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48 - Ciclo de Conversas Digitais | Covid-19 Digital Reply

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abril/maio 2020

Ciclo

Ciclo de Conversas Digitais – COVID-19 Digital Reply Portugal Fintech no combate à Covid-19 Uma questão de mindset Depois de dois meses em que empresas e pessoas foram obrigadas a virar-se para o online, com as medidas de isolamento resultantes da pandemia, a transformação para o digital vai ter de acelerar. O mindset está a mudar e nada vai ser como dantes. A adoção massiva de soluções digitais é dada como certa. E as fintechs LOQR, Lovys e hAPI já estão a sentir um renovado interesse nas suas ofertas, 100% digitais, com o seus responsáveis a mostrarem-se muito confiantes quanto ao futuro, como ficou claro na última conversa digital do Ciclo “COVID-19 Digital Reply”, realizada com o apoio da Portugal Fintech, que decorreu a 20 de maio. Tendo como principais clientes a banca e o setor financeiro, a startup portuguesa LOQR disponibiliza uma plataforma integrada, unificada e de utilização simples para a gestão de identidades digitais. O que permite às entidades bancárias conseguirem ter acesso, em tempo recorde, às ferramentas necessárias para criarem canais

15 digitais e disponibilizarem serviços totalmente digitais, com segurança e compliance. Ricardo Costa, CEO da LOQR, refere que as quatro áreas fundamentais que registam atualmente grande procura são o costumer onboarding, a assinatura de documentos e contratos digitais, a autenticação de clientes e o costumer data update. E se a procura destas soluções antes da pandemia era grande, desde há dois meses que se intensificou exponencialmente, tanto por parte das empresas que já usavam a sua solução como de novas empresas, já que todas foram obrigadas a trabalhar digitalmente. “Antes da pandemia, tínhamos que demonstrar que era possível fazer o mesmo, mas de forma digital, e as dificuldades era grandes. De repente, nos últimos dois meses, a prioridade passou a ser o digital, crítico para todas as empresas”, diz o gestor, adiantando que se registou uma adesão em massa aos serviços. De tal forma que a fintech já ultrapassou este ano toda a faturação que registou em 2019. Áreas como a contratação à distância, a recuperação de acessos de homebanking, a certificação de contactos, a atualização de dados ou a abertura de contas estão a registar uma forte procura. Ainda na semana passada, foi com tecnologia da LOQR que o Banco Montepio abriu a primeira conta bancária 100% online de empresas no mercado nacional, exemplifica o fundador do projeto. O modelo de negócio assenta numa parceria com os clientes, com partilha de risco, num modelo de software-as-a-service, com o licenciamento da plataforma a ser baseado no número de identidades criadas e/ou geridas. Para os próximos meses, o desafio será, na sua ótica, a otimização dos novos serviços. “O digital vai manter-se, não vamos voltar atrás. Está cá para ficar, com cada vez mais utilizadores, e é preciso ter capacidade de resposta”, garante. INOVAÇÃO PORTUGUESA EM FRANÇA Já a Lovys, considerada uma ‘Netflix dos seguros’, nasceu em França, mas com ADN português. A sua proposta passa por revolucionar a oferta do mercado segurador e a forma de fazer seguros, uma área que, como começa por salientar Gonçalo Parreira, VP of Partnerships da startup, ninguém gosta e que os clientes só contactam quando é mesmo necessário. Por isso, criou uma solução totalmente digital que agrega todas as apólices de seguros, pagas numa única mensalidade, facilitando a gestão familiar e personalizando o produto. O gestor desta insurtech não tem dúvidas de que as seguradoras precisam de conhecer cada vez melhor os clientes, transformando radicalmente as suas ofertas e respondendo aos novos desafios do digital. Por isso, surgiram como “uma resposta aos novos tempos, sendo digitais e mobile por natureza. O mercado de seguros tinha necessidade de uma solução 100% digital, transparente, all-in-one e flexível”. A Lovys tem atualmente 15 parcerias de distribuição ativas e 8 parceiros de underwritting, disponibilizando ofertas de seguros de smartphones, casa, saúde, auto e pet. Desde que arrancou em França, em agosto do ano passado, já fez 8 mil apólices e faturou um milhão de euros. E as perspetivas são muito positivas, depois do primeiro impacto da COVID-19 nas atividades. “A nossa experiência tem tudo para correr bem. Temos muito interesse nos parceiros de várias

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