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38 - 28º Digital Business Congress

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28º

28º Digital Business Congress Mónica Serrano Chief Marketing Officer, L’Óreal “Os influenciadores são um novo meio de comunicação que não pode ser descurado e por isso tivemos que fazer de mudanças a nível estrutural e na forma como trabalhamos. Escolhemos pessoas que se identifiquem com o ADN da nossa marca e espelhem os nossos princípios” “Este mercado não está profissionalizado, mas temos que garantir sigilo sobre a informação, contrato, procedimentos, ética e regras em todas as parcerias. Esta formalização detalhada reforça a relação com o influenciador, mas sem nunca comprometer a sua criatividade e personalidade” “Na procura de um cosmético, 80% das mulheres dos 15 aos 45 anos recorre em 1º lugar a um influenciador. O poder que as marcas têm de chegar rapidamente a um público-alvo é já muito grande desta forma. Ganha quem faz a melhor relação com estas pessoas e o conteúdo mais ajustado ao seu target” EXPERIÊNCIA DE EMPREENDEDORES Álvaro Pinto Co-Founder, Aptoide “Trabalhamos com parceiros a nível global, que querem soluções de aplicações. Os nossos maiores parceiros atuais estão na China, como a Xiaomi, Oppo e Vivo. É um mercado muito relevante no B2B” “Estamos com 200 milhões de utilizadores na plataforma e mais de 300 milhões de downloads por mês. Gostaríamos de ser um unicórnio do ponto de vista da base de utilização, chegando a 2021 com mil milhões de equipamentos” “No total das três rondas de investimento, já levantámos até agora 22 milhões de dólares. O papel do Estado é fundamental numa realidade que está agora a nascer em Portugal. É um modelo muito inspirado no norte-americano e que precisa de se desenvolver” Jaime Jorge Founder, Codacy “Passamos por tantos desafios, tão difíceis e complicados, que às vezes até temos vergonha de falar sobre isso. Há muito a síndrome de impostor entre empreendedores. Por default, dizemos que está tudo a correr muito bem, quando na realidade todos temos problemas” “Como empreendedor, vejo o venture capital como algo que se usa para crescer mais e mais rápido, não para descobrir coisas fundamentais do negócio. Porque isso colocanos numa posição muito mais forte” “Pelo facto de estar em Portugal, fui forçado a fazer coisas que outros recebem de bandeja. Como ter que ir ao mercado global, aprender a vender em diferentes países, falar com diferentes investidores. Acabou por ser uma vantagem”

21 Mariana Gomes Co-Founder, MUB Cargo “Estamos a crescer 30% todos os meses desde o início do ano e vamos agora para Espanha, onde estão os nossos concorrentes. É preciso gerir relações e saber filtrar” “O processo de chegarmos aos business angels portugueses foi baseado na empatia. Na escolha do investidor certo, isto é muito importante, porque temos uma relação muito próxima com ele. Lá fora, é tudo muito mais profundo” “O que falta nos mecanismos de financiamento em Portugal é, acima de tudo, transparência e sofisticação no processo de tomada de decisão. Deveria haver, principalmente no que se refere a fundos públicos, um trabalho bem melhor. É uma aprendizagem que se está a fazer” Pedro Garcia Co-Founder, Mov.e “Criar uma startup tem sido uma aventura em que nenhum dia é igual. Muitas vezes abrem-nos uma porta que acaba por ser um buraco. O desafio é tentar encontrar qual é a porta certa para entrar” “Há uma caraterística no gestor empreendedor que é fenomenal: ter a visão de encontrar um mercado que não existe. É a grande diferença em relação a um gestor de qualquer outra empresa!” “Nos EUA é muito mais fácil o contacto entre o empreendedor e o investidor. Outro obstáculo é o facto de os fundos comunitários serem absorvidos por grupos de investimento privado, o que acaba por nos dificultar imenso a vida. Há que encontrar o investidor certo, ter o smart money, que nos abra portas e traga conhecimentos” CLOUD | EDGE Pedro Dominguez Chief Information Officer Iberia, Schneider Electric “O tema da cloud começou a falar-se em 2006 e hoje estamos a falar em enriquecer a cloud com o poder da computação edge. Em pouco mais de 10 anos, passámos de não ter nada para ter vários cenários complexos e híbridos” “Precisamos de saber gerir o crescente e imenso volume de dados que é produzido de forma eficiente. O desafio coletivo é fornecer esta crescente disponibilidade num complexo ambiente de IT híbrido. É uma necessidade para todos os negócios” “Uma arquitetura baseada na cloud, com as tecnologias inovadoras e as expertises certas, vai incrementar a eficiência e a performance, ao mesmo tempo que simplifica um ambiente complexo, permitindo a analítica certa dos dados. Este modelo já está a ser implementado com sucesso”

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