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46 - 29º Digital Business Congress | The Future of Business

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20, 21 Novembro | CCB

29º

29º Digital Business Congress THE FUTURE OF MEDIA “Combater as fake news é lutar todos os dias contra isso. Temos de saber como lidar com as redes sociais e ver o que é vantajoso e o que ameaça a nossa imagem. Este é um caminho que vamos construindo” Cristina Ferreira Apresentadora de televisão, SIC “A tecnologia mudou muito os media e não sabemos ainda muito bem como lidar com ela. Temos de perceber o que é mais vantajoso e o que não é. A forma como chegamos às pessoas nos diferentes meios veio ajudar a consolidar a minha marca. Acredito numa convergência de meios “ “Estou na fase de observação. Não faço parte do grupo de pessoas que prevê uma nova forma de ver tv. O que vai ter de haver é uma reinvenção. Que já aconteceu. Mas acredito que, quando apostamos na personalização e na qualidade, as pessoas vão continuar a ver televisão”

27 Tomás Froes Fundador, PARTNERS “Já se sente uma evolução gigante na velocidade de criação de conteúdos. O digital não veio matar ninguém e está a ajudar a não matar a rádio, que foi a área que melhor se adaptou ao digital, tal como o outdoor. Já a imprensa e a televisão atrasaram-se na transformação” “Nas agências, tentamos dizer aos clientes que, mais importante que a big data, é a long data: criar a confiança nos clientes, sabendo construir a marca, com uma história que se conta. Tem de ser relevante e rentável e, para isso, tem que se pensar a longo termo” “No dia-a-dia, através dos dados, tem que se construir uma marca de notoriedade, com história e que gere confiança. Mas hoje ainda avaliamos a curto-prazo e muito menos a longo-prazo, que é o que deveríamos fazer. Confiança e importância do conteúdo são essenciais” André Freire de Andrade CEO, Dentsu Aegis Network Iberia “A preocupação hoje é como construir marcas mais fortes, numa altura em que a consumer journey se transformou de uma forma brutal. É muito mais complexa, com muitos touch points, e as marcas têm muitas dificuldades em ligar-se aos consumidores” “As marcas têm de contar histórias relevantes para os consumidores. Uma marca má não tem hipótese, porque a transparência trazida pelo digital é muito maior. Mas construir uma marca é complexo, já que a personalização significa conversar com as pessoas de formas diferentes” “A marca tem de continuar a construir a sua história, a ser o seu próprio embaixador. Mas tem dificuldade em saber qual é a combinação certa, numa realidade de complexidade enorme, para gerir a sua imagem. A nossa indústria vai mudar de uma forma brutal e não vai ser fácil este processo”

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