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44 - Neashoring & Human Talent | Portugal as an attractive Services Hub

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DIGITAL BUSINESS

DIGITAL BUSINESS CONFERENCE João Dias Vogal do Conselho de Administração, AICEP Nuno Alves Unidade de Incentivos, ANI “O grande ativo que tem sido decisivo é o talento dos recursos humanos nacionais, com uma relação de custo bastante interessante. Assim como o ecossistema de inovação e a visibilidade de termos cá a Web Summit” “Portugal é visto cada vez mais como um local extremamente dinâmico, com quadros técnicos muito qualificados que conseguem fazer desenvolvimento de tecnologia e serviços de valor acrescentado” “Temos um desafio sério de continuar a não perder o fator primordial que torna isto tudo possível, que é a questão do talento. É fundamental para manter toda esta dinâmica de investimento estrangeiro” “Temos como objetivo promover a inovação colaborativa, numa perspetiva de partilha de conhecimento e de inovação em novos produtos, processos ou serviços pelas empresas “Promovemos projetos demonstradores, que estão mais perto do mercado, que nascem da conclusão de projetos de I&D, em ambiente real e com vista a chegar ao mercado. Já os programas mobilizadores são projetos com uma dimensão significativa que, pelo seu interesse estratégico são estruturantes e de grande volume de investimento” “Em 2019, prevemos abrir ainda projetos de I&D colaborativos, assim como projetos à escala europeia. As parcerias internacionais fecharam recentemente, mas dada a procura, poderão abrir de novo”

5 Num debate moderado por Nuno Pignatelli, vogal da Direção da Secção Portugal Outsourcing, os responsáveis do IAPMEI, ANI e IEFP foram unânimes em destacar o relevante papel das múltiplas medidas públicas para a captação de investimento estrangeiro No caso das medidas de estágio profissional, que existem desde 1994, destinam-se a apoiar a “transição do mundo das qualificações para o mundo do trabalho, permitindo ainda facilitar o recrutamento pelas empresas do setor privado no final do processo. Tem dado bons resultados na criação de emprego e vamos mantê-la”, garante este responsável, deixando claro que estes estágios têm sempre que ser promovidos por empresas privadas. Já nos apoios à contratação, iniciativas como o contrato-emprego, dirigida a pessoas desempregadas e inscritas nos centros de emprego, têm permitido a contratação de recursos e a criação líquida de emprego. O responsável do IEFP garante que “a possibilidade de conjugar medidas tem sido muito importante para aliciar investimentos em Portugal”. PROMOVER INOVAÇÃO COLABORATIVA Também a Agência Nacional de Inovação, cujo objetivo é promover a inovação colaborativa, numa perspetiva de partilha de conhecimento e de inovação em novos produtos, processos ou serviços pelas empresas, tem desenvolvido um trabalho importante. Nuno Alves, da Unidade de Incentivos da ANI, cita os casos da promoção de projetos demonstradores, aplicáveis ao mercado, que nascem da conclusão de projetos de I&D. Assim como

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