaz e segura: eficaz a resolver o problema e segura para garantir que não vai entrar em domínios da vida privada das pessoas que nada têm a ver com o problema. Temos de definir regras”, defende. Para Henrique Barros, esta aplicação de rastreabilidade “não substitui o lado humano, do contacto com as pessoas, mas ajuda a esse contacto. É mais um estetoscópio que vai facilitar a resolução do problema. Tem de ser vista como uma peça de um puzzle de respostas ao problema, que é tratar os doentes que precisam de ser tratados”.•

9 >>>> Aceda >> ao vídeo > do Evento https://youtu.be/jCk82ZMXDvc

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