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48 - Ciclo de Conversas Digitais | Covid-19 Digital Reply

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abril/maio 2020

Ciclo

Ciclo de Conversas Digitais – COVID-19 Digital Reply verticais, para sermos uma solução diferente”, adianta o responsável. Apesar do seu posicionamento ser mais B2C, a Lovys está agora a fortalecer a sua vertente B2B, com parcerias com a banca, telecomunicações, retalho e outros setores, para “agregar cada vez mais necessidades de seguros de uma forma simples”. Está também a alargar a outros mercados: em Portugal já está a oferecer seguros para smartphones e quer entrar rapidamente em Espanha. Gonçalo Parreira admite ainda, a prazo, uma eventual entrada nos seguros para empresas. AUTOMATIZAR E ACELERAR A hAPI é uma fintech especializada em criar interfaces rápidos e simples para a recolha de informação financeira dos clientes da banca, que dispersa por diversos sites. Para isso, a startup desenvolveu uma solução que permite entregar de forma totalmente online toda a informação e documentos originais certificados, para se submeterem pedidos de crédito a bancos e entidades financeiras. No fundo, tratase de acelerar todo o processo, através de uma API que permite de forma fácil e simples, que toda a informação seja acessível rapidamente. Diogo Nesbitt, cofundador da hAPI, destaca os benefícios desta plataforma de integração: ter informação atualizada e fácil de cruzar, estruturada e de confiança, sendo este um dos seus pontos mais fortes. Com a pandemia, a startup A pandemia levou a uma subida e massiva adoção de soluções digitais e esta tendência vai manter-se, porque tudo será cada vez mais feito online, depois do confinamento criou um piloto para demonstrar como é que a solução pode ser útil, por exemplo para uma concessão de crédito totalmente online: a partir de uma página do banco, o utilizador pode digitar os seus acessos da Segurança Social, Autoridade Tributária e Banco de Portugal, recebendo o banco apenas a informação e a documentação necessária para a decisão sobre o crédito. Toda a informação é recolhida e validada de forma automática e em poucos minutos. Questionado sobre eventuais problemas de confidencialidade, já que o cliente digita os seus acessos, admite que esse é um ponto delicado e que haverá sempre o risco de abuso de informação. Mas deixa claro que o risco é muito menor que nos processos usados anteriormente, até porque com a hAPI “são os sistemas que acedem à informação e não as pessoas. Tudo é feito automaticamente, sem partilha de passwords com a entidade bancária”. O gestor garante que há um grande interesse nestas soluções, até porque “o processo pode, e deve ser, todo automatizado”. A empresa “sentiu, de repente, os bancos estão cada vez mais interessados em pensar o que podem fazer para reduzir riscos, evitar uma ida à agência e reduzir o consumo de papel”, não só para “minimizar os impactos do coronavírus, mas também para otimizar e redefinir processos”, conclui.•

17 >>>> Aceda >> ao vídeo > do Evento https://youtu.be/aVl4UKlbxww

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