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42 - Digital Business Breakfast |Powering the Circular Economy of the Future

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16 janeiro 2019 Hotel Dom Pedro Lisboa

DIGITAL BUSINESS

DIGITAL BUSINESS BREAKFAST Hugo Pereira Head of New Energies Division, GALP “Vemos a economia circular como uma oportunidade de crescimento futuro. Não é algo novo para nós. (…) Só não investimos em mais projetos por um fator de competitividade e esse é um desafio grande. Temos que entender se há um modelo de negócio que seja competitivo a médio e longo-prazo” “O Governo e o regulador poderiam fazer muito mais para tornar este negócio apetecível. É importante fazer mais, tornando claro na legislação quais são as intenções e os planos que têm vindo a ser anunciados” “Há interesse das empresas, tecnologia e operadores que podem facilitar o trabalho. Mas precisamos de dar outro tipo de passos, para se conseguir o fecho económico da equação noutra escala. É que há projetos pontuais, mas não grandes projetos” José Melo Bandeira CEO, Veolia “A ideia que me vem à cabeça no tema da economia circular é que se não nos despacharmos, amanhã estaremos todos mortos. A realidade é conhecida e está a acontecer. O que significa que a urgência e a emergência da ação é absolutamente brutal” “Achamos que hoje não já desculpa para não o fazer, do ponto de vista da tecnologia e do saber. Não há nada que a tecnologia não resolva já. A dificuldade é, necessáriamente, a equação económica” “Estão criadas as condições para as empresas serem os motores da transformação. Para Portugal é claramente uma necessidade e uma oportunidade”

9 Saber como reaproveitar, definindo o modelo de negócio certo, é o desafio de todos os setores de atividade. Mas todos garantem que as coisas estão a mudar rapidamente empresas, o Estado ou a regulação? Para Fernando Santana, todos têm um papel a desempenhar. Considerando que a realidade atual mostra que se estão a multiplicar as iniciativas de economia circular, mas que muito do que faz corresponde apenas às práticas que seriam normais adotarem-se, diz que subsistem “aspetos que a política devia fazer e que, no limite, não faz”, no sentido de estimular comportamentos mais sustentáveis. “Há conjuntos de intenções, mas não há concretizações. O ciclo não se estabelece e o valor não se cria, porque não se definem incentivos. Os atores principais devem ser todos aqueles que tem alguma coisa a dizer à cadeia de valor”, acrescenta. Também o responsável da Galp Energia defende que há medidas do poder público que podem, de facto acelerar, o investimento na economia circular. Nomeadamente como as adotadas nos combustíveis, “onde se criou uma obrigação às empresas, cujo cumprimento levou à criação de um mercado livre e competitivo”. Alerta ainda para algumas metas nacionais assumidas perante a Europa que não deverão ser cumpridas, como no caso dos aterros, porque faltam incentivos à economia circular. Como refere o líder da Veolia, “hoje ainda é mais barato poluir que despoluir, colocando em aterro, ao invés de reaproveitar. Não devem restar dúvidas para ninguém, infelizmente”. Um comportamento que não é adotado pelas

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