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38 - 28º Digital Business Congress

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28º

28º Digital Business Congress Filipa Carvalho Diretora Jurídica e de Regulação, NOS “Devemos estar orgulhosos do nosso setor e isto tem que ser tido em consideração quando se tomam decisões ou se fazem recomendações que têm impacto. Às vezes, há medidas em que estamos todos de acordo em não concordar com o regulador. Tem que se proteger o investimento” “Com a publicação do novo Código das Comunicações Europeias, temos dois anos para alterar as regras. Não faz sentido que, entretanto, a Anacom faça alterações para resolver problemas pequenininhos. Não é assim que se regula” “No tema do level playing field dos OTT face aos operadores, a situação é absolutamente inaceitável em todas as áreas. Há que equiparar os OTT aos tradicionais operadores de comunicações. Era uma excelente área para o regulador se ocupar em 2019” “Um regulador deve evitar aspetos que criam alguma confusão, como o excesso de regulação. Somos obrigados a publicar tanta informação que acaba por ser desinformação” “A Anacom adotou uma decisão cujo conteúdo é de louvar, de dar informação relevante ao consumidor na fatura detalhada. Mas temos que ter simplicidade na informação” “Temos que identificar bem os problemas e a necessidade de alteração legislativa. Há dois anos, foram alterados os períodos de fidelização e as medidas acabaram por não ser úteis” Madalena Sutcliffe Diretora de Legal & Regulatory Affairs, Vodafone Portugal Sofia Aguiar Responsável pela Direção de Regulação, Concorrência e Juridica, Altice “Há um ponto que deve ser visto com atenção, no seguimento das melhores práticas internacionais: ter uma prática consistente de avaliação do impacto regulatório em termos de custos e benefícios. Permite diminuir o risco de erro regulatório e tornar a atividade do regulador mais escrutinada e sólida” “A transparência na informação ao cliente só é obtida através da simplificação, sob pena de criar uma coisa sem leitura, um monstro. Tem que se pensar e refletir se o que está a ser feito é realmente o melhor para o consumidor e o que é que isso representa para o operador” “Este não é o momento de se mexer em nada relacionado com fidelizações, O tema tem regras claras aplicáveis e tudo está a funcionar normalmente. Não há grandes reclamações. O mercado está estabilizado e a funcionar”

29 INOVAÇÃO NA AP Francisco Lima Presidente, INE “É quase preciso estarmos num estado permanente de inovação no INE, desde a recolha dos dados à análise dos mesmos. Promovemos uma grande proximidade com as universidades, apoiamos algumas sociedades científicas e temos projetos conjuntos, nomeadamente a nível europeu!” “Temos deadlines muito rígidos e a pressão a que estamos submetidos diariamente é muito grande. Por isso, estamos sempre à procura de novas abordagens e metodologias” “Precisamos de massa crítica. Olhando para a nossa cadeia de valor, como é que ganho escala? Foi necessário construir uma visão integrada de todas as competências, que nos permitisse utilizar melhor os dados e ajudar os cidadãos e a AP. Temos que reformar a nossa estrutura tecnológica para fazermos mais” Gonçalo Caseiro Presidente, INCM “A inovação já está na AP há muito tempo. O setor público tem muita visibilidade e por isso é muito fácil encontrar falhas e ridiculizar qualquer coisa nas redes sociais. Mas todos temos que ter uma mente mais aberta relativamente a esta matéria.” “A fábrica da Casa da Moeda tem robôs. Estamos completamente na indústria 4.0. Vamos fazer 250 anos, chegámos cá antes da revolução francesa, mas continuamos fiéis à tradição de inovar” “O nosso país tem um capital humano fantástico. A colaboração entre o setor público, privado e académico é fundamental para todos. É preciso criar iniciativas, espaços de discussão, incentivos, trabalhar a motivação e valorizar isso nos discursos políticos” Henrique Martins Presidente, SPMS “É o setor público da saúde que estimula a maior inovação na AP. Não apenas a inovação digital, mas fazer de outra maneira com valor” “É difícil manter nos quadros da saúde pessoas com competências elevadas na área das TIC. Os melhores saem rapidamente. Sobra-nos pouco tempo e recursos para pegarmos no digital que já temos e dá-lo aos académicos para estes promoverem o salto digital que seria importante” “Termos uma estratégia nacional para os sistemas da informação é muito importante na saúde, que tem mais de 70 entidades autónomas que é preciso articular. E os dados clínicos andam a circular para que as pessoas tenham a melhor saúde. Ter acesso à nossa informação de saúde é um dos nossos maiores desafios”

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