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38 - 28º Digital Business Congress

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28º

28º Digital Business Congress EMERGING TECHNOLOGIES AND THEIR IMPACT ON CONSUMERS AND THE ENTERPRISE Sukhbinder Gill VP Fellow and Chief Technology Officer UKIIMEA, DXC Technology “Os digital natives estão na base de grandes disrupções nas empresas e vão provocar ainda mais, porque pensam diferente e no futuro. As organizações precisam de perceber as múltiplas tecnologias, experimentá-las e testá-las para se transformarem” “Vamos entrar numa era pós-cloud, uma era diferente, marcada por uma convergência tecnológica e ainda mais transformadora” “Nem todas as organizações vão conseguir concluir a sua transformação com sucesso, porque esta não é uma mudança apenas tecnológica, mas também cultural e de modelos de trabalho. O digital é uma revolução que está agora a começar e que vai provocar disrupções de forma contínua, que vão moldar novas fontes de criação de valor” ESTADO DA NAÇÃO DAS COMUNICAÇÕES Guilherme d’Oliveira Martins Secretário de Estado das Infraestruturas “Estamos com o mindset ligado ao 5G, para dar resposta aos maiores desafios tecnológicos do século XXI. Trará novas oportunidades e contribuirá para a mudança de paradigma ao nível dos investimentos que exige, levando ao surgimento de novos modelos de negócio” “Temos a perfeita noção que os operadores não investirão em novas infraestruturas sem uma perspetiva de negócio clara e sustentada. Sabemos que há questões importantes, como a partilha de redes, e o papel do Estado é fundamental para garantir uma infraestrutura sólida” “Olhando para o trabalho da Anacom, estou convicto de que vamos conseguir alcançar os objetivos que nos propomos em conjunto com o setor. Os operadores dão provas todos os dias da sua capacidade e aptidão para disponibilizar novos serviços e como polo de inovação e empreendedorismo” João Cadete de Matos Presidente, ANACOM “A partilha de infraestruturas e o investimento eficiente são temas muito relevantes. É preciso criar condições efetivas para isso. É o modelo que se tem que seguir em Portugal. Não se devem criar entraves à livre e leal concorrência no país” “A Anacom tem autonomia, isenção e independência e só assim cumpre a sua missão. Não nos demitiremos de cumprir as nossas responsabilidades. Foi esse o compromisso que assumimos. Temos feito tudo com transparência” “A nossa missão não é agradar às empresas reguladas nem ser mau com elas. Da mesma maneira que as empresas têm que ser exigentes, têm que saber que o regulador está a cumprir a sua missão. É para isso que existe. Que fique muito claro. É importantíssimo termos esta linha de conduta e vamos continuar a tê-la”

37 Alexandre Fonseca CEO, ALTICE “Tem havido falta de diálogo do regulador. Mais do que quantidade, temos que ter qualidade. A regulação habituou-nos no passado a uma posição de cooperação e de colaboração em prol do desenvolvimento do setor e isso não tem acontecido” “Houve muita coisa boa no setor este ano, mas muito foi feito pelos operadores. O papel do regulador é muito importante e estivemos sempre disponíveis para um diálogo aberto, franco e transparente. Reiteramos a nossa total disponibilidade para discutir temas sérios” “O tema da MC já foi amplamente discutido em sede própria. A nossa economia perdeu uma oportunidade. É um dossier completamente encerrado. Mas a componente de conteúdos faz parte da nossa estratégia. Todos temos que convergir na importância dos conteúdos na transformação do negócio das telcos” Francisco de Lacerda Vice-Presidente e CEO, CTT “Temos a obrigação de tomar as medidas que entendemos adequadas nas novas obrigações de qualidade do serviço universal postal. O contrato de concessão está a dois anos do fim e há exigências muito mais apertadas. As medidas do regulador não estão no contexto da Europa, onde a tendência é abrandar a regulação” “Assumimos compromissos para alargar a oferta de acesso à rede com a AdC. Mas as condições para haver utilização da nossa rede por outros existe há uns anos. Se vai ou não haver mais concorrentes, não consigo dizer” “A próxima legislatura é importantíssima, porque é da renovação do contrato de serviço universal. Espero que negociação seja equilibrada. Ter níveis de qualidade mais altos passa por maior automação e digitalização e não por mais pessoas” Mário Vaz CEO, Vodafone “Os regulados não estão cá para tratar bem o regulador, mas sim os clientes e economia nacional. A regulação não é nem deve ser o centro de debate das comunicações” “Não dou nota ao regulador, vou esperar pelo final do mandato. Mas se o fizesse não seria grande coisa. O que é relevante é olhar para a frente e o trabalho tem que ser feito no 5G, onde tem que haver uma visão muito mais integrada da regulação e dos investimentos sustentados” “Se há alguém que está à vontade no tema da partilha é a Vodafone. Temos práticas de partilha e esse é um tema que terá que ser visto, independentemente da propriedade ou não das torres. Estamos disponíveis para avaliar e olhar. Mas há muitos temas por resolver antes”

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