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41 - Digital Business Breakfast | Powering the Industries of the Future

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4 dezembro 2018 Pestana Palace Hotel

Digital

Digital Business Breakfast João Correia Neves Secretário de Estado da Economia Josu Ugarte Iberian Zone President, Schneider Electric “A transformação que o digital traz é algo que temos que perceber do ponto de vista da sua concretização económica e das soluções organizacionais que pode criar. Estamos a falar de um processo que vai permitir uma reengenharia das estruturas económicas” “O desafio principal que temos pela frente é construir uma sociedade que cresce à boleia do investimento e ter capacidade de construir produtos e serviços para os mercados globais. Sem ser desta forma, não temos uma solução sustentável do ponto de vista do crescimento, com uma mudança estrutural da economia” “O governo tem construído instrumentos para consolidar facilitar o envolvimento das empresas na transformação digital. É um caminho que está no seu início e que tem que ser feito de uma forma segura, em parceria com os agentes económicos” “Hoje, pode-se aceder em qualquer lugar a ofertas tecnológicas que podem ter um impacto brutal nos negócios. Estamos a viver uma democratização da tecnologia, onde qualquer um pode aportar valor de qualquer sítio e a qualquer negócio” “O passado e o futuro não são simétricos e o futuro vai ser exponencial. O que não podemos é ter a mesma dinâmica. Temos que mudar, reforçando a competitividade, o que se faz pelos dados, que garantem a eficiência e a estratégia” “Uma das grandes vantagens das novas tecnologias é que se podem simular soluções, criando-se provas de conceito. O que tem várias vantagens: é gradual, não é invasiva, não é inflacionária e é costumizada. Portanto, não tenhamos medo dos investimentos na indústria 4.0”

5 Josu Ugarte da Schneider Electric considera que para se prepararem para o futuro, as empresas têm que perceber o que se está a passar, saber a importância crítica dos dados, ter um CEO com um papel estratégico, ter recursos adequados e saber trabalhar em ecossistema conseguirem ser líderes nos respetivos mercados: “todas as indústrias prevêem que haverá mudanças importantes nos próximos 12 meses em todas as áreas, com disrupções digitais nos negócios. O passado e o futuro não são simétricos. O futuro vai ser exponencial”. Por isso, garante o orador, há que mudar, melhorando a respetiva competitividade. Mas cada empresa terá que perceber o que se está a passar, conhecer a importância crítica dos dados, ter um CEO que desempenhe um papel estratégico, ter recursos adequados e saber trabalhar em ecossistema. Nesta 4º vaga da globalização, com o digital e a tecnologia a provocarem o que chamou de uma “desconglomerização progressiva das economias”, Josu Ugarte não tem dúvidas de que a indústria tem um papel relevante em todas as economias, em termos de criação de emprego, de exportações e de divisas. E se os grandes grupos mundiais continuam a coexistir com empresas pequenas, estas passaram a ter a vantagem de serem mais flexíveis e terem maior capacidade de levar mais rapidamente as suas propostas de valor ao mercado. “Estamos a viver uma democratização da tecnologia. Qualquer pessoa pode aportar valor, de qualquer sítio e a qualquer negócio. Isto é uma

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