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38 - 28º Digital Business Congress

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28º

28º Digital Business Congress ESCASSEZ DE TALENTO DIGITAL Bruno Mota CEO, Bold “Há uma grande escassez de talento e temos centenas de oportunidades em aberto. Se antigamente era difícil encontrar os melhores do mercado, hoje é difícil encontrar qualquer talento tecnológico” “Os trabalhadores de TI têm expectativas cada vez mais elevadas e as empresas nem sempre conseguem responder. As internacionais oferecem salários mais altos e acabam por desequilibrar a nossa realidade. A solução passa por converter pessoas e atraí-las” “O país tem seguido um caminho muito positivo para sermos mais competitivos e atrativos e para que as nossas pessoas não tenham a necessidade de ir para fora. Temos que promover mais os projetos em Portugal, chegar às pessoas e dar-lhes desafios e o que elas necessitam” José Miguel Leonardo CEO, Randstad “As empresas têm que estar preparadas para a sua própria transformação, têm que se reinventar e perceber que a formação é essencial. O digital veio transformar a forma de trabalhar e, nesta era pós-digital, mudou as nossas vidas e os ritmos sociais” “As pessoas têm que perceber que a reconversão faz parte da vida. Temos que estar abertos e predispostos à mudança, porque as nossas valências não estão preparadas para a nova era. As softskills são fundamentais, porque se recruta atitude. As competências técnicas podem ser aprendidas” “O Estado pode fazer mais. Pode e deve. O trabalho que tem sido feito é positivo, mas a legislação não consegue acompanhar a mudança. Numa realidade de escassez de talento, o país tem que abrir fronteiras, ajudando a agilizar a entrada de quem quer vir para Portugal” Juan Carlos Cubeiro Head of Talent, ManpowerGroup “Na Península Ibérica, temos que perder alguns complexos. Somos mais criativos e conseguimos adaptar-nos rapidamente aos vários ambientes. Por isso, há que apostar na formação e nas novas gerações” “Temos que ser um íman para os talentos, promover a capacidade de aprendermos coisas novas e bons líderes digitais, empreendedores. Esta é uma batalha grande, mas Portugal tem todas as ferramentas para ser líder” “A capacidade cognitiva, a flexibilidade cultural e as softskills são pontos essenciais. E não se aprendem. Mas a seleção e a atratividade são estratégias muito difíceis para algumas empresas, que não sabem como atrair e muito menos reter o talento”

33 Sérgio Pereira Diretor Geral, Softinsa “Na atração do talento, ter uma presença digital é essencial e os millennials privilegiam isso. As empresas têm que estar nas redes sociais e nas novas plataformas e é através delas que os profissionais conhecem a realidade das organizações. Os anúncios tradicionais já não funcionam” “O mercado nacional é pequeno e conhecemo-nos todos uns aos outros, pelo que o employer branding é muito importante. A empresa tem que ser atrativa, não só para atrair mas para manter talento, apostando no coaching e na formação” “Os programas de reconversão são fundamentais e as parcerias entre universidades e empresas devem ser práticas comuns. Há um conjunto de receitas multidisciplinares que podem ajudar” CYBERSECURITY | PRIVACY Eduardo Mastranza Executive Partner, Gartner “O nível de empenho dos vários países tem pouca correlação com o investimento no que se refere à cibersegurança, um tema que implica mudança de cultura e coragem. A confiança está no centro do modelo estratégico da segurança” “Também em Portugal os orçamentos para a segurança estão a crescer e vão acelerar. O driver principal do investimento tem sido a privacidade, ao mesmo tempo que o medo de um ataque caiu entre as razões que justificam esta aposta” “Todos os que estão envolvidos na cibersegurança têm que rever as suas estratégias. Devem utilizar a digitalização com uma grande oportunidade, serem criativos, focarem em conceitos como a confiança e resiliência e reverem a sua a capacidade de falar em termos de negócio” António Miguel Ferreira Managing Director, Claranet “Ainda se olha para a segurança como um tema desinteressante. Mas isso tem vindo a mudar, principalmente nos setores mais sujeitos a regulação, que estão mais bem preparados. No entanto, a realidade da cibersegurança ainda não é tangível em termos de riscos todos os dias” “Temos que nos proteger com tecnologia que nos permita passar incólumes aos ataques no online, que acontecem permanentemente. Mas os boards das empresas não estão atentos à temática. Só quando acontecem ataques” “Tem havido uma evolução positiva no investimento na cibersegurança, mas a realidade ainda não é famosa. O mundo e o digital são complexos, há muitas tecnologias e as empresas precisam de apoio para montar a melhor estratégia de cibersegurança”

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