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46 - 29º Digital Business Congress | The Future of Business

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20, 21 Novembro | CCB

29º

29º Digital Business Congress HOW TO REALLY CONNECT IN A WORLD OF TECH IS TECHNOLOGY KILLING TALENT? Fred Canto e Castro Founder e Chairman, Sonder People “Todos nós queremos ser bem-sucedidos. Mas o sucesso profissional e a concretização de objetivos não são obrigatoriamente sinónimo de qualidade de vida e de felicidade. O stress, a ansiedade e a pressão do dia-a-dia por vezes desligam-nos do que é realmente mais importante” “A nossa qualidade de vida é a qualidade das nossas emoções. Passamos a vida inteira a tentar conquistar coisas no mundo exterior, para tentar preencher algum vazio interior que tenhamos. Mas, na realidade, temos de começar por dentro” “Não nos podemos desconectar de quem realmente somos e das pessoas à nossa volta. Isso já nos aconteceu a todos, quando é isso que faz a nossa vida mais feliz. Podemos estar a correr depressa e numa direção para sermos bem-sucedidos, mas na realidade isso não ser realmente relevante para nós” Gonçalo Gaiolas VP of Community & Ecosystem, OutSystems “Estamos ativamente à procura de novo talento, mas dizemos aos nossos clientes que vão precisar cada vez menos de engenheiros de topo para aproveitarem ao máximo as vantagens dos ecossistemas digitais. Temos exemplos de empresas que se transformam com sucesso recorrendo a recursos internos requalificados” “A grande skill vai deixar de ser a especialização tecnológica para passar a algo como a criatividade ou a capacidade de perceber as jornadas das pessoas. No futuro, os melhores talentos do digital vão ser as pessoas das humanidades, porque a tecnologia vai ficando cada vez mais simples” “O grande perigo da democratização são os erros que podem ser criados. Vemos milhares de portugueses a trabalharem em tecnologia a partir de Portugal para fora. Há uma oportunidade incrível para o país pegar na flexibilidade e criatividade e servir muitos mercados distintos”

41 Gonçalo Vilhena CIO, Randstad “Cada vez que trazemos a tecnologia para dentro das organizações e transformamos todos os processos, o que fica depois de toda esta transformação é muito mais humano. A tecnologia compra-se, mas conseguir cada vez mais ter a nossa agenda a atratividade do talento e pensar nos recursos humanos e qual é o propósito da organização depende de nós” “O primeiro ingrediente importante no processo de seleção para a requalificação do talento é entender a motivação para mudar. Depois, perceber se há capacidades de raciocínio lógico, essenciais para aprender tecnologia. Em 3 meses, pode-se entregar valor destas pessoas” “Cerca de 48% do trabalho ainda é em tarefas administrativas. Temos que automatizar todos os processos que o talento e os clientes não valorizam. Temos de estar focados na experiência humana. Tudo o resto tem de ser automatizado, para preparar o futuro” Henrique Paranhos CEO, WEbrand Agency & Co-fundador, Remote Shift “Há 3 formas de trabalhar remotamente. A maior parte das empresas permite o trabalho pontual a partir de casa. Mas há outras que têm colaboradores a trabalhar 100% de forma remota. Já no terceiro enquadramento, trabalha-se de forma exclusivamente remota, sem um escritório físico” “Os desafios do trabalho remoto são grandes. Como comunicar com alguém noutro fuso horário ou com uma cultura de trabalho completamente diferente da nossa. Mas a tecnologia veio criar mais oportunidades que obstáculos, porque permite trabalhar de forma 100% remota” “Falam-se muito em digitalizar mais o país e o tecido empresarial e promover o trabalho remoto. Mas tem de haver políticas que promovam este tipo de negócio e de modelo de trabalho e elas ainda não existem. A legislação tem de se modernizar e ajustar às novas profissões e modelos de trabalho”

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