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40_UPDATE_DBB CITIES OF THE FUTURE NOV_2018

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DIGITAL BUSINESS

DIGITAL BUSINESS BREAKFAST tilhada, para complementar e melhorar a rede. “Temos que olhar para o conceito de mobilidade como um serviço, de uma forma simples e digital”, assegura. Rui Bica BMW i & Mobility Services Coordinator, Grupo BMW “Todas as marcas se estão a posicionar e a ocupar o seu lugar, não só pela digitalização e inovação, mas também pelo nível de emissões, onde têm metas a cumprir” “O caminho passa pela alteração do formato do mercado automóvel, que terá viaturas autónomas, conectadas, elétricas e partilhadas. A inteligência é a base de toda esta estratégia” “Toda a dinâmica dos serviços associados à viatura será o caminho do grupo, com um aumento significativo do portfolio dos produtos. Nestes novos serviços, a inovação assenta em parcerias. Em 2020, a BMW será um comercializador de mobilidade elétrica” ACELERAR COM ECONOMIAS DE ESCALA Quem está envolvido no projeto de mobilidade da capital é a Via Verde. O seu CEO, Pedro Mourisca, não tem dúvidas de que o desafio é grande no que respeita ao compromisso ambiental assumido: reduzir a circulação de 150 mil carros na cidade até 2030. O caminho passa por dar alternativas, nomeadamente através de veículos partilhados. Tal como os demais oradores, defende que tanto o setor público como o privado terão um papel fundamental a desempenhar nesta equação: “são várias indústrias e players envolvidos, o que torna tudo mais complexo. Temos todos que agir obrigatoriamente e em cooperação, o que às vezes é o mais difícil”. Sendo a Via Verde, pela sua natureza, um intermediário que facilita o acesso das pessoas aos serviços de terceiros, a empresa está habituada a “trabalhar de forma cooperativa”, num movimento que terá agora que se estender a todos os envolvidos, porque as “várias indústrias se estão a fundir para o interesse comum”. A mobilidade elétrica assume neste âmbito um papel cada vez mais importante e a sua adoção no mercado nacional tem registado crescimentos significativos. Para Rui Bica, BMW i & Mobility Services Coordinator do grupo BMW, “estamos no caminho certo”, embora a opção pelas viaturas eletrificadas ainda esteja muito condicionada pelos incentivos, tendo Portugal

9 Esta iniciativa contou com mais de 100 participantes, que puderam refletir sobre as experiências de várias entidades envolvidas no ecossistema que está a preparar as cidades para o futuro um dos pacotes de incentivos mais interessantes do mercado. O passo seguinte, que se está a ver já em alguns países, segundo este responsável, será a implementação de penalizações pelo uso de viaturas de combustão. “Este é o caminho. Mas tudo está dependente de um conjunto de cooperações e de infraestruturas que se vão criando para que este shift possa acontecer”, diz o orador. Citando o líder da BMW, afirma não ter dúvidas de que “os próximos 10 anos vão ser muito mais interessantes que os últimos 100 na indústria automóvel. Todas as marcas se estão a posicionar e a ocupar o seu lugar, não só pela digitalização e inovação, mas pelo nível de emissões, onde têm metas a cumprir. O caminho passa pela alteração do formato do mercado automóvel, que terá viaturas autónomas, conectadas, elétricas e partilhadas. A inteligência é a base de toda esta estratégia”. A Via Verde já realizou testes com veículos conectados autónomos e está a preparar a infraestrutura (das autoestradas) para esta mudança. “Estamos a testar vários tipos de respostas, como comunicação ativa que permita novas soluções de mobilidade, e a aprender com este processo”, salienta Pedro Mourisca. O gestor considera que “a indústria automóvel está a

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