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45 - Digital Business Breakfast | O Futuro do Setor Financeiro

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2 outubro 2019 | Sheraton Lisboa Hotel

DIGITAL BUSINESS

DIGITAL BUSINESS BREAKFAST Adam Khalifa Head of EMEA Financial Partnership Solutions, Google “As empresas financeiras têm de ter cada vez mais cuidado com os serviços digitais que oferecem aos potenciais clientes. Já não se trata de estar online, mas sim de como se está online” “Como poderemos trazer informação relevante para os utilizadores na hora certa, nesta nova era? Como vencer? Acelerando com machine learning, ser pessoal e responsável e trazer a ação aos clientes” “Nos próximos 10 anos entraremos na era da AI first. A evolução tem sido enorme e o desafio é como poderemos beneficiar dela no mundo. Já descobrimos que pode ajudar em muitas áreas, como a saúde. Mas também tem capacidade de criar melhores experiências” Ricardo Chaves Chief Commercial Officer, SIBS “O sistema financeiro está de boa saúde no que toca à inovação. Estes temas requerem uma evolução da cadeia de valor do serviço que não está apenas no front-end digital, mas que depende de muitas áreas. É necessário um conjunto de outros processos” “No open banking há uma oportunidade muito grande de criatividade e de novos serviços e os bancos já se estão a mover nesse sentido. Há ainda uma grande oportunidade na distribuição, em conjunto com outras áreas” “O futuro é cada vez mais mobile first. Com todos a puxar de formas diferentes e com estratégias diferentes. A resiliência do serviço será fundamental para se não falhar, o que é um desafio. Assim como a segurança”

5 Numa sala cheia de participantes, um grupo de líderes do setor financeiro garantiu que a aposta na inovação e a definição de estratégias digitais, com recurso a ferramentas tecnológicas, são já o dia-a-dia das empresas nologia by design, numa lógica de best practice e com foco no cliente. Explica ainda que, depois de um arranque com um modelo muito alargado, o projeto foi-se aperfeiçoando à medida que o mercado foi adotando a solução, passando a apostar-se numa segmentação da oferta, com destaque para os jovens e adultos digitais ou early adopters. “O MBWay só poderia ter nascido de uma estrutura colaborativa, porque este serviço necessita de rede e de muita gente a utilizá-lo, com uma solução inovadora para os clientes”, acrescenta Francisco Barbeira, Executive Board Member do Banco BPI. Para o gestor, a quantidade de clientes que já usam as apps móveis bancárias é cada vez maior e há que saber tirar partido dessa realidade. E exemplifica com o caso do BPI onde, dos clientes que usam os serviços do MBWay, 80% fazem-no dentro da aplicação do banco, o que permitiu trazer os touch points com o cliente para ‘dentro de casa’. Francisco Barbeira não tem dúvidas de que “todos os bancos estão a investir imenso na inovação” e de que as fintech têm sido “um fator fundamental” para acelerar essa aposta no sistema financeiro. Mas as condições entre estes dois perfis de players são muito distintas: é que os bancos têm uma legacy e muito menos agili-

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